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CEO da TIM no Brasil não vê a compra da divisão mobile da Oi como crucial para a operadora

30 de julho de 2020 0

Já são meses desde que a “novela” que envolve a venda da divisão móvel da Oi começou a movimentar o mercado brasileiro. Desde então diversas empresas deram “lances” para adquirir o serviço de telefonia móvel da operadora.

Uma delas é a Highline, que é controlada pelo grupo estadunidense Digital Colony. Por outro lado, temos também o consórcio formado entre as principais operadoras que atuam no Brasil – a Claro, TIM e Vivo – para dar um lance único para a aquisição conjunta, que teve oferta ampliada para R$ 16,5 bilhões.

Sobre esta união, nós vimos ontem (29), que o CEO da Vivo – Christian Gebara – argumentou que a compra da Oi pelo consórcio poderia minimizar os problemas no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Agora, o CEO da TIM no Brasil, Pietro Labriola, declarou que a compra da Oi pode não ser tão crucial assim para a operadora italiana. Para ele, seria muito vantajoso ter mais capacidade de banda, mas ainda assim “não é uma questão de vida ou morte”.

Não se trata de uma situação de vida ou morte. Seria extremamente benéfico ter mais capacidade de banda, mais infraestrutura e escala, mas nos últimos anos tivemos sucesso em transformar a TIM Brasil e desenvolver nosso negócio muito bem, administrando gap de espectro de forma inteligente e tendo a melhor cobertura 4G do País. Temos todas as condições de prosperar independentemente dos resultados dessas negociações.


Pietro Labriola
CEO da TIM no Brasil

A declaração, que foi dada durante uma teleconferência sobre os resultados financeiros do segundo trimestre, ainda foi completada com uma declaração de que a compra da Oi pelo consórcio iria gerar um valor importante para todos os envolvidos, mas destacou que “de qualquer forma, terão que aguardar a conclusão da negociação, porque é um processo longo e complexo.”

A perpetuação da venda da divisão móvel da Oi poderá ficar somente para o ano que vem, após o aceite de um dos lances pelos acionistas da Oi e, por fim, das avaliações dos órgãos reguladores brasileiros.


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