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ARM: novos Macbook Air, Pro e Mac Mini com o chip Apple Silicon M1 são anunciados

10 de novembro de 2020 29

E a Apple confirmou no seu evento de hoje (10) os seus primeiros Macbooks com o chip próprio, batizado de Apple M1. Teremos um Macbook Air e um Pro de 13 polegadas inaugurando essa nova era.

Baseado na arquitetura ARM, o processador mostrou uma grande capacidade de lidar com tarefas complexas de edição de vídeos e imagens. Nos notebooks da companhia o desempenho deverá ser 350% superior aos seus respectivos modelos anteriores, enquanto o chip gráfico integrado deverá ser capaz de entregar até 5x maior capacidade.

Em um dos exemplos citados pela companhia, o modelo Pro chega a compilar aplicativos via XCode até 3x mais rápido que antecessores.

Falando um pouco mais do M1, ele traz oito núcleos de processamento, sendo 4 focados em eficiência, e 4 em desempenho. Eles funcionam de forma dinâmica, como estamos acostumados a ver com celulares. Já a GPU tem oito núcleos também, e esse conjunto é capaz de entregar até 2,6 teraflops de processamento por segundo.


Isso tudo em um design de 5 nanômetros, que como veremos adiante, ajuda bastante esses notebooks a alcançarem um novo nível de eficiência energética. Em gráficos divulgados pela Apple, o chip consome até 25% do que seus rivais usam para entregar o mesmo ou mais desempenho.

O Macbook Air, por exemplo, pode aguentar 18 horas longe da tomada, maior autonomia já vista em um notebook da Maçã. Já o Macbook Pro pode chegar a 17 horas longe da tomada em navegação na internet, e até 20 horas em reprodução de vídeo. São 10h a mais de reprodução multimídia que o Pro anterior.


O M1 traz ainda 16 bilhões de transistores no pequeno espaço que ocupa dentro dessas máquinas. No Macbook Air a Apple promete performance no mais absoluto silêncio, enquanto no Macbook Pro há um sistema de ventilação novo para lidar com o estresse do processador quando ele está no seu máximo potencial de uso.

Aliás, o novo Macbook Pro poderá trabalhar com edição de vídeo Ultra HD 8K ProRes no Davinci Resolve sem pular um único frame na tela.


Sobre qualidade de imagem, as telas entregam o padrão P3 que a companhia já inclui nos seus produtos. Uma novidade bem-vinda é o novo processador gráfico para webcam, que traz novas tecnologias de redução de ruído, melhorias em contraste em ambientes com baixa luminosidade, e melhor detecção de rostos para otimização em videochamadas, principalmente pelo Facetime.

Outras novidades envolvendo os lançamentos é que a memória RAM é unificada, trabalhando diretamente no mesmo "pacote físico" que o novo SoC. Segundo a Apple, isso garante ainda mais agilidade. Os novos Macbooks são inclusive capazes de despertarem em tempo recorde, como fazemos com a tela do celular para utilizá-lo imediatamente.

Ambos podem ser configurados com até 16 GB de memória RAM de fábrica, com armazenamento SSD de até 2 TB. Eles trazem ainda Wi-Fi 6, e portas Thunderbolt / USB 4 que servem para recarga, monitor externo de até 6K de definição, e permitem até 40 GB/s de taxa de transferência.

Compatibilidade de software

A Apple frisou que já no lançamento dos seus novos produtos todos os seus apps nativos, pré-instalados ou não, estarão compilados de forma nativa para o Big Sur já para processadores ARM.

Além disso, a companhia confirmou que diversas desenvolvedoras já estão trabalhando em versões dos seus aplicativos para os Macs com Apple Silicon M1. Aliás, ela exibiu um vídeo no qual coletou entrevistas de nomes da indústria detalhando como os kits de desenvolvimento da Apple e a linguagem integrada do ecossistema de produtos facilitou e permitiu a adaptação dos softwares em um tempo mínimo.

Para soluções que ainda não terão um app nativo a partir do lançamento dos novos Macs, a companhia lembrou do Rosetta 2, que traduzirá os apps projetados para processadores Intel para os Macs com ARM. Em alguns exemplos a companhia destacou como algumas ferramentas passaram a funcionar de maneira até mais responsiva.

Em linhas gerais, a Apple costuma dar muita atenção aos detalhes e à experiência do usuário, o que somado a essas informações trazidas no evento de hoje trazem mais tranquilidade para quem for usar a primeira geração de computadores dela com a arquitetura ARM.

Além disso, a companhia voltou a destacar a compatibilidade dos apps projetados para iOS e iPadOS com os novos computadores.

Mac Mini

Indo além do esperado, a companhia também oficializou um novo Mac Mini com o chip M1. Curiosamente ela destacou que no caso do seu desktop compacto o desempenho chega a ser 500% superior em processamento e 600% em gráficos quando comparamos com outros concorrentes. Os números ligeiramente maiores que os elencados com os notebooks possivelmente se deve a um funcionamento com todo o potencial do chip, já que nessa caso ele funcionará com uma tomada, não com uma bateria.

O novo Mini contará com conexões Ethernet, Thunderbolt / USB 4, uma USB-A, HDMI 2.0 e um conector P2.

Preços

Mas bem, quanto a Maçã cobrará por todas essas novidades? Ao menos lá fora, os preços não oscilaram muito. Na realidade, alguns modelos ficaram até mais baratos. Confira:

  • Macbook Air - a partir de US$ 999, ou US$ 899 para estudantes.
  • Macbook Pro 13 - a partir de US$ 1.299, ou US$ 1.199 para estudantes.
  • Mac Mini - a partir de US$ 699 (US$ 100 mais barato que o antecessor).

E sim, já temos os preços no Brasil. Confira:

  • Macbook Air - a partir de R$ 12.999
  • Macbook Pro 13 - a partir de R$ 17.299
  • Mac Mini - a partir de R$ 8.699
Disponibilidade

Lá fora, a Apple anunciou que a pré-venda de todas essas novidades se inicia hoje (10), com entregas a partir da próxima semana. Para o Brasil ainda não há datas.

E você, o que achou desses lançamentos com o chip próprio da companhia? Conte para a gente nos comentários!


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