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Detetive TudoCelular: biometria por ultrassom dá mais segurança e estabilidade ao usuário

28 de março de 2019 16

Uma das novidades presentes de forma pioneira nos modelos mais sofisticados da família Galaxy S10, apresentada no final de fevereiro, o leitor biométrico ultrassônico promete evoluir ainda mais a tecnologia de reconhecimento das impressões digitais sob a tela.

Mas quais são as suas diferenças para o sensor ótico convencional? Este espaço separou os principais detalhes sobre o novo recurso que promete estar presente em mais smartphones no futuro próximo. Entenda mais a seguir:

Funcionamento

Com uma latência de 250 milissegundos e aproximadamente 1% de taxa de erro, o leitor ultrassônico utiliza alta frequência de som para escanear a impressão digital do usuário. Apesar de não se conseguir ouvir, as ondas são capturadas por meio de um conjunto de transmissor e receptor, os quais integram o hardware.

Quando o dedo é colocado sobre o scanner, um pulso ultrassônico é lançado contra ele – parte absorvida e outra porção retornada ao sensor, que identifica a tensão mecânica e calcula a intensidade da devolução nos diferentes pontos. O resultado do processo é uma reprodução 3D detalhada da impressão digital do usuário.

Vantagens

Uma das primeiras vantagens do leitor biométrico por ultrassom é a segurança. Ao escanear uma digital em três dimensões, essa tecnologia dificulta qualquer tipo de sabotagem do que as impressões 2D identificadas por sensores capacitivos.

Outro ponto positivo é a capacidade de detectar uma área maior sem precisar aumentar o tamanho do sensor para isso. A estimativa é que 0,15 milímetros do componente consiga digitalizar até 800 micrômetros de vidro.

Para completar, a biometria ultrassônica se difere do leitor ótico por conseguir ler as digitais até se houver alguma sujeira ou umidade nos dedos – além de, na teoria, conseguir realizar o procedimento de forma mais rápida.

Presença nos smartphones

O primeiro leitor de impressões digitais ultrassônico 3D sob a tela foi anunciado pela Qualcomm, no começo de dezembro do ano passado. No entanto, os primeiros smartphones com a tecnologia somente foram oficializados no final de fevereiro, com a chegada da família Galaxy S10.

Até o momento, não há qualquer indício da implantação do recurso em algum outro smartphone no futuro. Contudo, pelas praticidades da ferramenta, é provável que ela se torne presente nos próximos aparelhos com biometria sob a tela.

Qual a sua opinião sobre a nova tecnologia de leitura das impressões digitais por ultrassom? Participe conosco!


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Comentários

Detetive TudoCelular: biometria por ultrassom dá mais segurança e estabilidade ao usuário
  • Se é assim, tão maravilhoso, porque tem tanta gente reclamando das falhas de leitura no sensor do S10?

      • Tudo funcionando normalmente, falhou pouquíssimas vezes até agr, e em todas foi por que eu estava colocando o dedo na parte errada, estava acostumado com o sensor do Honor Magic 2, que é mais em cima... 11 dias de uso

        • O canal Jerryrigeverything fez um teste, se você arranhasse a tela na parte do leitor e o leitor ficou inutilizável. Provando que esse é um ponto fraco visto que os buracos dos arranhões podes ser confundidos com as ranhuras entre a digital.

          • Sim, anteriormente estava com o Honor Magic 2, que utilizava o leitor óptico, e assim como os leitores tradicionais, não reconhecia minha digital quando meu dedo estava molhado, agora com o S10+ há uma diferença gritante, quando meu dedo está molhado pode até levar alguns milissegundos a mais, mas reconhece com sucesso minhas digitais

              • O TudoCelular é uma Montanha Russa, uma hora vem com umas matérias que notavelmente é pra encher linguiça, mas ai do nada você vê uma matéria com essa, da até um mini orgasmo de tão boa. Parabéns.

                  • Fico na digital saudades de meu Sony digital lateral

                      • Os leitores sob a tela sem essa tecnologia, podem não ser mais seguros, mas acho meio difícil alguém ter acesso a uma imagem da sua digital, como acontece no facial 2D, no qual é fácil ter uma foto do seu rosto. No quesito velocidade, me parece que os de digital 2D na tela tem velocidade de leitura aceitável.
                        Não que eu queira desmerecer a Qualcomm/Samsung, mas acredito que isso seja um pequeno diferencial e não fator de decisão para comprar o aparelho.

                        • Boa matéria mas, ainda ficam algumas dúvidas. Poderia se comparar a latência de leitura do leitor ótico, qual o processo de funcionamento? E quanto ao leitor ultrassônico, sabemos que é uma tecnologia "nova" que deverá ser aprimorada num futuro não muito distante... E com certeza deve baixar significativamente essa latência de leitura.

                          No momento ponto de vista, o TudoCelular precisa ter mais matérias técnicas, como essa.

                            • Ótima matéria... tira muitas dúvidas...
                              Agora só falta muita gente que utiliza o leitor do jeito errado pegar a manha de começar a usar da forma correta..

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