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  1. #1
    Membro Senior
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    Apr 2013
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    Elon Musk manda anunciantes do X “se f****” após polêmica com post antissemita

    O proprietário da rede social X, Elon Musk, xingou os anunciantes da rede social X após muitos decidirem boicotar a rede social.

    Clique aqui para ler a notícia completa.


  2. #2
    Junior Member wellingtonvsa's Avatar
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    Jan 2018
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    O Elon Musk infelizmente se perdeu no personagem. Eu gostei de quando ele comprou o Twitter e mandou toda a galera woke embora. Acho as notas da comunidade algo muito positivo. Porém, mudar o nome e a logo da empresa pra X não teve sentido nenhum. Agora se envolver em uma polêmica antissemita piorou ainda mais. Uma coisa é tentar combater a galera woke, outra coisa é se tornar um repositório de teoria da conspiração e fazer polêmica por polêmica.
    Last edited by wellingtonvsa; 11-30-2023 at 04:29 PM.

  3. #3
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    Twitter já perdeu mais da metade do valor de mercado... Como fazer melhorar? Afastando ainda mais os anunciantes huahuahuahuahua

  4. #4
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    Sep 2019
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    976
    Adoro esse jeito do Musk, é sincero e autêntico

  5. #5
    Junior Member Zetta_'s Avatar
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    Nov 2023
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    110
    Eu gosto, e muito da autenticidade de alguém, mas esse comportamento dele se trata pura e única de arrogância.

  6. #6
    Membro Senior Sr_Samsung's Avatar
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    Ahahahahaah como é bom poder cagar pra todos... lacradores choram

  7. #7
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    Jul 2019
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    Os que defendem terroristas se chocam com Elon Musk antissemita

  8. #8
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    Mar 2022
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    Cada comentário desse cara q sinceramente viu... Da mt desgosto de ver

  9. #9
    Membro Senior
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    Nov 2019
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    Quote Originally Posted by rikochet View Post
    Twitter já perdeu mais da metade do valor de mercado... Como fazer melhorar? Afastando ainda mais os anunciantes huahuahuahuahua
    Musk é um visionário, a mudança do nome para X serviu para os usuários da rede já irem se acostumando, porque o caminho vai ser virar rede social pornô para continuar operando.

  10. #10
    Junior Member RefiningHeaven's Avatar
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    Nov 2023
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    Quote Originally Posted by Hugo8888 View Post
    Os que defendem terroristas se chocam com Elon Musk antissemita
    https://twitter.com/GeopolPt/status/1726604296807199159?s=19

    https://twitter.com/GeopolPt/status/1729124418645889140?s=19

    https://twitter.com/PinguPos/status/1729532958510309617?s=19

  11. #11
    Junior Member RefiningHeaven's Avatar
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    Judaísmo não é Sionismo.

    Para os judeus tradicionalistas, o sionismo é uma heresia, uma forma judaica de "satanismo". O sionismo é a imanentização da escatologia judaica.

    No lugar de aguardar o Messias para depois restaurar Israel, os sionistas querem forçar a vinda do Messias explodindo Al-Aqsa, massacrando os palestinos, reconstruindo o Templo de Jerusalém e usando uma novilha transgênica como sacrifício no Templo.

    Nas versões mais espiritualmente pervertidas do sionismo, não se trata de "forçar" a vinda de qualquer Messias, mas de um autorreconhecimento dos judeus como Messias coletivo de si mesmos, com o sacrifício no Templo sendo um sacrifício a si.

    Mesmo para o judaísmo rabínico do exílio (que já era bem diferente da espiritualidade hebreia do Segundo Templo), tudo isso não é nada além de heresia, satanismo e perversão

  12. #12
    Junior Member Marlon_Mattos's Avatar
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    Aug 2016
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    Quote Originally Posted by RefiningHeaven View Post
    Judaísmo não é Sionismo.

    Para os judeus tradicionalistas, o sionismo é uma heresia, uma forma judaica de "satanismo". O sionismo é a imanentização da escatologia judaica.

    No lugar de aguardar o Messias para depois restaurar Israel, os sionistas querem forçar a vinda do Messias explodindo Al-Aqsa, massacrando os palestinos, reconstruindo o Templo de Jerusalém e usando uma novilha transgênica como sacrifício no Templo.

    Nas versões mais espiritualmente pervertidas do sionismo, não se trata de "forçar" a vinda de qualquer Messias, mas de um autorreconhecimento dos judeus como Messias coletivo de si mesmos, com o sacrifício no Templo sendo um sacrifício a si.

    Mesmo para o judaísmo rabínico do exílio (que já era bem diferente da espiritualidade hebreia do Segundo Templo), tudo isso não é nada além de heresia, satanismo e perversão
    Muito interessante, bom saber disso, conhecimento é tudo!

  13. #13
    Junior Member John_Taylor's Avatar
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    %uD83E%uDD21 e todos esses haters daqui.

  14. #14
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    Quote Originally Posted by RefiningHeaven View Post
    Judaísmo não é Sionismo.

    Para os judeus tradicionalistas, o sionismo é uma heresia, uma forma judaica de "satanismo". O sionismo é a imanentização da escatologia judaica.

    No lugar de aguardar o Messias para depois restaurar Israel, os sionistas querem forçar a vinda do Messias explodindo Al-Aqsa, massacrando os palestinos, reconstruindo o Templo de Jerusalém e usando uma novilha transgênica como sacrifício no Templo.

    Nas versões mais espiritualmente pervertidas do sionismo, não se trata de "forçar" a vinda de qualquer Messias, mas de um autorreconhecimento dos judeus como Messias coletivo de si mesmos, com o sacrifício no Templo sendo um sacrifício a si.

    Mesmo para o judaísmo rabínico do exílio (que já era bem diferente da espiritualidade hebreia do Segundo Templo), tudo isso não é nada além de heresia, satanismo e perversão
    Finalmente um post muito bem embasado e informativo. Parabéns!!

  15. #15
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    Errado não está

  16. #16
    Junior Member CreitinGameplays's Avatar
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    ih rapaz ele mandou tomar naquele local %uD83D%uDE2C

  17. #17
    Junior Member CreitinGameplays's Avatar
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    Quote Originally Posted by pedrobrowl View Post
    Adoro esse jeito do Musk, é sincero e autêntico
    kkkkkkkkkkkkkkkkk

  18. #18
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    Quote Originally Posted by wellingtonvsa View Post
    O Elon Musk infelizmente se perdeu no personagem. Eu gostei de quando ele comprou o Twitter e mandou toda a galera woke embora. Acho as notas da comunidade algo muito positivo. Porém, mudar o nome e o logo da empresa pra X não teve sentido nenhum. Agora se envolver em uma polêmica antissemita piorou ainda mais. Uma coisa é tentar combater a galeta woke, outra coisa é se tornar um repositório de teoria da conspiração e fazer polêmica por polêmica.
    Não é personagem

  19. #19
    Membro Senior Reloaded's Avatar
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    Quote Originally Posted by John_Taylor View Post
    %uD83E%uDD21 e todos esses haters daqui.
    Que isso jovem, vc fez o L tb ?

  20. #20
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    Elon Musk é do povão, ele fez o correto em mandar essas empresas se F....... Fora propaganda LGHDMIOLEDLCD+ , deixem as crianças em paz.

  21. #21
    Junior Member Zetta_'s Avatar
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    Quote Originally Posted by Reloaded View Post
    Elon Musk é do povão, ele fez o correto em mandar essas empresas se F....... Fora propaganda LGHDMIOLEDLCD+ , deixem as crianças em paz.
    O que fizemos às crianças?

  22. #22
    Quote Originally Posted by Reloaded View Post
    Que isso jovem, vc fez o L tb ?
    Tem que fazer, quem não fez o L é otári0...

  23. #23
    Junior Member wellingtonvsa's Avatar
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    Quote Originally Posted by RefiningHeaven View Post
    Judaísmo não é Sionismo.

    Para os judeus tradicionalistas, o sionismo é uma heresia, uma forma judaica de "satanismo". O sionismo é a imanentização da escatologia judaica.

    No lugar de aguardar o Messias para depois restaurar Israel, os sionistas querem forçar a vinda do Messias explodindo Al-Aqsa, massacrando os palestinos, reconstruindo o Templo de Jerusalém e usando uma novilha transgênica como sacrifício no Templo.

    Nas versões mais espiritualmente pervertidas do sionismo, não se trata de "forçar" a vinda de qualquer Messias, mas de um autorreconhecimento dos judeus como Messias coletivo de si mesmos, com o sacrifício no Templo sendo um sacrifício a si.

    Mesmo para o judaísmo rabínico do exílio (que já era bem diferente da espiritualidade hebreia do Segundo Templo), tudo isso não é nada além de heresia, satanismo e perversão
    Caraca, que salada de frutas que tu fez aí meu amigo. Tu deve estar confundindo alguma seita dentro do judaísmo com Sionismo. O Sionismo é um movimento de autoafirmação do povo judeu, em prol do Estado de Israel, apesar de que alguns só tratam a respeito da identidade do povo judeu. A ampla maioria dos judeus é sionista e muitos sionistas são até ateus. Então vincular todos esses conceitos religiosos dizendo que é disso que se trata o sionismo, me parece mais um comentário antissemita que procura diminuir o sionismo e suprimir o direito do povo judeu de possuir um Estado próprio.

  24. #24
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    Quote Originally Posted by cesarxcastanheira View Post
    Tem que fazer, quem não fez o L é otári0...
    Faz o L otário kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

  25. #25
    Membro Senior Reloaded's Avatar
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    Quote Originally Posted by Zetta_ View Post
    O que fizemos às crianças?
    Pedofilia.

  26. #26
    Junior Member RefiningHeaven's Avatar
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    Quote Originally Posted by wellingtonvsa View Post
    Caraca, que salada de frutas que tu fez aí meu amigo. Tu deve estar confundindo alguma seita dentro do judaísmo com Sionismo. O Sionismo é um movimento de autoafirmação do povo judeu, em prol do Estado de Israel, apesar de que alguns só tratam a respeito da identidade do povo judeu. A ampla maioria dos judeus é sionista e muitos sionistas são até ateus. Então vincular todos esses conceitos religiosos dizendo que é disso que se trata o sionismo, me parece mais um comentário antissemita que procura diminuir o sionismo e suprimir o direito do povo judeu de possuir um Estado próprio.
    Antissionismo, antissemitismo e antijudaísmo

    Ouve-se falar constantemente em um aumento do "antissemitismo" ao redor do mundo (inclusive no Brasil). Fala-se nisso quase como se fosse um fenômeno "misterioso", sem causa. Os goyim, irracionais como de costume, subitamente decidiram odiar os judeus ainda mais, talvez em algum tipo de "sincronia" com os "terroristas" palestinos.

    Para além da correlação óbvia entre as atrocidades sionistas e o aumento desse suposto "antissemitismo" - naturalmente negada tribalisticamente pelos porta-vozes internacionais de Israel, entre sayanim e shabbo goyim - me parece necessário refletir sobre a razoabilidade de se falar em "antissemitismo" para abordar esse fenômeno.

    A noção de "antissemitismo", o racismo específico contra judeus, se depara com um problema muito óbvio e imediato, ainda mais por causa do seu uso costumeiro: os judeus não são os únicos semitas do mundo.

    Ao contrário, a família etnolinguística dos semitas abriga, também, os árabes em suas muitas etnias, como macroetnia contemporânea principal, não se podendo esquecer que etíopes e eritreus são basicamente mestiços entre africanos subsaarianos e semitas (e a maioria deles fala uma língua semítica).

    Historicamente, ainda, poderíamos falar em uma miríade de etnias antigas de origem semítica, dos acadianos aos amorreus, passando por caldeus, fenícios e arameus, entre vários outros.

    Por quê, portanto, tornar o "antissemitismo" algo exclusivo dos judeus? Não seria essa uma forma de racismo na medida em que apaga, anula, aniquila os outros povos semíticos, ao dar um caráter de exclusividade ao ódio aos judeus?

    Esse tema estando superado, também nem entrarei nas dúvidas razoáveis e bem fundamentadas sobre os judeus contemporâneos serem realmente descendentes dos antigos hebreus. Tudo indica que o são apenas parcialmente, e que eles também absorveram contribuições genéticas de outros povos, tanto entre os europeus como entre os túrquicos (caso emblemático sendo o dos cázaros).

    Isso, naturalmente, deslegitima ainda mais a possibilidade de se falar em "antissemitismo" no caso em questão. Antissemitismo é o que é praticado pelos sionistas contra os palestinos; estes sim muito mais semíticos do que os judeus israelenses contemporâneos.

    No que concerne o antissionismo a questão é ainda mais tosca. Para quem não sabe, Israel paga influenciadores e comentaristas para que façam lóbi no exterior com a finalidade de tentar convencer as opiniões públicas a tratar o antissionismo como antissemitismo (no sentido de ódio aos judeus).

    Trata-se de uma falsificação conceitual surpreendente.

    Ora, o antissionismo não é senão a oposição ao projeto político sionista vigente em Israel, que prossegue hoje em dia e que aponta para o expansionismo territorial até às fronteiras da Erez Yisrael, para a destruição de Al-Aqsa, para a restauração do Templo de Jerusalém e para a constituição de Israel como Estado-apartheid voltado contra outros povos.

    Em que medida qualquer um desses aspectos poderia ser considerado como "ódio aos judeus"? A única maneira de interpretá-lo dessa forma seria por uma leitura megalomaníaca da realidade, na qual toda e qualquer oposição aos projetos da elite sionista seria reinterpretada pseudo-espiritualmente como oposição a um desígnio messiânico do "povo eleito".

    Mesmo em um sentido mais profundo, como oposição à existência do Estado de Israel não se pode falar em "ódio aos judeus". Israel é um Estado, não um povo. Ser contra a existência de Israel é uma bagatela, uma posição trivial e nem um pouco polêmica, apesar de não ser esse o meu posicionamento.

    Israel não tem o "direito" de existir, tal como nenhum outro país tem qualquer "direito" à existência. Nem Israel, nem os EUA, nem a França, nem a Rússia, nem a China, nem mesmo o Brasil tem "direito" a existir. Os Estados existem por circunstâncias históricas e podem deixar de existir pelas circunstâncias históricas, especialmente quando os Estados abusam das prerrogativas da soberania estatal. Nem toda etnia precisa ou deveria ter o próprio Estado. Há Estados multiétnicos e etnias espalhadas entre vários Estados.

    E mesmo em um sentido mais amplo, na medida em que existem lóbis internacionais cuja função é influenciar governos e sociedades em direções convenientes para Israel e suas elites - de modo que podemos falar em um lóbi sionista - por quê seria sintoma de "ódio" criticar a atuação desse lóbi?

    Afinal, quando a AIPAC financia candidaturas nos EUA e os candidatos eleitos com a ajuda da AIPAC defendem os interesses sionistas abertamente, isso não pode ser criticado? Quando o lóbi sionista influencia a mídia, para que ela dê uma cobertura favorável a Israel, isso não pode ser criticado?

    Nesse sentido, de que forma o antissionismo poderia ser equiparado a "ódio aos judeus"? A conta não fecha.

    Poderíamos, ainda, apontar para o fato de que mesmo o Judaísmo enquanto religião pode ser legitimamente criticado, tal como pode-se fazer com o Cristianismo e o Islã, nos contornos da liberdade de expressão, desde que essa crítica com enfoque religioso não vise a incitação à violência ou à discriminação objetiva.

    Podemos, por exemplo, rechaçar a teologia dos judeus como "povo eleito", criticar a leitura que eles fazem de outros povos e outras religiões, bem como o seu messianismo que aponta para a submissão de todos os povos. Tal como podemos fazer em relação a todas as outras teologias.

    Nada disso tem como ser enquadrado como ódio ou racismo.

    Em suma, toda a narrativa do "antissemitismo" é falaciosa, carente de fundamentos.

    O ódio aos judeus é injustificável, como toda forma de racismo mas nem tudo que causa o ranger de dentes de instituições internacionais que dizem falar em nome dos judeus pode ser considerado racismo ou ódio.

  27. #27
    Membro Senior
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    Quote Originally Posted by RefiningHeaven View Post
    https://twitter.com/GeopolPt/status/1726604296807199159?s=19

    https://twitter.com/GeopolPt/status/1729124418645889140?s=19

    https://twitter.com/PinguPos/status/1729532958510309617?s=19
    Twitter é terra de jumento

  28. #28
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    Quote Originally Posted by RefiningHeaven View Post
    Antissionismo, antissemitismo e antijudaísmo

    Ouve-se falar constantemente em um aumento do "antissemitismo" ao redor do mundo (inclusive no Brasil). Fala-se nisso quase como se fosse um fenômeno "misterioso", sem causa. Os goyim, irracionais como de costume, subitamente decidiram odiar os judeus ainda mais, talvez em algum tipo de "sincronia" com os "terroristas" palestinos.

    Para além da correlação óbvia entre as atrocidades sionistas e o aumento desse suposto "antissemitismo" - naturalmente negada tribalisticamente pelos porta-vozes internacionais de Israel, entre sayanim e shabbo goyim - me parece necessário refletir sobre a razoabilidade de se falar em "antissemitismo" para abordar esse fenômeno.

    A noção de "antissemitismo", o racismo específico contra judeus, se depara com um problema muito óbvio e imediato, ainda mais por causa do seu uso costumeiro: os judeus não são os únicos semitas do mundo.

    Ao contrário, a família etnolinguística dos semitas abriga, também, os árabes em suas muitas etnias, como macroetnia contemporânea principal, não se podendo esquecer que etíopes e eritreus são basicamente mestiços entre africanos subsaarianos e semitas (e a maioria deles fala uma língua semítica).

    Historicamente, ainda, poderíamos falar em uma miríade de etnias antigas de origem semítica, dos acadianos aos amorreus, passando por caldeus, fenícios e arameus, entre vários outros.

    Por quê, portanto, tornar o "antissemitismo" algo exclusivo dos judeus? Não seria essa uma forma de racismo na medida em que apaga, anula, aniquila os outros povos semíticos, ao dar um caráter de exclusividade ao ódio aos judeus?

    Esse tema estando superado, também nem entrarei nas dúvidas razoáveis e bem fundamentadas sobre os judeus contemporâneos serem realmente descendentes dos antigos hebreus. Tudo indica que o são apenas parcialmente, e que eles também absorveram contribuições genéticas de outros povos, tanto entre os europeus como entre os túrquicos (caso emblemático sendo o dos cázaros).

    Isso, naturalmente, deslegitima ainda mais a possibilidade de se falar em "antissemitismo" no caso em questão. Antissemitismo é o que é praticado pelos sionistas contra os palestinos; estes sim muito mais semíticos do que os judeus israelenses contemporâneos.

    No que concerne o antissionismo a questão é ainda mais tosca. Para quem não sabe, Israel paga influenciadores e comentaristas para que façam lóbi no exterior com a finalidade de tentar convencer as opiniões públicas a tratar o antissionismo como antissemitismo (no sentido de ódio aos judeus).

    Trata-se de uma falsificação conceitual surpreendente.

    Ora, o antissionismo não é senão a oposição ao projeto político sionista vigente em Israel, que prossegue hoje em dia e que aponta para o expansionismo territorial até às fronteiras da Erez Yisrael, para a destruição de Al-Aqsa, para a restauração do Templo de Jerusalém e para a constituição de Israel como Estado-apartheid voltado contra outros povos.

    Em que medida qualquer um desses aspectos poderia ser considerado como "ódio aos judeus"? A única maneira de interpretá-lo dessa forma seria por uma leitura megalomaníaca da realidade, na qual toda e qualquer oposição aos projetos da elite sionista seria reinterpretada pseudo-espiritualmente como oposição a um desígnio messiânico do "povo eleito".

    Mesmo em um sentido mais profundo, como oposição à existência do Estado de Israel não se pode falar em "ódio aos judeus". Israel é um Estado, não um povo. Ser contra a existência de Israel é uma bagatela, uma posição trivial e nem um pouco polêmica, apesar de não ser esse o meu posicionamento.

    Israel não tem o "direito" de existir, tal como nenhum outro país tem qualquer "direito" à existência. Nem Israel, nem os EUA, nem a França, nem a Rússia, nem a China, nem mesmo o Brasil tem "direito" a existir. Os Estados existem por circunstâncias históricas e podem deixar de existir pelas circunstâncias históricas, especialmente quando os Estados abusam das prerrogativas da soberania estatal. Nem toda etnia precisa ou deveria ter o próprio Estado. Há Estados multiétnicos e etnias espalhadas entre vários Estados.

    E mesmo em um sentido mais amplo, na medida em que existem lóbis internacionais cuja função é influenciar governos e sociedades em direções convenientes para Israel e suas elites - de modo que podemos falar em um lóbi sionista - por quê seria sintoma de "ódio" criticar a atuação desse lóbi?

    Afinal, quando a AIPAC financia candidaturas nos EUA e os candidatos eleitos com a ajuda da AIPAC defendem os interesses sionistas abertamente, isso não pode ser criticado? Quando o lóbi sionista influencia a mídia, para que ela dê uma cobertura favorável a Israel, isso não pode ser criticado?

    Nesse sentido, de que forma o antissionismo poderia ser equiparado a "ódio aos judeus"? A conta não fecha.

    Poderíamos, ainda, apontar para o fato de que mesmo o Judaísmo enquanto religião pode ser legitimamente criticado, tal como pode-se fazer com o Cristianismo e o Islã, nos contornos da liberdade de expressão, desde que essa crítica com enfoque religioso não vise a incitação à violência ou à discriminação objetiva.

    Podemos, por exemplo, rechaçar a teologia dos judeus como "povo eleito", criticar a leitura que eles fazem de outros povos e outras religiões, bem como o seu messianismo que aponta para a submissão de todos os povos. Tal como podemos fazer em relação a todas as outras teologias.

    Nada disso tem como ser enquadrado como ódio ou racismo.

    Em suma, toda a narrativa do "antissemitismo" é falaciosa, carente de fundamentos.

    O ódio aos judeus é injustificável, como toda forma de racismo mas nem tudo que causa o ranger de dentes de instituições internacionais que dizem falar em nome dos judeus pode ser considerado racismo ou ódio.
    Tanto bla bla bla pra dizer que apoia o terrorismo

  29. #29
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    Quote Originally Posted by wellingtonvsa View Post
    O Elon Musk infelizmente se perdeu no personagem. Eu gostei de quando ele comprou o Twitter e mandou toda a galera woke embora. Acho as notas da comunidade algo muito positivo. Porém, mudar o nome e a logo da empresa pra X não teve sentido nenhum. Agora se envolver em uma polêmica antissemita piorou ainda mais. Uma coisa é tentar combater a galera woke, outra coisa é se tornar um repositório de teoria da conspiração e fazer polêmica por polêmica.
    Uma coisa é fazer oq vc aprova, outra coisa é fazer algo que vc nao aprova. kkkkkk eu sou o centro do universo.

  30. #30
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    O cara é naz*st*, propagando uma teoria da conspiração naz*st*, deveria estar preso