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Engenheira da Intel descobre forma de baterias terem vida útil de 400 anos

14 de abril de 2019 40

Considerado um dos principais problemas da atualidade, a vida útil de baterias não tem acompanhado a evolução percebida nos demais componentes de smartphones, tablets e notebooks, sendo basicamente a mesma há anos.

Isso no entanto, não significa que a industria e pesquisadores estão parados sem desenvolver, tendo como exemplos não tão antigos a confirmação de estudos para a produção em larga escala de baterias de grafeno pela Samsung e a possibilidade de em algum momento, o cânhamo ser opção a esta.

Não bastante, hoje tivemos mais um importante passo relacionado à caminhada por baterias melhores e mais eficientes, sendo essa vindo diretamente dos laboratórios da Intel, graças a um estudo realizado pela pesquisadora Mya Le Thai, ex-estudante de doutorado da Universidade da Califórnia em Irvine e atual Engenheira de Processos Sênior da marca.

A descoberta, que aumentaria a vida útil de uma bateria para até 400 anos surgiu devido a um estudo sobre as propriedades do nanofio de ouro para utilização em baterias comerciais, sendo considerado um achado importante e "de sorte".

Esse componente, por si só, tem capacidade de sobreviver por até 6.000 ciclos de carga (ou 7.000 com muita sorte), porém, ao revestir este com uma espécie de gel eletrolítico, foi criado um circuito capaz de resistir a 200.000 cargas sem perda no desempenho, bem como sem registros de rompimento dos nanofios.

Obviamente, essa descoberta é apenas inicial, devendo demorar ainda para que vejamos chegar efetivamente ao mercado mas já é um grato sinal de que o futuro pode nos reservar baterias com maior vida útil, algo que pode inclusive não somente favorecer eletrônicos como também outros mercados como o de carros elétricos, aeroespacial e mais.

E aí, o que você acha da descoberta? Fala pra gente nos comentários!


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Comentários

Engenheira da Intel descobre forma de baterias terem vida útil de 400 anos
  • 23:59 Eng. da Intel descobre forma de baterias terem vida útil de 400 anos.
    00:00 Eng. que fez descoberta de bateria duradoura morre em acidente de carro.

      • Matéria de 2016

          • A China está a frente em tecnologia diria algum alucinado... China copia. Só desenvolve tecnologia quem investe em pesquisa.

            • Interessante....
              Porém o problema é de fato a obselência programada dos componentes de um produto eletrônico, no entanto é o que fica a curiosidade: como proceder a continuidade dessa bateria de longa vida?

              • Se for 10 vezes menos, ou seja 40 anos, ainda assim será a revolução mais importante das últimas décadas, pois com o tempo, começando pelos mais ricos, as casas irão se desligar da rede elétrica, e usarem painéis solares, investimento esse que hoje (on grid) se paga em 5 ou 6 anos. Imaginem uma casa com painéis que produzam energia pra si e para o carro do proprietário por 30 anos (que é a vida útil dos atuais painéis solares).

                  • Outra coisa...bens duráveis como esse não passam pela obsolescência programada, veja as baterias dos Teslas, elas tem 8 anos "só de garantia" ilimitada, e vêm apresentando 7% de degradação depois dos 400 mil quilômetros... esse desempenho é um ótimos comercial para a marca, e ela com toda certeza quer melhorar ainda mais esses resultado, para se tornar sinônimo de durabilidade no mercado.

                    • Sei igual a lâmpada que nunca deveria quimar, ou impressora da pau do nada, lâmpada com impurezas para ter vida curta e impressora com chip do mau. Esses cartéis aí nunca deixariam uma bateria durar 400 anos, quem escreveu o texto aí eh um sonhador

                      • Daqui a 400 anos vai ter alguém lendo uma notícia do tipo e dizendo. Há 400 anos atrás uma bateira dita revolucionária poderia ter mudado tudo, mas ficou só no papel.

                          • Nunca os fabricantes de baterias permitirão uma coisa dessas! Para eles quanto menos durabilidade, mais troca de baterias e mais lucro! Igual petróleo! Essa história de carro elétrico vai acabar logo, logo quando as gigantes do petróleo acabarem com essa festa.

                            • Ou seja, poluir mais o planeta. São irresponsáveis algumas tecnologias atuais. É ótimo saber que o desempenho de uma bateria pode durar muito, mas e quanto ao descarte? E quanto a sustentabilidade?

                              • Bem, lembro da bateria de filamento de titânio, em tese suportava muito mais carga, após isso veio a de filamento de vidro e novamente vida útil, vi as de grafeno e novamente a mesma premissa, o que o consumidor comum não entende é que substituir o maquinario atual de produção em massa de um determinado produto gera custos e investimentos de várias empresas se fazem necessário, aí temos outro fator chave em contra partida que é que apenas 20 a 38% das baterias são recicladas apenas, o que torna custoso em aparelhos que tem vida útil dé 3 anos e mais 3 de gaveta serem feitos com bateria de 200 mil de capacidade e serem descartados de Qualquer modo

                                • Bateria nao, cristal de carga. Dura mais que a maquina e dai pode ser reciclada nos destrocos da mesma.

                                    • Todos os meses aparecem é a mesma historinha, bateria disso, daquilo, duração de semanas, aumento de qualidade, autonomia, etc.
                                      E você vê as baterias de celular com uma média de 3000mah.

                                        • A ciência funciona assim mesmo. Não são histórinhas, são verdades, mas uma coisa é você fazer UMA bateria, outra é produzir 250 MILHÕES de baterias por ano. O grande problema sempre é o custo do material e a rapidez de produção.

                                          Mas fica tranquilo, uma hora alguém conseguirá resolver estas questões.

                                          O mesmo vale para medicamentos, todos os dias surgem novas descobertas que levam décadas para chegar ao mercado, se chegar.

                                          O viagra demorou 10 anos para chegar e fazer a alegria da velharada.

                                        • Como se o problema dos celulares fossem só isso os processadores com tempo também gastam igual vamos mudar de celulares de 2 em 2 anos sempre

                                            • Só vejo isso como útil se por acaso aquele lance de telefone modular tivesse ido a frente... Aí poderíamos ter uma bateria, ou tela que pudessem ser reutilizados, fazendo upgrade apenas de câmeras, processador e memória quando se achasse necessário

                                              • Interessante, porém inútil para smartphones, que em 2 ou 3 anos estão obsoletos.

                                                • Não vai chegar nunca pro consumidor.

                                                    • Isso fica muito mais interessante para os carros elétricos, como solução para nós livramos do acumulo de litio no futuro. Já que poderíamos utilizar e reutilizar as baterias.
                                                      Sobre o valor, com o desenvolvimento será criado novos materiais sintéticos.

                                                      • caso vire uma bateria isso vai triplicar os valores dos celulares

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