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  1. #1
    Membro Senior
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    Apr 2013
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    Eleições 2022: é possível hackear uma urna eletrônica? | Detetive TC

    Quais são as características das urnas para que sejam consideradas protegidas? Será que é possível hackear o equipamento? A coluna foi atrás das informações para explicar a você.

    Clique aqui para ler a notícia completa.


  2. #2
    Membro Senior
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    Jul 2020
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    É possível, pode até ser, mas só se fosse adulterada antes de ser entregue ao locais

  3. #3
    Membro Senior Lenhador's Avatar
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    Jan 2017
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    Quote Originally Posted by Rikelmme View Post
    É possível, pode até ser, mas só se fosse adulterada antes de ser entregue ao locais
    Quem fala isto hoje não falou em anos anteriores.
    Medo de perder eleição .. %uD83D%uDE02

  4. #4
    Membro Senior brra's Avatar
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    Sim, é possível hacker, qualquer um que fala além disso é fake news, da para hackear até um torradeira mesmo que essa não esteja conectada com a internet, e tem diversos exemplos disso na atualidade, estar conectado é um detalhe importante mas, não é impeditivo já que existem outras formas, hackear um dispositivo é uma coisa hackear o conjunto deles é outra.

  5. #5
    Membro Senior Eduardo_Sebasti_o's Avatar
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    Feb 2020
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    Quote Originally Posted by Lenhador View Post
    Quem fala isto hoje não falou em anos anteriores.
    Medo de perder eleição .. %uD83D���
    Então, tão tudo com medo do """"mito"""" perder
    (Vou dar uma breve explicação sobre o assunto da notícia:eu tenho experiência no ramo da informática,e sinceramente,tudo conectado á internet pode ser hackeado,mas como a urna em si, não é conectada, então é impossível, afinal, precisaria de um cabo de dados compatível,ou seja,as únicas pessoas que podem "hackear" a urna, são as que estão bem perto dela,mas elas precisariam de várias coisas como o conhecimento sobre o kernel,hardware,SO e entradas da urna,e também de várias outras coisas que são impossíveis)
    Last edited by Eduardo_Sebasti_o; 05-03-2022 at 08:12 PM.

  6. #6
    Membro Senior
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    Jul 2020
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    Quote Originally Posted by Lenhador View Post
    Quem fala isto hoje não falou em anos anteriores.
    Medo de perder eleição .. %uD83D%uDE02
    Medo eu não tenho, até pq não tenho candidato de estimação

  7. #7
    Junior Member
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    Apr 2022
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    Perguntas: Se essa urna é confiável, porque só o Brasil e mais 2 países pequenos usam essa urna??? Ela foi rejeitada até pelo Paraguai... Tivemos eleições na FRANÇA semana passada e lá foi na cédula de PAPEL, para uma possível AUDITORIA. Todos que acessam esse site aqui deve conhecer um pouco ou muito de tecnologia, e fica a grande pergunta: "No relatório da Polícia Federal, um hacker invadiu o sistema do TSE e ficou meses acessando a base de dados, só foi reconhecido porque se entregou, e ABSURDAMENTE e CURIOSAMENTE a empresa terceirizada que fazia a segurança do sistema, diz que "APAGOU SEM QUERER OS LOGS". Ah, mano, para né... Povo aqui não é bobo não, empresa de tecnologia dizer que apagou logs sem querer no meio de uma put4ria dessas é pra acabar.

  8. #8
    Junior Member
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    Apr 2022
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    Quote Originally Posted by Eduardo_Sebasti_o View Post
    Então, tão tudo com medo do """"mito"""" perder
    (Vou dar uma breve explicação sobre o assunto da notícia:eu tenho experiência no ramo da informática,e sinceramente,tudo conectado á internet pode ser hackeado,mas como a urna em si, não é conectada, então é impossível, afinal, precisaria de um cabo de dados compatível,ou seja,as únicas pessoas que podem "hackear" a urna, são as que estão bem perto dela,mas elas precisariam de várias coisas como o conhecimento sobre o kernel,hardware,SO e entradas da urna,e também de várias outras coisas que são impossíveis)
    Qual o medo de colocar uma camada a mais de auditoria nas urnas??? Tá querendo esconder o quê??? O voto impresso é pra ter mais transparência na apuração. Qual o medo disso???

  9. #9
    Membro Senior celso09's Avatar
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    O problema pode não estar na urna, mas e na hora da apuração?

  10. #10
    Membro Senior Muzan-Kibutsuji's Avatar
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    Nov 2019
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    Só idiota vai confiar em um urna eletrônica.
    Principalmente o Brasil, dos países mais corruptos.

  11. #11
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    Aug 2019
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    Quote Originally Posted by Nexis753 View Post
    Qual o medo de colocar uma camada a mais de auditoria nas urnas??? Tá querendo esconder o quê??? O voto impresso é pra ter mais transparência na apuração. Qual o medo disso???
    Quando o voto era impresso, havia muita roubalheira. Agora com as urnas eletrônicas, ficou mais difícil roubar.

    Só tem uma maneira segura, é filmar a cara de cada cidadão falando em quem irá votar e filmar a pessoa votando. Ponto!

  12. #12
    Resposta de um bolsominion sincero seria assim: É possível hackear a urna eletrônica sim pq o Bolsonaro está em total eminência de uma derrota (e pq tbm seria justamente pro Lula, seu maior inimigo político atualmente), e todos que apoiam o Bolsonaro virariam motivos de chacota se isso acontecer, então agora a urna não é confiável por tudo isso, mas em 2018 e em todos os outros anos que o Bolsonaro se elegeu deputado a urna era totalmente confiável e segura

  13. #13
    kkkkkkkkkkk tem que ser muito burro par acreditar em urna

  14. #14
    Junior Member MTV MTV's Avatar
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    May 2022
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    Ou seja, os militares estão questionando as urnas e querendo o voto impresso por não conseguirem burlar o resultado das urnas eletrônicas, pois sabem que se houver um novo governante, haverá investigações e todos se lambuzaram na corrupção regada a leite condensado, viagra, cloroquina, picanhas e cervejas.

  15. #15
    Membro Senior Wallace_Emerich's Avatar
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    O problema não está especificamente nas urnas, essas embora já seja notório a possibilidade de invasão (conforme divulgado em relatório pela própria PF) são relativamente seguras, no entanto o mesmo não pode ser dito do processo apuratório feito a portas fechadas dentro do TSE onde a fiscalização é nenhuma.

    Não é necessário adulterar milhares de urnas, basta o próprio processo de apuração dentro do TSE ou dos TREs não ser transparente o suficiente para se criar a preocupação real de fraude eleitoral.

    Não vejo problemas em se adicionar camadas adicionais de verificação e autenticação de todo processo eleitoral, mesmo porque isso traria muito mais segurança e confiabilidade a todo processo e só vejo criticar o pedido por mais transparência pessoas que são exatamente vinculadas a determinada linha ideológica e politica que já deixaram claro que são a favor de ditaduras.

    Já dizia um sábio, que dá para saber do carater de uma pessoa avaliando a conduta de seus oponentes.

  16. #16
    Junior Member bilugatesbr's Avatar
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    só tem urna eletrônica no brasil e Cazaquistão...TIREM SUAS CONCLUSÕES...

  17. #17
    Membro Senior ShrekRussiaBR's Avatar
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    Quote Originally Posted by Nexis753 View Post
    Perguntas: Se essa urna é confiável, porque só o Brasil e mais 2 países pequenos usam essa urna??? Ela foi rejeitada até pelo Paraguai... Tivemos eleições na FRANÇA semana passada e lá foi na cédula de PAPEL, para uma possível AUDITORIA. Todos que acessam esse site aqui deve conhecer um pouco ou muito de tecnologia, e fica a grande pergunta: "No relatório da Polícia Federal, um hacker invadiu o sistema do TSE e ficou meses acessando a base de dados, só foi reconhecido porque se entregou, e ABSURDAMENTE e CURIOSAMENTE a empresa terceirizada que fazia a segurança do sistema, diz que "APAGOU SEM QUERER OS LOGS". Ah, mano, para né... Povo aqui não é bobo não, empresa de tecnologia dizer que apagou logs sem querer no meio de uma put4ria dessas é pra acabar.
    excelente ponderação!

  18. #18
    Membro Senior Marlonfuh's Avatar
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    Quote Originally Posted by Muzan-Kibutsuji View Post
    Só idiota vai confiar em um urna eletrônica.
    Principalmente o Brasil, dos países mais corruptos.
    Bom que o próprio idiota que ta desconfiando, foi eleito por meio dela... Então em 2018 nao foi legitimo tbm!

  19. #19
    Membro Senior Marlonfuh's Avatar
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    O idiota que reclama é o mesmo que foi eleito por meio dela! E vive espalhando fake news a respeito!

  20. #20
    Membro Senior ShrekRussiaBR's Avatar
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    Quote Originally Posted by Marlonfuh View Post
    O idiota que reclama é o mesmo que foi eleito por meio dela! E vive espalhando fake news a respeito!
    Assim como a TudoCelular faz esse serviço gratuito em espalhar mais ainda o FakeNews....

  21. #21
    Membro Senior ShrekRussiaBR's Avatar
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    Interessante...
    Mas vamos lá... Um dos maiores especialistas de Falhas das Urnas Eletrônicas, que é o Diego F. Aranha, simplesmente expôs a sua tese em dois momentos, em 2013 diante da Primeira Conferência Nacional de Segurança das Urnas Eletrônicas e posterior em 2018.
    Mas em 2014, apresenta um relatório de 17 páginas, apresento aqui diante de uma prévia análise de segurança do software da urna eletrônica brasileira baseada na experiência dos autores enquanto participantes da 2a edição dos Testes Públicos de Segurança do Sistema Eletrônico de Votação organizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2014. Durante o evento, foram detectadas vulnerabilidades no software que permitiram a recuperação em ordem dos votos computados. Apresentamos cenários onde as vulnerabilidades permitem a possibilidade de fraude eleitoral e sugestões para se restaurar a segurança dos mecanismos afetados. Também são apontadas outras fragilidades no software e nas práticas utilizadas para confecção do mesmo. Em particular, este relatório versa sobre os principais problemas de projeto e/ou implementação de mecanismos de segurança detectados no software da urna eletrônica:
    1º - Proteção inadequada do sigilo do voto: os votos são armazenados fora de ordem, mas é trivial recuperá-los em ordem a partir unicamente dos produtos públicos de uma eleição e conhecimento superficial do código-fonte, também de acesso público aos partidos políticos;
    2º - Cifração inadequada: a mesma chave criptográfica é utilizada para cifrar as mídias de todas as urnas eletrônicas. Utilizando a analogia clássica de um cadeado como abstração de técnica criptográfica, isto é equivalente a proteger meio milhão de cadeados com uma mesma chave, visto ser este o número aproximado de equipamentos em operação. Além disso, a chave que decifra todas as mídias é armazenada às claras na porção decifrada das mídias. Utilizando a mesma analogia, isto equivale a esconder a chave do cadeado embaixo do tapete e confiar no segredo dessa localização como fonte de segurança;
    3º - Utilização de algoritmos obsoletos: a função de resumo criptográfico utilizada não mais oferece a segurança esperada para sua aplicação em verificação de integridade. Esta aplicação específica da função escolhida não é mais recomendada há pelo menos 6 anos;
    4º - Formulação equivocada do modelo de atacante: há ênfase demasiada no projeto de mecanismos resistentes apenas a atacantes externos, quando agentes internos representam risco muito maior;
    5º - Processo de desenvolvimento defeituoso: práticas inseguras permitem a inserção acidental ou maliciosa de vulnerabilidades de software, claramente atestando que o processo de desenvolvimento adotado pelo TSE é imaturo do ponto de vista de segurança;
    6º - Verificação insuficiente de integridade: o software da urna eletrônica verifica sua própria integridade durante o processo de inicialização, mas toda a informação necessária para subverter esse mecanismo encontra-se armazenada nas próprias urnas eletrônicas, com dificuldades distintas para um ataque, dependendo da presença do módulo de segurança em hardware. Em urnas sem este recurso, o problema de verificação é reduzido a si próprio, sem fonte externa de confiança. Nesse caso, "software auto-verificável'' por assinatura digital equivale a confiar a autenticidade de uma assinatura de punho em um documento apenas ao testemunho do próprio "autor", que, assim, pode se passar por quem quiser. É importante ressaltar ainda que uma assinatura autêntica apenas atesta o processamento do conteúdo assinado em algum ponto no tempo e espaço no qual também estava presente a chave de assinatura. Mesmo que os mecanismos de verificação de integridade não sejam contornados e funcionem a contento, ainda não há qualquer garantia de que o conteúdo do documento é de fato o desejado, visto que no caso o mesmo (software) tem extensão da ordem de milhões de linhas (de código). Caso o software possua vulnerabilidades (como as descritas neste documento), a verificação de integridade (quando não subvertida) tem o efeito colateral de garantir que as mesmas vulnerabilidades estarão presentes em todas as urnas. A versão do código observada pelos autores apresentava ainda como desativada a verificação de integridade de parte do software contido na urna, evidenciando as limitações intrínsecas da técnica.
    Mais detalhes a respeito dos problemas acima são fornecidos no decorrer no relatório apresentado no link abaixo, mas pode-se observar de antemão que vários dos recursos implementados no software da urna eletrônica não representam mecanismos de segurança, mas apenas de ofuscação, não resistindo a colaboradores internos ou atacantes persistentes. Como vários dos problemas encontrados resultam de falhas arquiteturais ou premissas inadequadas de projeto, é improvável que a intervenção pontual em algumas dessas questões resolva as causas fundamentais para a sua ocorrência. É imprescindível que se execute revisão crítica completa dos processos de desenvolvimento de software para que se estabeleçam boas práticas que tenham condições de evitar que novas vulnerabilidades sejam inseridas acidentalmente ou intencionalmente por agentes maliciosos internos ou externos. Como o modelo de urna eletrônica adotado no Brasil depende exclusivamente da integridade do software para se atingir integridade dos resultados, os problemas discutidos aqui adquirem uma caráter crítico e exigem urgência na introdução de mecanismos que permitam a auditabilidade de resultados independente do software. Apenas com uma revisão de práticas e instalação de metodologia científica para avaliação contínua do sistema, é possível que o software da urna eletrônica satisfaça requisitos mínimos e plausíveis de segurança e transparência. Link do relatório:
    https://www.kas.de/c/document_librar...groupId=265553
    Em 2018, foi apresentado novamente uma conferência, a renomeada USP publicou em seu jornal: https://jornal.usp.br/atualidades/ci...-mais-seguras/
    Como foi o Chefe que liderou em 2013 e em 2014 e posterior recusou em 2018: "O problema começa quando acaba a parte técnica e começa a parte política. Ficou claro que o que a gente tinha descoberto era muito mais sério do que o TSE afirmava. Teve uma audiência pública que eu fui, expliquei o que a gente fez e teve um debate com o pessoal do TSE, que é sempre quando os problemas começam. Eles afirmam que em nenhuma edição dos testes foi quebrado o sigilo ou a integridade dos votos, o que é simplesmente uma mentira deslavada. Eles vão lá com uma postura de defesa incondicional da urna, como se ela fosse uma obra dos deuses, um santo graal da segurança computacional e que é imune a críticas. Enfim, uma loucura".
    E novamente sem fake news, podem conferir: https://thehack.com.br/o-dia-que-o-t...-diego-aranha/
    Last edited by ShrekRussiaBR; 05-04-2022 at 09:40 AM.

  22. #22
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    Nossa, que pergunta, lógico que não é possível hackear ou adulterar a urna. Oshe, onde já se viu, instigar a dúvida em cima da urna. Um equipamento "inhackeavel' e o mais seguro do mundo. Perfeito igual a Deus, da sua criação até passar tudo pela internet para os servidores do TSE. Cuidado hein TC, STF vai vir atrás de vcs.

  23. #23
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    Todos os servidores do TSE são concursados, em 26 anos já passaram centenas de servidores pela área de TI responsável pelas urnas. É impossível que um segredo tenha sobreviva a tantos servidores e a tantos anos. Ademais o próprio Bolsonaro se elegeu com essas urnas, ele e toda a família por mais de duas décadas.

  24. #24
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    enfatizo ainda que é impresso o boletim de cada urna no momento do encerramento da votação e distribuido a fiscais e afixado para qualquer cidadão depois conferir se o resultado daquela seção está de acordo com o relatório geral.

  25. #25
    Junior Member odilond's Avatar
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    Quote Originally Posted by MTV MTV View Post
    Ou seja, os militares estão questionando as urnas e querendo o voto impresso por não conseguirem burlar o resultado das urnas eletrônicas, pois sabem que se houver um novo governante, haverá investigações e todos se lambuzaram na corrupção regada a leite condensado, viagra, cloroquina, picanhas e cervejas.
    sugestão: coloque um militar de plantão vigiando cada eleitor para ter certeza que votou no bozo, um câmera enviando imagem via internet mostrando o voto e enviando diretamente para o quartel com alguns milicianos de plantão, isso sim é transparência!!!!

  26. #26
    Membro Senior walquirialemberg's Avatar
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    Quote Originally Posted by MalarKeY View Post
    Nossa, que pergunta, lógico que não é possível hackear ou adulterar a urna. Oshe, onde já se viu, instigar a dúvida em cima da urna. Um equipamento "inhackeavel' e o mais seguro do mundo. Perfeito igual a Deus, da sua criação até passar tudo pela internet para os servidores do TSE. Cuidado hein TC, STF vai vir atrás de vcs.
    Os boletins de urnas tirados no final do dia, podem ser somados e conferidos com o total dos votos que chegam ao TSE. Agora o que é inviolável e infalsificáveis mesmo são as cédulas de papel dentro de uma caixa de papelão.

  27. #27
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    Quote Originally Posted by walquirialemberg View Post
    Todos os servidores do TSE são concursados, em 26 anos já passaram centenas de servidores pela área de TI responsável pelas urnas. É impossível que um segredo tenha sobreviva a tantos servidores e a tantos anos. Ademais o próprio Bolsonaro se elegeu com essas urnas, ele e toda a família por mais de duas décadas.
    Só para acrescentar a sua postagem, uma boa curiosidade... Até em 2006, as Urnas Eletrônicas eram responsabilizadas por uma empresa privada e rodava no S.O. Windows e continha erros atrás de erros... Assim que a TSE assumiu em 2006, e migraram para Linux, uma boa parte do código fonte antigo foi passado para o "novo" software e atualizado. Porém, atualmente consta mais de 100 erros no código fonte, alguns a mais críticas estão resolvendo aos poucos, mas o problema é a TSE não querer arrumar o Código e insistir que é seguro e não há assegurar que não há erro no software... Ou seja, seria o mesmo caso do Win 95 no dia que o Bill Gates afirmando que o Sistema é perfeito, ao ligar veio a Tela Azul de Erro...

  28. #28
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    vejam esse vídeo do TecMundo..

    sem viés político.. só a parte técnica sobre o assunto..

    https://youtu.be/qlPXj6HkxOo

  29. #29
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    Quote Originally Posted by kainam_13 View Post
    vejam esse vídeo do TecMundo..

    sem viés político.. só a parte técnica sobre o assunto..

    https://youtu.be/qlPXj6HkxOo
    essa matéria do TC é muito falha.. não passa credibilidade.. única coisa q fala q foi achada uma brecha em 2019 nos testes e já foi corrigida.. TC não explica os detalhes e nem o caso do HACKER PRESO QUE INVADIU OS SERVIDORES DO TSE E ACESSOU O KERNEL (NÚCLEO) DO SISTEMA DAS URNAS..

    peço que vejam o vídeo do TecMundo.. e dps vcs falam se realmente podemos confiar no sistema atual..

    só peço +transparência +segurança..

    nenhuma técnologia está segura.. nem as urnas q o TSE jura q são invioláveis..

    quero um eleição limpa.. independente de qm venha ganhar..

  30. #30
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    Quote Originally Posted by ShrekRussiaBR View Post
    Interessante...
    Mas vamos lá... Um dos maiores especialistas de Falhas das Urnas Eletrônicas, que é o Diego F. Aranha, simplesmente expôs a sua tese em dois momentos, em 2013 diante da Primeira Conferência Nacional de Segurança das Urnas Eletrônicas e posterior em 2018.
    Mas em 2014, apresenta um relatório de 17 páginas, apresento aqui diante de uma prévia análise de segurança do software da urna eletrônica brasileira baseada na experiência dos autores enquanto participantes da 2a edição dos Testes Públicos de Segurança do Sistema Eletrônico de Votação organizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2014. Durante o evento, foram detectadas vulnerabilidades no software que permitiram a recuperação em ordem dos votos computados. Apresentamos cenários onde as vulnerabilidades permitem a possibilidade de fraude eleitoral e sugestões para se restaurar a segurança dos mecanismos afetados. Também são apontadas outras fragilidades no software e nas práticas utilizadas para confecção do mesmo. Em particular, este relatório versa sobre os principais problemas de projeto e/ou implementação de mecanismos de segurança detectados no software da urna eletrônica:
    1º - Proteção inadequada do sigilo do voto: os votos são armazenados fora de ordem, mas é trivial recuperá-los em ordem a partir unicamente dos produtos públicos de uma eleição e conhecimento superficial do código-fonte, também de acesso público aos partidos políticos;
    2º - Cifração inadequada: a mesma chave criptográfica é utilizada para cifrar as mídias de todas as urnas eletrônicas. Utilizando a analogia clássica de um cadeado como abstração de técnica criptográfica, isto é equivalente a proteger meio milhão de cadeados com uma mesma chave, visto ser este o número aproximado de equipamentos em operação. Além disso, a chave que decifra todas as mídias é armazenada às claras na porção decifrada das mídias. Utilizando a mesma analogia, isto equivale a esconder a chave do cadeado embaixo do tapete e confiar no segredo dessa localização como fonte de segurança;
    3º - Utilização de algoritmos obsoletos: a função de resumo criptográfico utilizada não mais oferece a segurança esperada para sua aplicação em verificação de integridade. Esta aplicação específica da função escolhida não é mais recomendada há pelo menos 6 anos;
    4º - Formulação equivocada do modelo de atacante: há ênfase demasiada no projeto de mecanismos resistentes apenas a atacantes externos, quando agentes internos representam risco muito maior;
    5º - Processo de desenvolvimento defeituoso: práticas inseguras permitem a inserção acidental ou maliciosa de vulnerabilidades de software, claramente atestando que o processo de desenvolvimento adotado pelo TSE é imaturo do ponto de vista de segurança;
    6º - Verificação insuficiente de integridade: o software da urna eletrônica verifica sua própria integridade durante o processo de inicialização, mas toda a informação necessária para subverter esse mecanismo encontra-se armazenada nas próprias urnas eletrônicas, com dificuldades distintas para um ataque, dependendo da presença do módulo de segurança em hardware. Em urnas sem este recurso, o problema de verificação é reduzido a si próprio, sem fonte externa de confiança. Nesse caso, "software auto-verificável'' por assinatura digital equivale a confiar a autenticidade de uma assinatura de punho em um documento apenas ao testemunho do próprio "autor", que, assim, pode se passar por quem quiser. É importante ressaltar ainda que uma assinatura autêntica apenas atesta o processamento do conteúdo assinado em algum ponto no tempo e espaço no qual também estava presente a chave de assinatura. Mesmo que os mecanismos de verificação de integridade não sejam contornados e funcionem a contento, ainda não há qualquer garantia de que o conteúdo do documento é de fato o desejado, visto que no caso o mesmo (software) tem extensão da ordem de milhões de linhas (de código). Caso o software possua vulnerabilidades (como as descritas neste documento), a verificação de integridade (quando não subvertida) tem o efeito colateral de garantir que as mesmas vulnerabilidades estarão presentes em todas as urnas. A versão do código observada pelos autores apresentava ainda como desativada a verificação de integridade de parte do software contido na urna, evidenciando as limitações intrínsecas da técnica.
    Mais detalhes a respeito dos problemas acima são fornecidos no decorrer no relatório apresentado no link abaixo, mas pode-se observar de antemão que vários dos recursos implementados no software da urna eletrônica não representam mecanismos de segurança, mas apenas de ofuscação, não resistindo a colaboradores internos ou atacantes persistentes. Como vários dos problemas encontrados resultam de falhas arquiteturais ou premissas inadequadas de projeto, é improvável que a intervenção pontual em algumas dessas questões resolva as causas fundamentais para a sua ocorrência. É imprescindível que se execute revisão crítica completa dos processos de desenvolvimento de software para que se estabeleçam boas práticas que tenham condições de evitar que novas vulnerabilidades sejam inseridas acidentalmente ou intencionalmente por agentes maliciosos internos ou externos. Como o modelo de urna eletrônica adotado no Brasil depende exclusivamente da integridade do software para se atingir integridade dos resultados, os problemas discutidos aqui adquirem uma caráter crítico e exigem urgência na introdução de mecanismos que permitam a auditabilidade de resultados independente do software. Apenas com uma revisão de práticas e instalação de metodologia científica para avaliação contínua do sistema, é possível que o software da urna eletrônica satisfaça requisitos mínimos e plausíveis de segurança e transparência. Link do relatório:
    https://www.kas.de/c/document_librar...groupId=265553
    Em 2018, foi apresentado novamente uma conferência, a renomeada USP publicou em seu jornal: https://jornal.usp.br/atualidades/ci...-mais-seguras/
    Como foi o Chefe que liderou em 2013 e em 2014 e posterior recusou em 2018: "O problema começa quando acaba a parte técnica e começa a parte política. Ficou claro que o que a gente tinha descoberto era muito mais sério do que o TSE afirmava. Teve uma audiência pública que eu fui, expliquei o que a gente fez e teve um debate com o pessoal do TSE, que é sempre quando os problemas começam. Eles afirmam que em nenhuma edição dos testes foi quebrado o sigilo ou a integridade dos votos, o que é simplesmente uma mentira deslavada. Eles vão lá com uma postura de defesa incondicional da urna, como se ela fosse uma obra dos deuses, um santo graal da segurança computacional e que é imune a críticas. Enfim, uma loucura".
    E novamente sem fake news, podem conferir: https://thehack.com.br/o-dia-que-o-t...-diego-aranha/
    %uD83D%uDC4F%uD83C%uDFFB%uD83D%uDC4F%uD83C%uDFFB%u D83D%uDC4F%uD83C%uDFFB melhor q a matéria do TC.. parabéns..