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Resultados de 61 a 73 de 73
  1. #61
    Quote Originally Posted by Debie_De_Souza View Post
    Não comprem... da problema de mais. A cada atualização um defeito novo.
    https://www.reclameaqui.com.br/asus/atualizacao-estragou-o-celular-de-vez_D29LnCRgH6x1-_y6
    é so formatar depois de atulalizar que resolve que drama

  2. #62
    Quote Originally Posted by Calemes View Post
    Após 1 ano e meio de uso diário,
    achei que poderia ser útil para os interessados compartilhar uma resenha das minhas
    primeiras, segundas e últimas impressões sobre o Zenfone 4 Max.Adquiri o smartphone em janeiro
    de 2018, na versão com 16GB de memória interna (também estava disponível uma
    versão com 32GB). As especificações que mais me atraíram na época foram o
    leitor biométrico, que neste modelo é localizado na parte da frente do
    aparelho, a TV digital, a bateria de 5.000 mAh com recarga turbo e a opção de
    recarga reversa da bateria (o cabo já vinha junto com o aparelho). Eu nunca
    havia tido contato com nenhum Zenfone anteriormente, então também havia certa
    curiosidade a respeito da interface ZenUI.

    Primeiras impressões (primeiros
    dias de uso):

    Interface bastante personalizável
    e agradável, tela com opção de filtro de luz azul de intensidade regulável (uma
    maravilha para a minha fotofobia), leitor biométrico de desbloqueio fácil e rápido
    (permite o cadastro de até 5 dedos), longa duração da bateria (facilmente dois
    dias de uso moderado e até três dias de uso mais frequente), sendo que os primeiros
    30-50% da bateria eram rapidamente recarregados ao conectar o celular na tomada
    (por volta de 20-30 minutos).

    Aqui temos
    o primeiro porém: a TV digital, que deveria funcionar ao se conectar a antena
    acessória que acompanhava o aparelho e acessar o app ZenDTV (disponível para
    download na Playstore) nunca deu sinal de vida. Ao acessar o app na loja era
    possível notar a baixíssima nota que ele tinha e os comentários de vários
    usuários da família Zenfone 4 relatando o mesmo problema: nenhum canal jamais era
    encontrado para ser sintonizado.

    Sem obter resposta da Asus pela
    Playstore, registrei minha reclamação no Reclame Aqui. Alguns dias depois a fabricante
    entrou em contato e providenciou a troca da antena para solucionar o problema,
    no entanto, ele persistiu. Após novo contato e cerca de 1 mês aguardando retorno,
    a Asus informou que foi verificado que o defeito encontrava-se nos aparelhos, e
    que para solucioná-lo definitivamente seria necessário realizar a sua troca.
    Para isso, eles me forneceriam um código de postagem para que eu enviasse meu
    aparelho pelos Correios; após confirmarem o recebimento, seria autorizado o
    envio de outro aparelho equivalente para o meu endereço. Como esta medida
    envolvia ficar sem celular pelo prazo mínimo de 15 dias e eu dependia dele para
    trabalhar, optei por não realizar a troca e abandonar a ideia de TV digital. Em
    suma, a fabricante foi atenciosa e até se dispôs a fornecer a solução possível,
    contudo essa solução não era muito eficiente na prática.

    Segundas
    impressões (primeiro ano de uso):

    A duração da bateria se manteve
    excelente e sempre me deixou tranquila. No entanto, a capacidade de executar
    várias tarefas ao mesmo tempo visivelmente já não era mais a mesma e o aparelho
    começou a engasgar quando 3 ou 4 apps eram mantidos abertos simultaneamente
    (lembrando que o modelo possui 4GB de memória RAM).

    Sobre os pontos negativos que se
    sobressaíram: o teclado ZenUI era uma verdadeira chatice de se usar. A função
    swype muitas vezes deixava de funcionar sem motivo aparente, e a função de
    manter múltiplos idiomas ativos nunca me facilitou a digitação, pois o corretor
    ainda interpretava as palavras incorretamente. A tecla de configurações do
    teclado também ficava num local que o meu polegar, particularmente, nunca
    deixou de tocar sem querer enquanto eu digitava (ou seja, o tempo todo eu
    acabava abrindo acidentalmente uma nova janela para definição de preferências. Pode
    parecer besteira, mas era bastante irritante).

    Segundo ponto: a pegada do smartphone
    era péssima. Embora seja fininho, sua grande bateria o torna consideravelmente
    pesado, de modo que o metal com aspecto polido que foi escolhido para o
    acabamento não possui nenhuma aderência. E isso já me leva ao ponto seguinte:
    na primeira queda (de cerca de 1 metro de altura, quando escorregou da minha
    mão) o canto inferior direito da tela trincou e uma pequena lasca do vidro se
    soltou. O design do aparelho por si só sempre me pareceu bastante frágil.

    Terceiro ponto, e de suma
    importância: como dito anteriormente, optei por adquirir a versão de 16GB de
    memória interna devido ao valor consideravelmente menor. Eu estava ciente de
    que, descontando o espaço considerável utilizado pelo sistema, pouquíssima
    memória sobraria. Contudo, utilizei a seguinte lógica: basta utilizar um bom
    cartão SD, já que o aparelho permita a expansão até 256GB. Certo? Não
    exatamente. Foi aí que descobri que aparelhos da Asus não permitem a transferência
    de apps para o cartão de memória. A partir de então eu vivi na eterna luta
    contra a notificação de memória cheia, e a situação se tornou mais crítica
    quando apps essenciais (internet banking, por exemplo), deixaram de funcionar
    por falta de atualização. Não importava quantos apps, arquivos e coisas
    imagináveis eu excluísse, nunca havia espaço suficiente.

    Últimas impressões, ou a triste
    história de como a (breve) vida útil do meu celular chegou ao fim:

    Após 1 ano e 5 meses de uso, o
    aparelho começou a apresentar mau contato ao ser conectado ao carregador, de
    forma que a recarga da bateria (que antes era completamente realizada em até 2
    horas) passou a levar 5, 6, 7 horas... e nunca atingir os 100%. Tentei empurrar
    a situação com a barriga até o dia em que ele realmente não se conectou mais e
    a bateria zerou. Como o período de garantia já havia terminado (obviamente),
    levei o aparelho a uma assistência autorizada, onde fui informada que a placa
    do conector estava queimada. Como estava sem dinheiro para investir num aparelho
    novo naquele momento, paguei um valor razoável pelo conserto.

    Cerca de 3 dias depois, uma
    notificação dizendo %u201Ctemperatura anormal detectada no conector do carregador,
    desconecte o aparelho imediatamente e procure assistência técnica%u201D passou a ser
    exibida e não podia ser removida. Ao tentar carregar o celular, o carregador na
    realidade drenava a bateria ao invés de carrega-la. Ao retornar na assistência o
    técnico me informou que aquilo se tratava de um mecanismo de proteção contra o superaquecimento.
    A partir daí foi ladeira a baixo.

    Para resumir o drama que se
    prolongou durante cerca de 1 mês: entre idas e vindas da assistência (pois o
    aparelho funcionava por cerca de 2 dias e voltava a apresentar a notificação que
    impedia a recarga da bateria), soldas foram refeitas, conector, placa e bateria
    foram substituídos, e o problema não pôde ser solucionado nem sua causa
    identificada. No fim das contas, quando completaria 1 ano e 6 meses, fui
    obrigada a aceitar a aposentaria por invalidez e comprar um celular novo (e
    devo dizer que não escolhi outro Zenfone).
    agora que vi so copio da net lixo

  3. #63
    Junior Member Tiagoguig's Avatar
    Membro desde
    Jan 2020
    Posts
    1
    Não comprem Asus celular com falhas na bateria com mensagem de carregamento reverso aparecendo com frequência, e há relatos de pessoas com esse problema no zenfone 2 até o sentimento 5 o que indica descaso da empresa com o problema que persiste a anos.

  4. #64
    Quote Originally Posted by Calemes View Post
    Após 1 ano e meio de uso diário,
    achei que poderia ser útil para os interessados compartilhar uma resenha das minhas
    primeiras, segundas e últimas impressões sobre o Zenfone 4 Max.Adquiri o smartphone em janeiro
    de 2018, na versão com 16GB de memória interna (também estava disponível uma
    versão com 32GB). As especificações que mais me atraíram na época foram o
    leitor biométrico, que neste modelo é localizado na parte da frente do
    aparelho, a TV digital, a bateria de 5.000 mAh com recarga turbo e a opção de
    recarga reversa da bateria (o cabo já vinha junto com o aparelho). Eu nunca
    havia tido contato com nenhum Zenfone anteriormente, então também havia certa
    curiosidade a respeito da interface ZenUI.

    Primeiras impressões (primeiros
    dias de uso):

    Interface bastante personalizável
    e agradável, tela com opção de filtro de luz azul de intensidade regulável (uma
    maravilha para a minha fotofobia), leitor biométrico de desbloqueio fácil e rápido
    (permite o cadastro de até 5 dedos), longa duração da bateria (facilmente dois
    dias de uso moderado e até três dias de uso mais frequente), sendo que os primeiros
    30-50% da bateria eram rapidamente recarregados ao conectar o celular na tomada
    (por volta de 20-30 minutos).

    Aqui temos
    o primeiro porém: a TV digital, que deveria funcionar ao se conectar a antena
    acessória que acompanhava o aparelho e acessar o app ZenDTV (disponível para
    download na Playstore) nunca deu sinal de vida. Ao acessar o app na loja era
    possível notar a baixíssima nota que ele tinha e os comentários de vários
    usuários da família Zenfone 4 relatando o mesmo problema: nenhum canal jamais era
    encontrado para ser sintonizado.

    Sem obter resposta da Asus pela
    Playstore, registrei minha reclamação no Reclame Aqui. Alguns dias depois a fabricante
    entrou em contato e providenciou a troca da antena para solucionar o problema,
    no entanto, ele persistiu. Após novo contato e cerca de 1 mês aguardando retorno,
    a Asus informou que foi verificado que o defeito encontrava-se nos aparelhos, e
    que para solucioná-lo definitivamente seria necessário realizar a sua troca.
    Para isso, eles me forneceriam um código de postagem para que eu enviasse meu
    aparelho pelos Correios; após confirmarem o recebimento, seria autorizado o
    envio de outro aparelho equivalente para o meu endereço. Como esta medida
    envolvia ficar sem celular pelo prazo mínimo de 15 dias e eu dependia dele para
    trabalhar, optei por não realizar a troca e abandonar a ideia de TV digital. Em
    suma, a fabricante foi atenciosa e até se dispôs a fornecer a solução possível,
    contudo essa solução não era muito eficiente na prática.

    Segundas
    impressões (primeiro ano de uso):

    A duração da bateria se manteve
    excelente e sempre me deixou tranquila. No entanto, a capacidade de executar
    várias tarefas ao mesmo tempo visivelmente já não era mais a mesma e o aparelho
    começou a engasgar quando 3 ou 4 apps eram mantidos abertos simultaneamente
    (lembrando que o modelo possui 4GB de memória RAM).

    Sobre os pontos negativos que se
    sobressaíram: o teclado ZenUI era uma verdadeira chatice de se usar. A função
    swype muitas vezes deixava de funcionar sem motivo aparente, e a função de
    manter múltiplos idiomas ativos nunca me facilitou a digitação, pois o corretor
    ainda interpretava as palavras incorretamente. A tecla de configurações do
    teclado também ficava num local que o meu polegar, particularmente, nunca
    deixou de tocar sem querer enquanto eu digitava (ou seja, o tempo todo eu
    acabava abrindo acidentalmente uma nova janela para definição de preferências. Pode
    parecer besteira, mas era bastante irritante).

    Segundo ponto: a pegada do smartphone
    era péssima. Embora seja fininho, sua grande bateria o torna consideravelmente
    pesado, de modo que o metal com aspecto polido que foi escolhido para o
    acabamento não possui nenhuma aderência. E isso já me leva ao ponto seguinte:
    na primeira queda (de cerca de 1 metro de altura, quando escorregou da minha
    mão) o canto inferior direito da tela trincou e uma pequena lasca do vidro se
    soltou. O design do aparelho por si só sempre me pareceu bastante frágil.

    Terceiro ponto, e de suma
    importância: como dito anteriormente, optei por adquirir a versão de 16GB de
    memória interna devido ao valor consideravelmente menor. Eu estava ciente de
    que, descontando o espaço considerável utilizado pelo sistema, pouquíssima
    memória sobraria. Contudo, utilizei a seguinte lógica: basta utilizar um bom
    cartão SD, já que o aparelho permita a expansão até 256GB. Certo? Não
    exatamente. Foi aí que descobri que aparelhos da Asus não permitem a transferência
    de apps para o cartão de memória. A partir de então eu vivi na eterna luta
    contra a notificação de memória cheia, e a situação se tornou mais crítica
    quando apps essenciais (internet banking, por exemplo), deixaram de funcionar
    por falta de atualização. Não importava quantos apps, arquivos e coisas
    imagináveis eu excluísse, nunca havia espaço suficiente.

    Últimas impressões, ou a triste
    história de como a (breve) vida útil do meu celular chegou ao fim:

    Após 1 ano e 5 meses de uso, o
    aparelho começou a apresentar mau contato ao ser conectado ao carregador, de
    forma que a recarga da bateria (que antes era completamente realizada em até 2
    horas) passou a levar 5, 6, 7 horas... e nunca atingir os 100%. Tentei empurrar
    a situação com a barriga até o dia em que ele realmente não se conectou mais e
    a bateria zerou. Como o período de garantia já havia terminado (obviamente),
    levei o aparelho a uma assistência autorizada, onde fui informada que a placa
    do conector estava queimada. Como estava sem dinheiro para investir num aparelho
    novo naquele momento, paguei um valor razoável pelo conserto.

    Cerca de 3 dias depois, uma
    notificação dizendo %u201Ctemperatura anormal detectada no conector do carregador,
    desconecte o aparelho imediatamente e procure assistência técnica%u201D passou a ser
    exibida e não podia ser removida. Ao tentar carregar o celular, o carregador na
    realidade drenava a bateria ao invés de carrega-la. Ao retornar na assistência o
    técnico me informou que aquilo se tratava de um mecanismo de proteção contra o superaquecimento.
    A partir daí foi ladeira a baixo.

    Para resumir o drama que se
    prolongou durante cerca de 1 mês: entre idas e vindas da assistência (pois o
    aparelho funcionava por cerca de 2 dias e voltava a apresentar a notificação que
    impedia a recarga da bateria), soldas foram refeitas, conector, placa e bateria
    foram substituídos, e o problema não pôde ser solucionado nem sua causa
    identificada. No fim das contas, quando completaria 1 ano e 6 meses, fui
    obrigada a aceitar a aposentaria por invalidez e comprar um celular novo (e
    devo dizer que não escolhi outro Zenfone).
    O ZenFone aceitava passar os apps para o cartão de memória, mas após uma atualização do Android parou. E como tudo muda rápido, os novos telefones já vem com os novos Androids... E nem adianta tentar passar o cartão de memória de um telefone para outro. Ele é formatado especificamente para o telefone em uso e não funciona em outro. Eu tive a sorte de pegar um que transferia. Mas depois da atualização tentei trocar o cartão e quando vi que o uso seria só pra foros e músicas, achei melhor ficar com o cartão antigo mesmo...

  5. #65
    Quote Originally Posted by Stefania_Matinha View Post
    O ZenFone aceitava passar os apps para o cartão de memória, mas após uma atualização do Android parou. E como tudo muda rápido, os novos telefones já vem com os novos Androids... E nem adianta tentar passar o cartão de memória de um telefone para outro. Ele é formatado especificamente para o telefone em uso e não funciona em outro. Eu tive a sorte de pegar um que transferia. Mas depois da atualização tentei trocar o cartão e quando vi que o uso seria só pra foros e músicas, achei melhor ficar com o cartão antigo mesmo...
    qual e seu zenfone e qual android ta ele?

  6. #66
    Quote Originally Posted by Juliano_Silva7p4 View Post
    qual e seu zenfone e qual android ta ele?
    É o zenfone 3 max e agora está com o android 8.

  7. #67
    Membro Senior vitorahs5's Avatar
    Membro desde
    May 2018
    Posts
    141
    Meu funciona muito bem ate hoje. Pena que esse lixo de asus lancou uma beta do pie e fez questao de nao atualizar o celular

  8. #68
    Olá pessoal, tudo bem? uma marca que nunca mais compro é samsung e motorola...
    Porque na época compre 2 lançamentos da motorola, isso em 2014, comprei um e outro para minha esposa do mesmo modelo, passaram 3 meses, o meu deu problema no android, acionei a garantia, me relataram que era mau uso e depois de 2 meses queimou a placa da minha esposa também acionei a garantia, relataram novamente que era mau uso e quantos e quantos motorola que tive na minha, isso foi descaso da motorola e fora a samsung tive 3 aparelhos o último foi A9, acionei a garantia da sansung e desculpa deles que nunca tinha peças, depois de 1 ano e meio enviaram um email dizendo que tinha peça, mas como acabou a garantia do meu, iria ser cobrado as peças, respondi a eles que isso era uma palhaçada com o cliente e falei para eles que nunca iria comprar mais essa marca samsung.
    E a ASUS eu gostei muito, tenho esse modelo a 3 anos e meio, tive esse problema de bateria reverso, simplesmente entrei no youtube e consegui resolver, mais tive consciência desse problema devido o mau uso, de levar para o banheiro e a umidade do chuveiro, mas graças a Deus consegui realizar, única coisa que reclamei para a Asus, foi que estou querendo trocar esse modelo por um mais novo, tem a ZENTROCA, iria pagar a metade no modelo novo, o problema que iria precisar deixar o meu por 15 dias para eles avaliarem, falei vc não tem num outro celular poderia ser usado mais simples, só para poder dar o tempo da avaliação.

    MAS SIM COMPRARIA OUTRO SIM, ESSA MARCA GOSTEI SIM E OUTRO CELULARES NÃO PASSAVAM DE 2 ANOS, TENHO UMA AMIGO QUEM TEM UM ZENFONE 4 SELFIE, ELE TAMBÉM RECOMENDA.

    E OLHA QUE USO MUITO ELE, PORQUE TEM O MEU CHIP PESSOAL E OUTRO CORPORATIVO, E SOU TÉCNICO DE TI(Tecnologia da Informação) Á 6 ANOS.

  9. #69
    Junior Member
    Membro desde
    Aug 2020
    Posts
    1
    O meu também tem esse problema.. tenho o meu há 2 anos e meio. Conseguiu resolver ?

  10. #70
    Junior Member
    Membro desde
    Oct 2020
    Posts
    1
    Respondendo ao seu caso, isso são problemas que ocorrem por levar o aparelho em lugares como o banheiro, ou pra lugares muitos úmidos, deu isso no meu também e felizmente pra mim, eu pesquisei no YouTube como resolver e havia mais de 20.000 resultados explicando como, depois disso eu formatei o celular e nunca mais me deu nenhum problema

  11. #71
    Junior Member RayslaBorges's Avatar
    Membro desde
    Dec 2020
    Posts
    1
    esse celular é uma bomba, comprei em 2018 e ele já quebrou 3x, primeiro ele esquentou e literalmente morreu (levei para a assistência pois ainda estava na garantia), depois de mais 1 ano usando, ele queimou o alto falante e em seguida, o touch screen. nota 0.

  12. #72
    Junior Member Jully_Souza's Avatar
    Membro desde
    Apr 2021
    Posts
    1
    Eu tenho o meu ha 3 anos e nunca me deu problemas...eu só nao gostei muito da câmera pois a foto fica escura, mas minha intenção era de comprar pra baixar jogos e nao fotografar rsrsr. ESTOU BEM SATISFEITA COM ELE COM ATE HOJE!

  13. #73
    Junior Member
    Membro desde
    Jun 2021
    Posts
    1
    Meu Zenfone 4 Max após 2 anos de uso apresenta defeitos como quando começa a carregar, (de forma bem lenta), e sem motivo algum, interrompe o carregamento, como se não reconhecesse mias o cabo USB que é original do aparelho, tenho que ficar velando o carregamento para que quando ele parar de carregar, remover o cabo e inserir novamente para retomar a carga, isso centenas e centenas de vezes, e mesmo assim não completa nem um terço da carga. Alguém passou por essa situação e encontrou alguma solução viável?