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iPhone SE 2020: ele vai derrubar todos os tops Android? | TudoCelular Entenda

18 de abril de 2020 216

Esse 2020 está sendo um ano bem louco mesmo, não é? Além de toda a bagunça de uma pandemia, estamos em um ano que o flagship killer novo da OnePlus, o 8, chega por um preço mínimo de 700 dólares, ou 3700 reais, e o iPhone novo é lançado, sem platéias e aplausos, por 400 dólares, 2100 reais.

Quer saber um pouco mais qual é a do iPhone SE e se é interessante comprar um? Se você estiver preparado, vem com a gente nesse panorama do novo lançamento da Apple.

Esse preço bizarro tem um primeiro sentido simbólico. É o mesmo valor de lançamento do primeiro iPhone SE, lançado lá em 2016, uma eternidade no mundo da tecnologia. Ainda assim, é um valor surpreendente para um iPhone em pleno 2020, com smartphones inclusive da Apple batendo recordes de preço.

Aqui no Brasil ele também já tem valores oficiais, que começam em R$ 3.330 à vista podendo, dependendo do armazenamento e das prestações, chegar em R$ 4.500. Ainda é longe da realidade de muitas pessoas, mas é preciso dizer que é um iPhone novo com preço difícil de ser visto por aqui, ainda mais com o dólar passando de 5 reais.

Por que é barato?

E por que ele está "barato"? Um dos motivos é uma certa economia em P&D, a conhecida área de pesquisa e desenvolvimento, uma área das empresas que justamente trabalha nos aparelhos, planeja como eles vão ser e quais componentes terão, inclusive criando novos. Aproveitando muita coisa de outros aparelhos, você consegue ter um celular menos caro.

O iPhone SE aproveita o processamento do iPhone 11, a câmera do iPhone 8 e não precisou se esforçar muito para ter uma tela grande, com poucas bordas e um notch minúsculo. Sim, quem esperava a Apple diminuir o entalhe se surpreendeu com nenhum entalhe, e a volta de barras enormes acima e abaixo da tela. Isso também barateia o aparelho.

Alguns podem dizer que a Apple está sendo preguiçosa, principalmente quem curte mais tecnologia e smartphones. Mas isso importa para quem não quer um smartphone absurdamente caro e ainda quer um iPhone? É o iPhone mais barato em anos, pouca gente vai se importar com reciclagem de componentes.

Vai vender muito

Os fatores mais importantes para a maioria dos usuários estão presentes. Câmera boa, bateria (que com o processador A13 Bionic do iPhone 11 deve ir muito bem) e preço. E é iPhone, que também traz atualizações de software por mais tempo. Novidades e desempenho ainda mais veloz é para quem acompanha sites de tecnologia, soluções do dia a dia atraem o público geral.

E há mais fatores importantes. A volta do TouchID como leitor biométrico, que muitos preferem ao FaceID, proteção IP67, acabamento em vidro e alumínio, carregamento sem fio e algo que muitos sentem falta: tamanho. Não é o menor iPhone já visto, mas a tela de 4.7 polegadas deixa ele mais compacto que 90% dos smartphones lançados nos últimos meses.

Falando em tela, esse parece ser um dos maiores problemas aqui. Muita gente, inclusive quem acompanha o TudoCelular, reclama da definição das telas da Apple, que fica sempre ao redor de um HD+. Eles informam que é uma Retina, não a Liquid Retina do iPhone 11 e nem a Super Retina do iPhone 11 Pro, mas dizem que são os mesmos ppi de sempre e o mesmo brilho do 11, então nano deve perder muito.

Outra polêmica é a câmera. Com todo mundo, incluindo a Apple, partindo para um conjunto no mínimo duplo de câmeras, o iPhone SE é uma volta no tempo, trazendo apenas uma câmera. Mas ela afirma que pode fazer praticamente a mesma coisa de seus outros celular apenas usando aprendizado de máquina, será verdade?

O irônico disso é que ela vai justamente na mesma conversa do Google de dois anos atrás, que afirmava também que com software resolveria qualquer coisa que câmeras múltiplas faziam. E como sabemos que tudo o que a Apple faz vira tendência, será que veremos outras fabricantes correndo limar suas câmeras? Será que com a Apple dando a bênção, outras marcas vão parar de colocar câmeras que nem sempre adicionam e que estão lá só para fazer número?

De qualquer forma, perdemos a grande angular, que vem fazendo sucesso mundo afora, e também o Deep Fusion e o modo noturno. Compreensível, uma vez que tem que sobrar algo para o iPhone 11 vender. Na frontal, também sumiram os sensores especiais para não apenas cuidarem do FaceID, mas também para permitir aqueles efeitos especiais de estúdio. Mais uma vez, a Apple diz que está tudo bem, que inteligência artificial vai cuidar disso.

Apple vai na contramão da indústria

Algumas empresas já seguiam essa tendência de lançar um aparelho mais básico cheio de coisas premium. A Google é uma das que primeiro vêm a cabeça, e vai lançar seu Pixel 4a pelos mesmos 400 dólares usando um processador de celular intermediário. O Galaxy S10 Lite e o Note 10 Lite vão chegar aos Estados Unidos por 650 dólares.

Seu preço, ao menos no Brasil, entretanto, não é o suficiente para ficar mais barato do que topos de linha do ano passado, como um Galaxy S10 e até mesmo de um dos clássicos da Apple, o iPhone XR. Pelo preço deste último, muitos se perguntam se vale a pena investir em um celular como o iPhone SE.

A ideia da Apple é interessante. Poucas empresas até agora pegaram o caminho contrário do vertiginoso recorde de preços altos. A cada lançamento os números sobem e nos perguntamos onde isso vai parar. É engraçado ver a empresa que lança alguns dos aparelhos mais caros chegando com um dos mais baratos se pegarmos suas especificações. Será que ela vai ditar moda e outros lançamentos vão vir mais baratos?

Será que o iPhone SE vai ser o melhor budget phone de 2020? Será que vai ser o melhor compacto de 2020? No TudoCelular, muitos da equipe apostam que este vai ser um dos smartphones mais vendidos do ano, ainda mais com a economia prejudicada pela pandemia. Além disso, o iPhone SE foi um modelo querido por muitos, e trazê-lo de volta, assim como seu design mais conservador, é apostar em nostalgia do mesmo jeito que a Motorola fez com o razr.

A própria Apple ditou tendência em vários itens que vemos hoje. Módulo de câmeras grande, notch, preços caros. Não estou dizendo que foi a primeira nisso, estou dizendo que é ela quem transforma as coisas em tendência. Será que ela vai ditar tendência de novo revertendo essas coisas? Veremos mais smartphones sem notch?

No Brasil esse preço é tão incrível assim?

Lá fora o preço é mais vantajoso que aqui, não dava pra esperar menos de uma Apple que no Brasil multiplica seus valores por muito mais do que o dólar. Mas, mesmo se você pudesse ir comprar lá fora – o que você não pode no momento – sairia por aproximadamente 2 mil reais. É um susto nas fabricantes que têm aparelhos que só fazem sucesso por causa do preço baixo. Agora, a Apple também oferece preço baixo. E aí?

Só não vamos esquecer que Apple é Apple, e o iPhone SE é um ponto fora da curva. Essa é a mesma empresa que vende as rodinhas do Mac Pro por 700 dólares.

E você? O que achou do iPhone SE? Acha que tem potencial para ser um dos mais vendidos desse ano e de outros? Pretende comprar um? Conta pra gente aqui nos comentários!

O Apple iPhone SE está disponível na Casasbahia por R$ 2.944. O custo-benefício é médio e esse é o melhor modelo nessa faixa de preço. Para ver as outras 65 ofertas clique aqui.
(atualizado em 12 de agosto de 2020, às 20:52)

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