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21% dos jovens já foram expostos à crimes de ódio pela internet

30 de julho de 2015 0

O TudoCelular mostrou ontem que o PC está sendo deixado de lado em troca de smartphones para acessar à internet no Brasil. A pesquisa do Comitê Gestor da Internet mostrava que 82% dos jovens usam bem mais o celular para fazer pesquisas, ver vídeos ou acessar redes sociais do que o computador. Apenas 56% do total ainda usam dispositivos fixos, este número era de 73% em 2013, mostrando uma redução drástica, que deve aumentar ainda mais em 2015.

"O crescimento da importância da mobilidade já era indicado nos levantamentos anteriores, mas em 2014 isso se acentuou, atingindo um marco inédito", diz Fábio Senne, coordenador de projetos e pesquisas do CETIC.br. "Percebemos uma queda na faixa etária do usuário desses dispositivos. Enquanto os jovens estão ganhando celulares, os tablets têm se tornado uma ferramenta cada vez mais frequente de crianças", complementa.

O que os jovens anda visitando? As redes sociais, como o Facebook e o Instagram são responsáveis por 73% dos acessos. Assuntos relacionados a pesquisa escolar ficam em segundo, com 68%, seguidos por aplicativos de mensagens instantâneas com 64%. Por fim, temos os passatempos envolvendo músicas (50%) e vídeos (48%). Com este avanço, podemos esperar que em 2015 o uso de PC seja ainda menor para este tipo de conexão. Notoriamente a pesquisa parece ignorar os jogos online, que sabemos ser muito populares hoje em dia.

Entre as redes sociais citadas, a de Mark Zuckerberg ficou em primeiro lugar (78%) entre usuários de 9 a 17 anos. O índice é ainda maior (95%) entre internautas de 15 a 17 anos e de 43% entre os de 9 e 10 anos. Em segundo lugar no ranking vem o Instagram (24%), seguido pelo Twitter (15%).

Esta pesquisa teve seu foco no público menor de 20 anos. Sabemos que, para a população ativa economicamente, o computador ainda é a principal ferramenta de trabalho e acesso à internet. Não podemos nos esquecer dos riscos potenciais do ambiente online. Segundo a pesquisa, 15% dos entrevistados disseram já ter sido tratados de maneira ofensiva por alguém na rede, 21% já viram mensagens de ódio online contra pessoas ou grupos de pessoas e outros 10% já tiveram informações pessoais utilizadas na internet de uma forma que não gostaram.

O quadro é mais agravante porque não existe nenhum programa de educação sobre o comportamento na web, tanto em termos de respeito quanto em termos de segurança.

"Percebemos que entre os nativos digitais, quase metade deles ainda não possui noções básicas de segurança na rede, como configurar as suas preferências de privacidade", diz Rodrigo Nejm da Safernet Brasil. "Muitos adultos, pais e responsáveis partem do princípio que os jovens sabem utilizar a tecnologia mais do que eles e os dados mostram que não é bem assim. Daí a importância da orientação ao jovem nesse uso, seja em casa ou na escola".

Existem vários projetos tentando reverter este quadro. Este ano a Unicef lançou, em parceria com o Google e a Safernet Brasil, uma campanha voltada para o uso responsável da internet entre os jovens. A campanha vai criar vários vídeos educativos com a youtuber Jout Jout sobre cyberbulling e sexting, privacidade, intolerância na rede e muitas outras coisas.


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