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Venezuela: Adobe volta atrás e oferecerá reembolso a assinantes antes de encerrar operações

10 de outubro de 2019 11

Atualização em 10/10/2019 - por EM

Parecia absurda a decisão (forçada) da Adobe em encerrar seus negócios na Venezuela sem reembolsar os usuários. A empresa justificou tal decisão alegando que uma ordem do governo estadunidense decretava que nem mesmo reembolsos ou suporte poderiam ser oferecidos, mas aparentemente ela achou uma brecha legal para isso.

A Adobe mantém sua posição de encerrar seus serviços no país em 29 de outubro. Na data não será mais possível usar softwares como o Photoshop, Premiere, Lightroom e muitos outros. Porém, até o final do mês, todos aqueles com uma assinatura ativa serão reembolsados com créditos referentes ao período já contratado e que não poderá ser cumprido.

Outra "boa" notícia é que o Behance não sairá mais do ar. Grande plataforma de portfólio para designers, a empresa disse que irá manter o site no ar, mas ainda bloqueará o acesso a backups que estejam na sua nuvem do Adobe Cloud, sem informar se esses documentos serão apagados ou preservados para restauração futura se os Estados Unidos rever essa ordem.

Segundo reporta a Reuters, nas redes sociais já há uma movimentação por parte de usuários que estão trocando dicas de como manter o pacote funcional. Ou seja, pirataria.

Uma usuária relata que muitos no país vivem de trabalho freelancer para empresas de fora, e em um país com economia extremamente instável e que sofre uma superinflação ninguém pode perder seus bicos.

Vale lembrar, quem comprou uma versão do pacote Adobe na época em que ela ainda comercializava seus softwares como produtos de venda - e não aluguel - não terá dores de cabeça.

Artigo original de 08/10/2019

Sanção dos EUA à Venezuela faz Adobe encerrar abruptamente assinaturas sem reembolso

Usar um software por assinatura pode refletir em um preço mais em conta para o usuário. Afinal, ele pode assinar o serviço por um período específico conveniente ao seu uso, ao invés de pagar uma pequena fortuna por um aplicativo que será necessário esporadicamente.

Há alguns anos a Adobe inclusive migrou sua suíte de aplicativos para esse modelo de negócios: pague mensalmente - ou anualmente com um bom desconto - e use o Photoshop, Lightroom, Premiere, After Effects e outro por um período limitado. Muitos não gostaram, mas uma vantagem desse modelo é o acesso às grandes atualizações sem pagar mais por isso, enquanto no antigo modelo era necessário comprar as novas versões conforme elas fossem sendo lançadas.

Um grande problema, porém, coloca as vantagens desse modelo em risco, ao menos na Venezuela.

Graças à Ordem Executiva 13884 dos Estados Unidos, toda empresa estadunidense está terminantemente proibida de fazer negócios na Venezuela. Por causa disso a Adobe informou que encerrará todas as contas de usuários do país.


Quem tem arquivos na nuvem da empresa terá até o dia 28 de outubro para fazer o download, e a empresa apesar de dizer que lutará para restabelecer seus serviços, não revelou se preservará esses backups nos seus servidores até normalização ou se deletará tudo.

A pior parte, talvez, nem seja o fim do acesso à suíte de apps dela, mas sim o fato de que nenhum usuário será reembolsado.

Ou seja, se um venezuelano pagou por esse mês inteiro, não terá devolvido os valores referentes aos dias em que não terá mais acesso aos softwares. E o pior: aqueles que fizeram uma assinatura anual estão na mesmíssima situação: acabaram por dar dinheiro para a Adobe, e mesmo com as proteções contratuais, não receberão um único centavo de volta.

Isso porque os poderes da Ordem Executiva 13884 são mais fortes que os contratos celebrados entre a Adobe e os usuários venezuelanos. Ela diz que para além dos serviços, as empresas dos EUA também não poderão fornecer reembolsos, créditos, ou ao menos suporte.


Sendo assim faz sentido que os assinantes da plataforma sintam-se golpeados. Vale lembrar que se ainda comercializasse seus aplicativos na modalidade antiga, a Adobe não poderia interferir no uso das ferramentas, já que o modelo anterior funcionava com a compra, e não aluguel dos softwares.

Para além dos venezuelanos, quem também vem sofrendo um grande baque com sanções norte-americanas é a Huawei, que usa toda sua criatividade para emplacar o Mate 30 Pro, seu primeiro desafio após os laços rompidos forçadamente com o Google.

E você, o que acha dessa história toda? Esse de fato é um lado negativo desse modelo de fornecimento de serviços? Conte para a gente nos comentários!


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