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Combate à pirataria não adianta em nada e ainda prejudica o próprio cinema, revela pesquisa

04 de janeiro de 2017 8

Pode parecer coisa de psicóloga, mas combater ódio com ódio (vide o caso recente da rapper americana Azealia Banks) não resolve nada. E isso se aplica também aos casos de pirataria, segundo afirma um estudo publicado pelo pesquisador Jordi MacKenzie, da Universidade Macquire em Sidney, na Austrália.

Ou seja, de acordo com o estudioso, prender os cibercriminosos não tem um efeito prático no combate à pirataria e apenas resolve um problema imediato. O ideal será como aquele famoso ditado já diz: "prevenir é o melhor remédio".

Para chegar a essa conclusão o pesquisador analisou as medidas aplicadas em seis países diferentes e também as receitas totais e semanais de 6.083 filmes diferentes que estrearam nessas regiões entre os anos de 2005 a 2013 (8 anos), observando durante todo esse período os mesmos resultados: a punição não teve qualquer impacto na indústria do cinema.

Em resumo, ao coagir as pessoas a não compartilhar conteúdo ilegal, seja na internet ou por outros meios, não diminui (ou aumentou) o lucro que as empresas cinematográficas ganharam em comparação com o período anterior e posterior a realização do estudo.

Nenhuma prova consistente foi encontrada para mostrar aumento nas receitas de cinema em qualquer um dos mercados", revela a pesquisa.

Piratas aliados

O estudo também analisou um dos casos mais polêmicos da internet, o fechamento do site MegaUpload em 2012 e chegou a uma conclusão surpreendente:

Nenhuma evidência de aumento na receita dos cinemas é observada após essa data [o fechamento do site]. Na verdade (...) há pequenas evidências de queda nas receitas de cinemas após essa data", aponta.

Ou seja, ao combater o compartilhamento ilegal é como se a indústria desse um tiro no próprio pé, diminuindo a divulgação de uma produção, já que os "piratas" costumam ser os que mais gastam com cultura e conhecimento.


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Comentários

Combate à pirataria não adianta em nada e ainda prejudica o próprio cinema, revela pesquisa
  • O Netflix fez mais contra a pirataria do que qualquer perseguição a piratas: Disponibilizou conteúdo a preço acessível. Contudo, ultimamente tem pisado no tomate ao reduzir seu catálogo, e isto fará os usuários a migrar novamente para a pirataria.

      • Pois é... Aí vendem bluray 3d por 100 conto no lançamento...
        Mas eu assisto no cinema, aqui perto custa 10 conto durante a semana...
        Só acho que quando saísse do cinema poderia ser bem mais barato o streaming dele

          • é so botarem preços acessiveis que o pessoal compra original. é bem simples.

              • Pirataria só prejudica mesmo desenvolvedores e criadores de conteúdos indies, que dispoem de orçamento bem limitado. Blockbusters, thirds e etc com ou sem pirataria, nada muda nos lucros exorbitantes delas.

                  • A melhor solução está nos streamings e on demand. Pelo menos, desde que assinei o Netflix, não fiz mais downloads piratas. Com a chegada do Amazon Prime, HBO Go e facilidade do Google Play a pirataria não faz mais sentido pra mim. O mesmo com relação as músicas. Spotify me atende perfeitamente, me fazendo deletar 200GB de mp3 inútil que tinha no computador.

                      • Se o preço for bom compro original (recentemente adquiri Deadpool em FullHD no Google Play por uma pechincha: R$14,00, tudo e questão de esperar o momento), se não prefiro alugar, pois pra que vou estocar uma pilha de filmes que nem vou querer ver depois...

                          • Combate é ilusão, quem consome pirata não para não, eu mesmo pirateio tudo que for possível e durmo bem tranquilo, principalmente quando lembro do governo que temos.

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