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Estudo revela faixa etária que mais sofre com perda ou roubo de smartphones

29 de abril de 2016 0

Há um ano, uma pesquisa mostrou que 41% dos brasileiros chora ao perder o celular. Já 25% compra outro modelo ainda no mesmo ano. E se você nunca perdeu seu celular, certamente conhece alguém que já tenha sofrido com um problema destes. Entre roubos, furtos e esquecimentos de onde deixou, é mais comum ouvir aquela frase "perdi meu celular" do que gostaríamos. Mas será que existe uma faixa etária na qual este problema é mais comum? Segundo uma pesquisa da Kaspersky, em parceria com a B2B International, a resposta é sim.

O estudo, que envolveu 12.355 pessoas a partir dos 16 anos em 26 países, revelou que 14% dos usuários perdeu seu telefone nos últimos 12 meses. Mas essa taxa aumenta para 26% entre os jovens de 16 a 24 anos. Nesta faixa etária, 17% declarou ter deixado o aparelho em algum lugar para não mais encontrar, enquanto 13% disse ter sido roubado ou furtado. E, após a perda, 83% desses jovens sofreu consequências negativas, contra 77% na média geral.

Entre essas consequências, um terço (32%) teve as contas online invadidas ou roubadas. Um quarto (25%) perdeu arquivos pessoais e 24% sofreu vazamento de informações pessoais. E o problema se estende para a vida profissional: 22% desses usuários sofreram punições no trabalho por guardar dados corporativos no aparelho. E 21% tiveram problemas com movimentações financeiras indevidas por manterem estas informações armazenadas no dispositivo.

Onde eu deixei, mesmo?

O analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil, Fabio Assolini, alerta para os perigos de confiar demais em nossos smartphones:

Os dispositivos móveis tornaram-se fundamentais em nossas vidas, são como amigos que nos acompanham por toda parte. A maioria de nós armazena neles informações sigilosas e pessoais, sejam fotos da família, dados bancários, emails pessoais ou senhas de acesso que usamos diariamente. Quando perdidos ou roubados, os dispositivos transformam-se facilmente em 'falsos amigos' digitais. Uma situação como essa é muito mais que um inconveniente, pois pode violar nossa identidade e privacidade.

O que fazer, então, para nos protegermos? "Usar recursos antirroubo incluídos em uma solução de segurança mais abrangente para bloquear o acesso de terceiros, ajudar a localizar o aparelho e apagar seus dados pessoais, se necessário", aconselhou Assolini. No entanto, de acordo com o estudo, apenas 40% das pessoas solicitou o bloqueio do aparelho à operadora ou comunicaram o problema à polícia. E menos gente ainda limpou o dispositivo ou tentou encontrá-lo por meio de software: 15%.


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