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Google Tensor: GPU do Pixel 6 bate Exynos 2100, Snapdragon 888 e Kirin 9000 em novos benchmarks

25 de outubro de 2021 29

Atualização (25/10/2021) - FM

O Google Tensor, desde os primeiros vazamentos, mostrava indícios de que seria um dos chips mais avançados e de melhor desempenho no mundo do Android. Atualmente, a plataforma alimenta os novos celulares da big techPixel 6 e Pixel 6 Pro — tais que já passaram por testes de benchmark e reafirmaram a superioridade em comparação à linha antecessora.

Nesta segunda-feira (25), novas análises foram elaboradas com o chipset dos celulares. O conjunto passou por testes de benchmark de GPU, quebrando recordes de pontuação na plataforma do 3D Mark e superando rivais tops de linha conhecidos, como o Qualcomm Snapdragon 888, Samsung Exynos 2100 e HiSilicon Kirin 9000.

O entusiasta @grt3, via Reddit, afirma que recebeu uma unidade prévia do Google Pixel 6, antes de sua disponibilidade para o público em massa, e aponta que os gráficos do Tensor são superiores a qualquer outra plataforma dedicada a smartphones com Android.

De acordo com o material publicado, a GPU do chipset Tensor passou por testes com Wild Life, Wild Life Extreme e Wild Life Stress do 3D Mark. O Google Pixel 6 atingiu a pontuação de 6.666 com 39 FPS em Wild Life; 2.028 com 12,8 FPS em Wild Life Extreme; e até 2.129 em testes com Wild Life Stress, mostrando estabilidade de 56% nas análises mais exigentes.

Vale comparar esses números com o Snapdragon 888 e o Exynos 2100 — em testes prévios, o Galaxy S21 Ultra atingiu 1.494 pontos com 8,90 FPS com o primeiro modelo e 1.793 com 10,70 FPS com o segundo chipset no Wild Life Extreme. O Kirin 9000 não fica atrás — o Huawei Mate 40 Pro já atingiu pontuações de 2.004 com 12 FPS nas mesmas tarefas.


As métricas sugerem que o Google Tensor será o melhor chipset em termos de gráficos disponível no mercado. A plataforma é baseada na arquitetura ARM, portanto, deve utilizar a GPU Mali-G78 MP20 e ostentar a distinta configuração de núcleos com dois Cortex-X1; dois Cortex-A76; e quatro Cortex-A55.

Por ora, os dados são insuficientes para concluir o desempenho em uso real e a eficiência de energia do Google Pixel 6. A pré-venda já está disponível em regiões selecionadas e deve ser disponibilizado a partir da próxima quinta-feira, dia 28 de outubro.

Texto original (22/10/2021)

Google Pixel 6 e 6 Pro são até 89% mais poderosos que antecessores, indicam testes de benchmark

Após incontáveis vazamentos e propagandas criativas que aumentavam a expectativa do público, o Google finalmente apresentou o Pixel 6 e Pixel 6 Pro, seus novos celulares tops de linha com a característica distinta de ostentarem um chipset próprio. O Google Tensor teve suas especificações reveladas com uma configuração de núcleos destacável.

Nesta sexta-feira (22), o processador foi colocado em testes de benchmarks hospedado no Geekbench, que forneceu números dignos de comparação às gerações antecessoras do celular, incluindo o Pixel 5 e Pixel 4, lançados em 2020 e 2019, respectivamente.


Os modelos testados na plataforma foram o Google Pixel 6 com 8 GB de RAM e Google Pixel 6 Pro com 12 GB de RAM, ambos com chipset Tensor e Android 12. O primeiro obteve 1.037 pontos em single-core e 2.917 pontos em multi-core; o segundo obteve 1.036 pontos em único núcleo e 2.832 pontos utilizando todos os núcleos.

Vale lembrar que o Pixel 4 é equipado com o Qualcomm Snapdragon 855, uma plataforma considerada top de linha em sua época de lançamento. O Pixel 5, por sua vez, utiliza o Snapdragon 765G, um chipset intermediário. A quinta geração do smartphone representava uma involução de hardware, mas sua vantagem era o extenso suporte do software.

O Pixel 6, em comparação mais justa com o Pixel 4, mostrou desempenho cerca de 32% superior em multi-core, além de ganhos respeitáveis de 56% em single-core. A diferença é ainda mais gritante ao ser comparado ao Pixel 5, se mostrando 81% mais poderoso em single-core e 89% mais poderoso em multi-core.


O Google Tensor é um chipset baseado na arquitetura ARM, utilizando a configuração sem precedentes de núcleos em 2 + 2 + 4, isto é, dois poderosos núcleos Cortex-X1; dois núcleos Cortex-A76; e quatro Cortex-A55. Essa combinação busca compensar o consumo de energia dos “super núcleos”, que operam a até 2,8 GHz.

Com os novos modelos, é possível que a família atraia mais usuários que buscam um verdadeiro top de linha que rivalizará diretamente com o iPhone 13, também equipado com o chipset próprio Apple A15 Bionic.

Veja mais!

  • O Google Pixel 6 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.
  • O Google Pixel 6 Pro ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.

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