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DOOM Eternal entrega violência e ritmo frenético para não deixar você parado | Análise / Review

29 de maio de 2020 4

DOOM Eternal foi lançado em março de 2020 já com a responsabilidade de ter levado os prêmios de Melhor Jogo de Ação e Melhor Jogo de PC na E3 2019. Ele é a sequência da franquia que já possuía outros quatro títulos na série principal.

Desenvolvido pela id Software, com publicação pela Bethesda, o game está disponível para as plataformas PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch, Google Stadia e PC – plataforma esta a usada para a análise a seguir.

A história segue mais uma vez o protagonista Doom Slayer, um matador de demônios. Ao controlá-lo em primeira pessoa (FPS), você deve impedir a invasão do inferno na Terra, quando uma fenda iniciada em Marte gerou uma ocupação que eliminou mais da metade dos seres humanos no nosso planeta.

O objetivo do personagem principal será derrotar os três sacerdotes infernais, os quais são encarregados de trazer o terror do outro mundo para o solo terrestre. Confira os detalhes na análise do TudoCelular:

Sempre em movimento

O jogo faz jus aos prêmios recebidos. Ele proporciona uma ação em ritmo frenético, que exige de o jogador estar a todo o tempo em movimento. Isso porque o principal não é a história em si nem se trata de um título que demande do player a elaboração de grandes estratégias. O foco aqui é matar, matar e matar.

Por diversas vezes ao longo do game, você se verá cercado de demônios e será obrigado a não ficar parado, caso não queira que seu personagem seja completamente derrotado pelos inimigos.

Para isso, Doom Slayer terá uma arma de fogo, além de uma serra elétrica – que se ganha logo nos primeiros minutos do game – e dos próprios punhos – mas você não vai querer depender deles, certamente. Os socos não matam os demônios com facilidade. Eles servirão mais quando precisar derrubar alguma porta ou obstáculo para avançar.

O jogo também posiciona munições em diversos locais para não o deixar literalmente “na mão”. Por sinal, basta passar por cima desses “reforços” para já ter sua arma carregada novamente, sem maiores dificuldades. Até nisso, o jogo é pensado para não dar trabalho e fazer perder tempo, em meio a um cenário caótico.

Imagem: Rafael Barbosa / TudoCelular.com

Gameplay

Um ponto interessante do jogo é que estar com pouca vida e cercado de demônios não significa a morte certa. Isso porque, quando você mata um inimigo, ele deixa dropar vida ao personagem. Mais um motivo para se manter em ação o tempo todo.

Mas não ache que todas as criaturas infernais morrem sempre da mesma forma. Você precisará dar dois ou mais tiros para eliminar as ameaças mais fracas. Já em adversários mais fortes, precisará atacar o seu ponto fraco para conseguir sair vencedor do embate.

Também é possível modificar acessórios no seu armamento em determinados pontos do jogo. Eles alteram algumas propriedades que permitem novos modos de tiro – como fazer da sua Escopeta de Caça um lança-granadas ou uma arma automática.

Ao longo do progresso, você poderá criar um arsenal grande que permitirá alternar entre várias opções de armamento durante o jogo. Além de ganhar outras habilidades, como pulo duplo e uma espécie de dash no ar.

Imagem: Rafael Barbosa / TudoCelular.com

Multiplayer fora do comum

O modo multiplayer foge do tradicional e dá uma nova dinâmica para jogar com os amigos ou outros players da internet. Nele, apenas um jogador pode controlar o Doom Slayer. Já os demais ficam como demônios.

Na prática, o player que fica como o protagonista tem que lutar sozinho contra os adversários, que batalham em grupo. Os inimigos controlados por humanos podem também invocar outros seres que ajudam no combate.

Gráficos no nível da ação

Se na proposta de violência frenética, DOOM Eternal cumpre com perfeição, não é diferente nos gráficos. O visual impressiona pela riqueza de detalhes em basicamente tudo o que você encontrar. A id Software teve o cuidado de retratar os demônios da melhor forma para o jogo: parecidos com humanos, mas com marcas na pele e olhos vermelhos que ajuda na tensão da história.

Os cenários são outro ponto positivo na aparência. Todos têm um tom sombrio na medida certa: assustar quem não está acostumado com esse tipo de jogo e dar emoção aos que curtem o gênero. Os ambientes também são bem desenvolvidos. Seja nos locais fechados, com portas e tablados, ou nos lugares abertos, com rochas escaláveis ou morros nos você precisa descer. Além do céu geralmente vermelho e tenebroso, para dar um tom infernal.

Todas essas características são ajudadas pela trilha sonora a dar uma imersão maior ao jogador. Baseadas em heavy metal, as músicas contribuem para dar a emoção e a adrenalina necessárias para o game. Outro recurso sonoro é o barulho dos demônios, que fica mais alto conforme a proximidade deles.

Imagem: Rafael Barbosa / TudoCelular.com
Considerações finais

DOOM Eternal é um jogo para se passar horas com o controle na mão. A dinâmica frenética se traduz em ficar por bastante tempo sem piscar no game, enquanto mata demônios que aparecem a toda hora.

Se você é do tipo que gosta de um FPS mais pensado e estratégico, este não é o jogo indicado. O novo título da franquia DOOM segue o padrão dos antecessores ao priorizar a violência o tempo inteiro. Inclusive, a história – apesar de densa e complexa – fica em segundo plano.

Os gráficos e a trilha sonora também merecem lugar de destaque. É nítido que a desenvolvedora se preocupou em gerar um ambiente de imersão ao jogador, para que ele não somente sinta a ação pela necessidade de matar os demônios, mas também por ter recursos que o fazem “entrar” no cenário.

O jogo DOOM Eternal pode ser encontrado por preços que variam de R$ 199 – no PC – até R$ 250 – para consoles. O valor está compatível com outros títulos com o mesmo destaque e, apesar de ser caro, não trará sensação de dinheiro jogado fora.

Você já jogou DOOM Eternal ou ainda pretende curti-lo no futuro? Diga suas impressões do game para a gente!

*A Bethesda, por meio da FD Comunicação, forneceu uma cópia do “DOOM Eternal” ao TudoCelular para análise.


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