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Huawei P20 Pro mantém boa autonomia do Mate 10 Pro, mas peca em desempenho

21 de dezembro de 2018 103

Huawei iniciou 2018 disposta a estremecer o reinado das gigantes Samsung e Apple. E o lançamento dos modelos P20 e P20 Pro foram um bom ponto de partida, considerando que chegaram dominando o ranking DxOMark de melhores câmeras do mercado.

Para conferir se o P20 Pro é realmente tudo o que a marca chinesa promete, temos o dispositivo top de linha em nossas bancadas para iniciar os testes gerais, partindo da avaliação de autonomia.

Como características principais podemos destacar a tela OLED de 6,1 polegadas com resolução Full HD+ (1080 x 2240 pixels), 6 GB de RAM, 128 GB de memória interna, plataforma Huawei HiSilicon Kirin 970 (octa-core com GPU ARM Mali-G72 MP12), Câmera traseira tripla de 40 MP (RGB, f/1.6) + 20 MP (mono, F/1.8) + 8 MP (OIS, f/2.4), câmera frontal de 24 MP e bateria de 4.000 mAh. Todo o conjunto é gerido pelo Android 8.1 Oreo sob a interface Huawei Emotion UI.

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Para nossa simulação de uso real utilizamos o smartphone com uma lista de apps com tempos predeterminados. Quando essa lista é completa, consideramos o fim de um ciclo, pausando o uso por 30 minutos até recomeçar.

Medimos o consumo com o auxílio do aplicativo GSam Battery Monitor, além da opção padrão nas configurações do Android, buscando definir o tempo de uso e de tela, bem como detalhes como temperatura e apps que mais consomem a carga.

Autonomia

O gráfico acima detalha os resultados alcançados nos testes específicos de reprodução de vídeos, gravação de vídeos e videochamadas pelo Skype, além de mostrar a estimativa de autonomia com jogos, tempo de recarga, e o que conseguimos em nosso teste de uso real.

Neste último caso, realizamos ciclos de execução de apps até que a bateria se esgotasse por completo, sendo utilizados:

  • 6 minutos de navegação no site do TudoCelular usando o Chrome, vídeos no YouTube, vídeo no MX Player, streaming no Spotify, músicas offline no PowerAmp, WhatsApp e jogos;
  • 4 minutos de chamadas;
  • 2 minutos de Facebook, Gmail e Google Maps.

Após um dia utilizando o P20 Pro, foram encontrados os seguintes resultados:

  • Foram necessárias 16 horas e 30 minutos para esgotar a bateria do aparelho, que desligou pouco antes do final do décimo segundo ciclo.
  • A tela permaneceu ligada por 10 horas e 51 minutos.
  • Neste período foram feitas ligações que totalizaram 44 minutos.
  • Realizamos 12 ciclos quase completos de testes, incluindo:
    • 72 minutos de navegação no Chrome;
    • 360 minutos de WhatsApp, Spotify, Música, MX Player e YouTube (72 minutos cada);
    • 72 minutos de jogos (Pokémon Go, Subway Surfers, Candy Crush, Injustice, Modern Combat 5 e Asphalt 8);
    • 72 minutos de Facebook, Gmail e Google Maps (24 minutos cada);
    • 44 minutos de chamadas de voz via 3G/4G;
  • O app que mais consumiu foi o Chrome;
  • O app que menos consumiu foi o WhatsApp;
Desempenho prático

Começando direto pelo teste prático de velocidade, abrimos 12 aplicativos e depois reabrimos todos eles para ver como o aparelho se sai em velocidade de carregamento e gerenciamento de processos em segundo plano.

Por aqui o P20 Pro ficou pouco atrás do que havíamos conseguido com o Mate 10 Pro, demonstrando que a tela com resolução um pouco maior acabou impactando negativamente na performance, ainda que não seja algo tão notável no dia a dia.

Com um tempo total de 1 minuto e 12 segundos, o P20 Pro conseguiu superar apenas o G7 ThinQ se comparado a rivais de 2018, demonstrando que a decisão da Huawei de usar um chip lançado no final de 2017 não foi lá muito acertada.

Benchmarks

Quando passamos para os testes sintéticos vemos que o Kirin 970 de fato está um patamar abaixo se comparado ao Snapdragon 845, sendo encontradas pontuações bem inferiores no AnTuTu, 3D Mark e, especialmente, GeekBench. Curiosamente, no GFXBench o aparelho da Huawei conseguiu se equiparar a alguns modelos com o carro-chefe da Qualcomm para 2018.

Em números, tivemos:

  • AnTuTu: 214.653 pontos
  • GeekBench: 1.922/6.823/5.822 pontos
  • 3D Mark: 2.960/3.165 pontos
  • GFXBench: 35/40 fps no Manhattan 3.1
Jogos

Quando falamos de jogos na plataforma Android temos que considerar que os desenvolvedores dão preferência para otimizar seus títulos para a Adreno da Qualcomm, já que é o que está presente na esmagadora maioria dos aparelhos.

Talvez por isso quando analisamos o desempenho de modelos com chips Mediatek, Exynos ou Kirin vemos uma performance abaixo, com quedas de frames que não são condizentes com o que teoricamente a placa deveria entregar.

Isso se repetiu no P20 Pro, com Modern Combat 5 e Vainglory apresentando taxa média de quadros abaixo do máximo permitido pelos desenvolvedores, o que pode acabar incomodando usuários mais exigentes.

De uma forma geral, porém, a maioria dos jogos irá rodar como se espera, sendo possível jogar aquela partida de PUBG sem se preocupar com engasgos durante a maior parte do tempo.

GameBench

Desenvolvedor: GameBench Ltd

Preço: grátis - oferece compras no app

Tamanho: Depende do dispositivo

Conclusão

O Huawei P20 Pro não fugiu muito do que já havíamos visto em nossos testes com o Mate 10 Pro, demonstrando que a posição da empresa de lançar sua linha P sempre com o mesmo chip do final do ano anterior acaba impactando negativamente ao comparar com concorrentes.

Sim, você vai ter um ótimo desempenho que deve dar conta de manter as coisas fluidas por alguns anos, mas quando comparamos sua performance com modelos como iPhone XS e Galaxy Note 9 a situação não fica nada boa para o dispositivo da Huawei, mesmo com menos de seis meses separando os lançamentos.

Ao menos em bateria o P20 Pro se destaca da multidão, já que é um dos poucos flagships a alcançar a marca dos 4.000 mAh de capacidade, que graças a um carregador rápido é facilmente preenchida no intervalo do almoço caso necessário.

Com tudo isso, podemos colocar o P20 Pro como um bom flagship lançado no ano errado, sendo basicamente uma versão do Mate 10 Pro com uma câmera a mais e notch, algo como a Samsung faz com suas linhas S e Note, mas ao contrário.

De qualquer forma, o preço pedido na casa dos R$ 3.300 pelo P20 Pro é bem salgado para o que o aparelho oferece, já sendo possível encontrar o Galaxy Note 9 no Brasil por algo bem próximo disso, e sem preocupações com relação a taxas alfandegárias, homologação, demora na entrega dos Correios, garantia, etc.

Como importar

Os interessados no Huawei P20 Pro, enquanto as vendas oficiais não iniciam no Brasil, podem recorrer a lojas chinesas como a Banggood para realizar a importação, pagando cerca de R$ 3.300 em valor convertido diretamente pela loja na cotação atual do dólar. Lembrando que este valor pode mudar a qualquer momento.

Mas e você, o que achou do desempenho e autonomia do P20 Pro? Acha que ele faz bonito frente aos rivais de 2018? Não esqueça de comentar abaixo!

Transmissão encerrada!

22/10/2018 - 00.31

Esta pauta será atualizada com o resumo do teste, mas já agradecemos a você que nos acompanhou até aqui.

22/10/2018 - 00.31

O Huawei P20 Pro acaba de desligar no finalzinho do décimo segundo ciclo, como ficou faltando apenas 4 minutos de chamada 3G/4G iremos considerar como completo. Infelizmente, o dispositivo desligou ainda com a carga em 2%, impossibilitando a captura de prints, mas é possível contar os dados de acordo com as capturas anteriores.

21/10/2018 - 23.50

E já estamos no décimo segundo ciclo.

21/10/2018 - 23.22

11 ciclos na conta e carga para mais um, é o saldo do P20 Pro.

21/10/2018 - 23.19
21/10/2018 - 22.29

Já estamos no décimo primeiro ciclo, agora com 17% de carga.

21/10/2018 - 22.09

É provável que o P20 Pro consiga rodar mais dois ciclos, se continuar mantendo a média de 8% de consumo a cada rodada. Fechamos o décimo ciclo com 18%.

21/10/2018 - 21.58
21/10/2018 - 21.04

Temos agora 26% para o décimo ciclo.

21/10/2018 - 20.46

O P20 Pro ainda vai render um pouco mais. Fechado o nono ciclo com 27% de carga ainda.

21/10/2018 - 20.40
21/10/2018 - 19.48

35% de carga nesse início de nono ciclo.

21/10/2018 - 19.17

36% de carga restando ainda no P20 Pro após o oitavo ciclo. App que mais consumiu carga foi o Chrome até agora, enquanto o WhatsApp foi o que menos gastou.

21/10/2018 - 19.14
21/10/2018 - 18.25

Oitavo ciclo em andamento porque aqui só paramos quando a bateria descarrega.

21/10/2018 - 17.52

Média de consumo está em 8% ~ 9% e ao fechar o sétimo ciclo temos ainda 44% de carga.

21/10/2018 - 17.49
21/10/2018 - 16.50

E já iniciamos o sétimo ciclo após mais 30 minutos de pausa.

21/10/2018 - 16.20

53% de carga ao final do sexto ciclo, apontando para pelo menos 12 ciclos no total.

21/10/2018 - 16.17
21/10/2018 - 15.24

O sexto ciclo já está rodando.

21/10/2018 - 15.04

61% após o quinto ciclo encerrado mostram que o P20 Pro é um top de linha com autonomia no mínimo interessante.

21/10/2018 - 15.01
21/10/2018 - 13.57

Quinto ciclo iniciado e o smartphone Huawei parece que renderá bem ainda.

21/10/2018 - 13.27

Temos agora 71% de carga no P20 Pro após o quarto ciclo. Chrome é o grande vilão até esse momento.

21/10/2018 - 13.16
21/10/2018 - 12.20

Temos agora 79% de carga no início do quarto ciclo.

21/10/2018 - 11.47
21/10/2018 - 10.57

Temos agora 87% de carga para o início do terceiro ciclo.

21/10/2018 - 10.36

O P20 Pro está impressionando no quesito consumo até agora, com média de 6%. Mérito do Kirin 970? Ou seria a otimização da Emotion UI?

21/10/2018 - 10.27
21/10/2018 - 09.31

Já estamos rodando o segundo ciclo.

21/10/2018 - 09.09

Consumo de 5% de carga no P20 Pro neste primeiro ciclo, agora entramos na primeira pausa.

21/10/2018 - 09.04
21/10/2018 - 08.18

Huawei P20 Pro fora da tomada e rodando o primeiro ciclo.

21/10/2018 - 08.15
21/10/2018 - 06.13

Bom dia! Já estamos na ativa acertando os últimos detalhes para iniciar os testes com o Huawei P20 Pro.

O Huawei P20 Pro está disponível na Walmart por R$ 5.147. Para ver as outras 5 ofertas clique aqui.
(atualizado em 19 de abril de 2019, às 23:04)

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