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Astrônomos descobrem o planeta mais quente do universo

07 de junho de 2017 5

Astrônomos descobriram um novo planeta que tem o dobro do tamanho de Júpiter e é tão quente quanto uma estrela. Suas temperaturas podem atingir até 4600 Kelvin (mais de 4300°C), e ele recebeu o nome de KELT-9b. Definitivamente, este é o mundo mais quente já descoberto.

Ainda que ele seja completamente o oposto das buscas por um planeta semelhante à terra e rico em água, o KELT-9b não deixa de ser fascinante. A descoberta revelada na segunda-feira (5) foi detectada por um telescópio bem pequeno, chamado de KELT, que varre o céu com o objetivo de encontrar exoplanetas ao redor de estrelas muito maiores e violentas do que o Sol.

KELT-9b é um planeta gasoso cerca de duas vezes maior do que Júpiter e está 30 vezes mais perto de sua estrela do que a Terra do Sol. Localiza-se a 650 anos-luz e por lá um ano terrestre dura um dia e meio, o tempo necessário para dar uma volta em torno da sua estrela, sempre com a mesma face voltada para ela.

Por isso, a temperatura na face iluminada ultrapassa 4.300 graus, quase 10 vezes mais do que em Vênus, o planeta mais quente do sistema solar, conforme explica Scott Gaudi, astrônomo da Universidade do Estado de Ohio (EUA) e coordenador do estudo.

Ou seja, em um lado do planeta é sempre dia, e no outro é sempre noite.

Com o calor e a radiação, é impossível formar água ou qualquer outra molécula com a qual possa ser possível construir uma química minimamente habitável.

Ignasi Ribas, pesquisador do Instituto de Ciências do Espaço, em Barcelona, destaca que ele será uma boa oportunidade de aprendizado.

Este planeta é o mais distante em termos de vida, o mais extremo, o mais inóspito e infernal, mas, graças ao estudo de sua atmosfera, vamos aprender uma nova astrofísica.

Ainda não se sabe se ele possui ou não um núcleo sólido, e teoricamente seu fim será em 200 milhões de anos, quando a estrela consumir todo o hidrogênio contido, iniciando um processo de envelhecimento e morte que triplicará o tamanho do planeta. Então, é possível que seja engolido pela sua estrela, causando uma grande explosão de luz, explica o estudo.


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