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HarmonyOS 2.0: Huawei P50 deve ser o primeiro celular a estrear com substituto do Android

17 de dezembro de 2020 13

A Huawei finalmente oficializou o HarmonyOS 2.0 para celular e já temos informações indicando que o Huawei P50 deve ser o primeiro celular da chinesa a estrear com o novo sistema operacional que substituirá o Android.

O novo sistema trará grandes possibilidades ao topo de linha que deve estrear no início de 2021, permitindo integração com diversos dispositivos da chinesa e de outras marcas que adotem o HarmonyOS, tal como a TV Smart Screen S que será oficializada em 21 de dezembro com o novo sistema operacional.

Vale lembrar que o Huawei P50 deve ser o primeiro celular a estrear com o novo sistema, mas não o primeiro a utilizá-lo, visto que a versão beta do HarmonyOS 2.0 já está disponível para diversos celulares da chinesa incluindo o Huawei P40, por exemplo.

A nova informação vem de uma fonte chinesa, o que combina perfeitamente com o revelado ontem pela Huawei ao afirmar que todo o seu portfólio de produtos deve ser convertido ao HarmonyOS até o fim de 2021.

Huawei P40

Dessa forma não faz sentido ela lançar mais um celular com Android, ainda mais se levarmos em conta que será mais difícil atualizar esse sistema no futuro por conta do banimento do governo dos EUA.

A fonte ainda diz que um smartwatch também pode ser oficializado junto do novo celular. Ele também deve utilizar o HarmonyOS para mostrar como a chinesa está comprometida em criar um ecossitema completo para o seu novo sistema operacional.

Segundo a Huawei, mais de 100 milhões de dispositivos devem receber o HarmonyOS até 2021.

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Comentários

HarmonyOS 2.0: Huawei P50 deve ser o primeiro celular a estrear com substituto do Android
  • Fico besta de ver sujeitos propensos à servidão defendendo regimes genocidas e totalitários, torcendo para empresas que são obviamente franjas desse regime e quebra gelo de projeto expansionista do mesmo. O que tem de Chamberlain por aí, entristece-me profundamente. A humanidade está lascada, mesmo. Todo mundo tem esqueleto no armário. A diferença é que alguns fazem o mea culpa ee procuram mudar, evoluir, mesmo dando passos para frente e para trás. Outros arrogam-se a hegemonia do bom e do justo enquanto destroem vidas e impõem a servidão a milhões, lógico, tudo banhado a lágrimas de jacaré e coração sangrante cenográfico, sempre em nome de uma promessa de."novo mundo melhor".

      • "Será a Austrália o Brasil amanhã?

        PRESSÃO DA CHINA CONTRA AUSTRÁLIA É UM ALERTA AO RESTO DO MUNDO
        %u201CSe você transformar a China em inimigo, a China será o inimigo.%u201D Essa frase atribuída a uma autoridade chinesa, tomou conta da imprensa australiana nos últimos dias. Merece atenção do mundo.
        A acelerada deterioração das relações entre China e Austrália é bem mais que um assunto bilateral. É uma demonstração de como uma China mais assertiva tenta intimidar países mais distantes. O tratamento à Austrália fixa um precedente perigoso, já que a China está fazendo exigências que, se aceitas, afetariam liberdades fundamentais, como a livre expressão.
        Os países democráticos deveriam acompanhar atentamente esse conflito e se preparar para prestar apoio uns aos outros em oposição à pressão chinesa. Sem uma coordenação desse gênero, Pequim se sentirá estimulado em seus esforços de dividir para governar, infligindo prejuízos políticos e econômicos reais a países democráticos que desafiarem a sua vontade.
        Por algumas décadas, a Austrália conseguiu com sucesso dançar em dois bailes ao mesmo tempo. Manteve uma aliança estratégica com os EUA e desenvolveu uma relação econômica próxima com a China. A China é o maior mercado para seus produtos de exportação, e a demanda chinesa contribuiu para impulsionar muitas décadas de crescimento na Austrália.
        Essa dependência econômica sempre tendeu a colocar a Austrália numa posição incômoda no caso, como agora, de uma deterioração das relações entre China e ocidente. Pequim deixou claro que vê a Austrália como alinhada demais à política externa Americana numa série de questões, que vão do Mar do sul da China até investimentos, tecnologia 5G e Covid-19. Em resposta, Pequim intensificou a pressão econômica: impôs tarifas à cevada australiana, restringiu suas aquisições de carne bovina, abriu investigação antidumping contra vinho australiano e barrou compra de carvão alegando questão ambiental. Disse que novas medidas poderão estar a caminho, caso a Austrália não %u201Ccorrija seus erros%u201D.
        As correções que Pequim está exigindo não se limitam apenas ao campo da política externa ou do comércio. Em memorando de 14 pontos entregue à mídia australiana que descreve suas reclamações, Pequim apontou ainda para o que encara como hostilidade com que é encarada pela mídia %u2013 além do financiamento, pelo governo australiano, de centros de estudos que produziram trabalhos que criticaram Pequim. Incapaz de tolerar a livre expressão de ideias em casa, Pequim agora parece determinada a controla-las no exterior também.
        A China, sem dúvida, sente-se em boa posição para intimidar a Austrália, país que apesar de seu vasto território, tem só 25 milhões de habitantes. Ao mesmo tempo Pequim parece encarar com ansiedade qualquer insinuação de que a Austrália é parte de uma comunidade mais ampla de países democráticos, que poderia ajuda-la. Quando Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Reino Unido e EUA - grupo conhecido como %u201CFive Eyes%u201D (cinco olhos) divulgou recentemente nota conjunta sobre Hong Kong, o porta voz do Ministério das Relações Exteriores chinês respondeu:
        %u201CIndependentemente de eles terem cinco ou dez olhos, se se atreverem a prejudicar a soberania da China... precisam se cuidar contra a possibilidade de seus olhos serem furados e cegados%u201D.
        Esse linguajar não ajuda Pequim a obter o que quer. Num mundo ideal, os ânimos se aclamariam nas duas capitais e a China pode se beneficiar da mudança de governo nos EUA.
        Se isso não ocorrer, os países democráticos deveriam coordenar a resposta ao esforço de intimidação chinês. Como disse Benjamin Franklin: %u201CDevemos ficar todos juntos, se não com certeza seremos enforcados separadamente%u201D.

        Publicado em O Valor Econômico, em 27/11/2020."

        • Que excelente notícia, o P50 já vai chegar equipado com o HarmonyOS 2.0, realmente a Huawei continua ativa, firme e forte, mesmo com todas as injustiças do governo Trump para acabar com a empresa.
          Recentemente a alemanha liberou o uso dos equipamentos 5G da Huawei, ainda falta ser aprovado pelo Parlamento alemão, algo que não será muito difícil, mas o fato de a maior economia da Europa, liberar os equipamentos 5G da Huawei, já é uma Vitória.
          Em breve as coisas tendem a mudar para a Huawei, mudanças positivas, logo assim que ela se recuperar das sanções dos EUA, e também sair da lista negra da OMC, na qual o governo Trump colocou ela injustamente, ela vai dominar o mercado de smartphones e ficará no topo, o 5G da Huawei será global, e finalmente a hegemonia dos EUA será derrubada na tecnologia,
          Tudo isso é questão de tempo.
          #GOHUAWEI...

            • Poderoso HarmonyOS. Huawei imparável! Rússia e China no topo!

              • Celular lindo, poderoso, com sistema operacional própio, vontade tenho, só me falta dinheiro.

                • Eles poderiam liberar para instalar de graça no lugar do android...

                    • O dragão está quase saindo da jaula.

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