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Coronavírus: homem banido pela Amazon resolve doar 17 mil garrafas de álcool em gel

17 de março de 2020 135

Atualização (17/03/2020) – RB

Banido pela Amazon por preços abusivos e alvo de desprezo nacional, Matt Colvin resolveu doar as 17.700 garrafas de álcool em gel armazenadas, após comprar na intenção de revender na internet por valores bem maiores.

No próprio domingo, assim que o escritório do procurador-geral de Tennessee abriu uma investigação contra o homem, ele decidiu ceder dois terços do estoque completo para voluntários de uma igreja. Eles carregaram a quantidade em um caminhão para a instituição religiosa distribuir a pessoas necessitadas em todo o Tennessee.

O último terço foi levado por funcionários do escritório do procurador-geral da província, que pretendem dar a colegas em Kentucky, para distribuição.

O artigo publicado por Colvin no sábado provocou uma onda de comentários na internet contra as ações de Matt e seu irmão. O rapaz chegou até a receber ameaças de morte por meio de contato direto dessas pessoas com ele.

Segundo entrevista concedida ao The New York Times, o homem expressou remorso pelos atos e justificou que não percebeu a gravidade do surto de coronavírus nem da escassez dos produtos para esterilização das mãos quando realizou a compra em massa.

E aí, o que você achou da decisão de Matt Colvin em doar todas as mais de 17 mil unidades de álcool em gel estocadas? Interaja conosco!

Texto original (15/03/2020)

Coronavírus: homem compra 17 mil garrafas de álcool em gel para vender e é banido pela Amazon

Neste momento de pandemia de coronavírus, a busca por álcool em gel tem aumentado de forma considerável – por ser um dos principais produtos para a prevenção por higiene. No entanto, as lojas têm ficado de olho para evitar alguma prática considerada abusiva por parte dos vendedores, como aconteceu com Matt Colvin.

O jovem e seu irmão, Noah, percorreram uma viagem entre Tennessee e Kentucky, com o objetivo de comprar milhares de garrafas de álcool em gel e revender. Ao todo, a dupla conseguiu mais de 17 mil unidades, as quais foram anunciadas na Amazon, a um preço variável de US$ 8 (~R$ 37) até US$ 70 (R$ 328).

O homem tem armazenado as unidades "encalhadas" de álcool em gel na garagem da sua casa | Imagem: The New York Times

Nas primeiras horas, 300 garrafas foram comercializadas. Contudo, logo em seguida, a varejista baniu o homem, devido à alta considerável de valores, e removeu seus produtos do ar – assim como ocorreu com outros usuários. A empresa ainda avisou que, caso os vendedores permaneçam com o aumento nos custos, bloquearia por completo a conta.

Agora, Matt Colvin está com 17,7 mil garrafas de álcool em gel na garagem da sua casa, sem saber como irá comercializá-las. Em relato ao The New York Times, o homem conta que passou de algo que mudaria a vida financeira de sua família para o questionamento de “o que vou fazer com tudo isso?”.

É importante ressaltar que a Amazon não é a única loja virtual atenta a práticas comerciais durante a pandemia de coronavírus. O eBay, por exemplo, chegou a proibir todas as vendas de álcool em gel ou máscaras da sua plataforma.

O que você achou da atitude do homem e da resposta da Amazon para isso? Compartilhe conosco a sua opinião!


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