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Coronavírus: China autoriza uso de vacina experimental para COVID-19 em militares

30 de junho de 2020 3

Começando por um panorama global a respeito da imunização contra o coronavírus, a Organização Mundial de Saúde já registrou 17 vacinas em processo de testagem, 132 em fase pré-clínica e hoje vamos falar a respeito de uma que está em fase experimental na China que está sendo desenvolvida pela CanSino Biologics, uma empresa de biotecnologia, em parceria com os militares locais.

Segundo a Reuters, a Comissão Militar Central da China aprovou o uso da vacina em 25 de junho, com de um ano a partir dessa data. Chamada de Ad5-nCoV, ela já teve duas fases de testes completos com a primeira envolvendo 108 candidatos, que apresentaram resultados seguros com boa resposta do sistema imune, que produziu anticorpos e demais formas de defesa contra o coronavírus.

Como a vacina funciona?

A Ad5-nCoV é feita à base de vetores virais, sendo assim, os cientistas utilizaram uma cepa incapacitada de adenovírus 5, que geralmente causa infecções leves no sistema respiratório, com uma característica assinatura do SARS-CoV-2. Assim, quando o organismo entra em contato com o vírus inativado, ele entende que se trata de uma ameaça e produz respostas imunes ao coronavírus.

Falha nos resultados

Apesar de tudo, a vacina ainda está em fase de desenvolvimento e, segundo uma publicação da The Lancet, ela possuí uma falha crucial envolvendo aqueles que já foram infectados alguma vez pelo adenovírus 5 (Ad5). Essas pessoas simplesmente não desenvolveram uma resposta imune suficiente ao coronavírus, provavelmente pelo organismo delas ter se focado no Ad5, que já era conhecido.


Segundo o South China Morning Post, a CanSino ainda não divulgou os resultados da segunda bateria de testes e já até firmou um acordo com o governo do Canadá para implantar a terceira fase por lá, que deve compor um grupo maior de testadores. Essa atitude faz sentido, afinal o pico de contaminação está concentrado em países ocidentais no momento.

Vale dizer que um dos atuais picos da pandemia por coronavírus é o Brasil, onde uma vacina já está sendo testada em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, que já conta com acordo para produção nacional da mesma.

Por fim, não foi possível confirmar se a vacina será obrigatória para membros do exército chinês, uma vez que, segundo a Reuters, a CanSino se recursou a dar tal informação.


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