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Razer Phone 2 chega com correções e deve ser vendido no Brasil | Hands-on do TudoCelular

11 de outubro de 2018 18

O pouco sucesso da primeira versão do Razer Phone não intimidou a fabricante de produtos gamers, que acaba de anunciar a segunda geração de seu smartphone.

O Razer Phone 2 traz algumas melhorias em relação ao modelo do ano passado, e mantém alguns dos pontos fortes do dispositivo anterior, para tentar oferecer a melhor experiência em jogos mobile. Trata-se, realmente, do modelo cujas especificações vazaram nesta quarta-feira.

O TudoCelular teve acesso ao aparelho na BGS2018, e aqui vai um breve hands-on com nossas impressões e detalhes sobre o smartphone.

Design

Pouco mudou do modelo de primeira para o de segunda geração. A tela mantém o mesmo tamanho, resolução e proporção, além de ter ainda a taxa de atualização em 120Hz. Ou seja, são 5,7" 16:9 Quad HD (1440 x 2560 pixels). O brilho máximo também ficou um pouco maior, sendo essa uma das correções realizadas pela empresa.

O design do novo modelo é bastante parecido com o do antecessor, mas agora a traseira é de vidro, sem proteção Gorilla Glass - nem na tela. As dimensões aumentaram um pouco na largura e espessura, mantendo a mesmíssima altura: 158.5 x 78.9 x 8,5 mm.

As laterais seguem com acabamento em metal, e o botão de energia funciona pelo toque - acendendo a tela apenas com um encostão de dedo. O leitor de impressão digital também fica ali.

Encerrando as melhorias em design, temos agora uma proteção contra água e poeira, com certificação IP67. O aparelho ainda apresenta um conector USB-C na parte de baixo e nada de P2 para fones de ouvido. E o logo na parte traseira ganhou uma luz que muda de cor.

Hardware e interface

A evolução em hardware também não é grande coisa. Agora, temos o chipset top de linha da vez, o Snapdragon 845, com a mesma quantidade de memória RAM (8 GB) e de armazenamento interno (64 GB) que o antecessor. Será apenas uma variante.

Mas, se o hardware do modelo anterior estava ok, não havia muito o que mudar na nova geração. Durante a demonstração, pudemos jogar um pouco de PUBG Mobile e o dispositivo rodou muito bem com gráficos impressionantes, muito melhores do que já vimos em outros flagships em que já testamos esse título. Não notamos queda na taxa de quadros, mas isso vamos verificar em testes mais profundos em breve.

A bateria ficou em 4.000mAh, e a autonomia deve se manter a mesma - que não era de todo ruim, mas uma otimização melhor cairia bem. Porém, não dá para reclamar muito, já que uma capacidade maior deixaria o dispositivo maior e mais pesado. Ao menos foi incluído suporte ao carregamento sem fio.

O Razer Phone 2 vem com a versão 8.1 do Android Oreo, que será atualizado para a versão 9, mas sem previsão ainda. O software tem poucas modificações e a companhia manteve a utilização do Nova Launcher como interface para o usuário.

Câmeras

A melhoria nas câmeras traseiras implantada pela Razer foi a estabilização ótica de imagem. Ainda é um sensor duplo, e os poucos testes que fizemos tanto com a câmera principal quanto com a frontal, em um local de iluminação não ideal, mostraram bons resultados.

Um porém é a ausência de um modo manual na câmera, ficando o usuário dependente dos ajustes automáticos, exceto por uma correção na exposição para mais ou para menos.

O Razer Phone 2 ainda conta com três microfones para captação de áudio, o que em tese ajuda a melhorar a redução de ruído. A gravação de vídeos é boa, com ajuste de exposição disponível mesmo depois de iniciada a captura. A estabilização é boa.

Conclusão

A Razer apostou no que pareceu estar certo no primeiro modelo e corrigiu algumas falhas na segunda geração de seu smartphone gamer. Ainda precisamos testar o aparelho mais a fundo, claro, mas nesse primeiro momento gostamos do que vimos.

Ao que tudo indica, o grande carro-chefe, que é a experiência em jogos, está garantido, com gráficos muito bons em um título popular e pesado como o PUBG Mobile. A câmera também parece ter melhorado bastante. Resta saber se a tela realmente está com brilho melhor. A autonomia não deve mudar, de acordo com a própria Razer.

E agora a notícia mais importante: a Razer está tentando trazer o aparelho para o Brasil. Por enquanto, há conversas com as operadoras, mas a ideia é que o dispositivo esteja nas lojas brasileiras até o início do ano que vem. Nem que para isso seja necessária uma parceria no estilo da Huawei com a Positivo.

Mas e você, o que achou do Razer Phone 2? Conta pra gente aqui embaixo, nos comentários.


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