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Criatividade de sobra? ChatGPT mente em tribunal

28 de maio de 2023 0

Em matéria do The New York Times, o chatbot da OpenAI ganhou mais algumas linhas de destaque. Em um caso, no mínimo, curioso, advogados surpreenderam ao apresentar uma série de casos jurídicos fictícios. O autor desses casos? Ele mesmo, o ChatGPT.

Em um processo movido contra a companhia aérea colombiana Avianca, após a parte contrária apontar a inexistência de alguns casos apresentados, o juiz distrital Kevin Castel, dos Estados Unidos, determinou uma audiência para analisar sansões aos advogados responsáveis pelo erro.

Em depoimento juramentado à corte, o advogado Steven A. Schwartz – da Levidow, Levidow & Oberman, admitiu ter usado o ChatGPT para suas pesquisas; chegando a usar o próprio chatbot para confirmar a autenticidade dos casos.

Na ocasião, o advogado indagou a IA se os casos apresentados eram reais. O ChatGPT manteve a sua posição, chegando a alegar que um deles, inclusive, poderia ser encontrado no banco de dados jurídicos Westlaw e LexisNexis.

Satisfeito com a resposta, Schwartz adicionou os casos a petição do processo sem checar outras fontes.

Imagem: reprodução/The New York Times

Foi então que a parte contrária, representante da companhia aérea, indagou a veracidade dos casos apresentados à corte, destacando que o pedido estava repleto de mentiras.

Em um dos casos, o chatbot aparentemente até se referiu a um caso real, mas acabou atribuindo um outro nome ao caso, além de ter mudado e acrescentado informações, inviabilizando a citação.

Na nova audiência instaurada, Schwartz alegou que “desconhecia a possibilidade de que o conteúdo fosse falso” e lamentou ter utilizado a inteligência artificial para complementar suas pesquisas jurídicas.

O advogado não possui autorização para exercer advocacia no Distrito Sul de Nova York, apesar de ter sido o responsável inicial do processo antes de este ser movido para o novo tribunal. Peter LoDuca, do mesmo escritório de advocacia, assumirá a responsabilidade pelo caso e terá que esclarecer o ocorrido.

E você, ainda acredita em tudo que o ChatGPT diz? Conta para a gente nos comentários!


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