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Indústria vê aumento da receita com celulares apesar da queda nas vendas

07 de dezembro de 2018 2

De acordo com dados da consultoria IDC divulgados hoje (7) pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o mercado brasileiro deve vender menos aparelhos em 2018, mas terá receita maior em relação ao ano passado.

A previsão da consultoria é que sejam vendidos 44,9 milhões de aparelhos, contra 47,7 milhões em 2017, numa queda de 6º em relação ao ano anterior. A consultoria já havia mostrado cenário semelhante ao divulgar os dados do segundo trimestre do ano.

Contudo, mais recursos, como câmeras melhores e mais capacidade de armazenamento aumentaram o valor dos aparelhos, o que compensou a receita considerando o menor número de vendas.

A entidade vê na conjuntura econômica o motivo principal para a retração do mercado: “Em 2017 houve a liberação do FGTS para o trabalhador, e mudar de celular foi a prioridade. Neste ano, fatores como a greve dos caminhoneiros e eleições tiveram impacto negativo", avalia Luiz Claudio Carneiro, diretor da entidade na área de dispositivos móveis.

Apesar do ano com vendas menores, o diretor está otimista para o próximo ano, e projeta crescimento de unidades vendidas e receitas, graças à tendência de aumento do ticket médio do consumidor: "A expectativa é crescimento de receita de 8%”, disse o executivo.

A associação projeta que 2019 será um ano positivo também para a economia em geral. Para o diretor executivo da Abinee, Humberto Barbato, a crise passou: “As pessoas, tendo confiança de que a crise passou, de que não vão perder o emprego, começam a consumir mais”.


Todo o setor deve acompanhar a tendência de crescimento de 8%, de acordo com a indústria, que projeta geração de receitas na ordem de 157,3 milhões. Neste ano, comparado a 2017, o avanço já foi de 7%, atingindo R$ 146,1 bilhões. O faturamento do setor de telecomunicações será de R$ 35,9 bilhões.

Já o segmento de infraestrutura terá expansão de 5%, de acordo com a entidade, enquanto a informática deve ter crescimento de 8%, fechando o próximo ano com receita de 28, 6 bilhões.

Barbato acredita que o próximo governo terá viés reformista, e vê a reforma tributária como fundamental para o desenvolvimento do ambiente de negócios e elevação da produtividade.

O índice de confiança do empresário industrial (ICEI), elaborado pela Confederação Nacional da Indústria atingiu o maior patamar em seis anos, com 65,2 pontos. “O índice de confiança da indústria subiu porque a base de comparação é muito ruim. Não há alternativa exceto o crescimento para o próximo ano”, ressaltou Barbato.


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