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Nomes da indústria revelam como Facebook e Twitter buscam conquistar vício dos usuários

04 de julho de 2018 0

Enquanto o Facebook já superou o episódio Cambridge Analytica e segue com projetos no mínimo controversos no que diz respeito à privacidade de seus usuários, uma reportagem da BBC revela com entrevistas de grandes nomes da tecnologia como tudo acaba sendo milimetricamente planejado para deixar o usuário viciado.

Afinal, até mesmo durante a Copa do Mundo continuamos ligados nas pequenas telas dos nossos smartphones, seja para brincar com a partida do Brasil contra o México, seja para criticar quem ousa ofender o Neymar. E de acordo com o artigo, é exatamente isso que é esperado pelas empresas por trás dessas redes sociais.


O criador da paginação infinita - Aza Raskin - conta que até se arrepende de ter criado o recurso. Para ele, a má utilização da indústria incita que os usuários continuem a navegar sem nunca parar. Afinal, nem precisamos dar tempo aos nossos cérebros para que pensem em apertar um botão para continuar explorando posts. Quando acabamos um grupo deles, outro já está disponível e tudo que precisamos fazer é rolar a tela.

Ainda segundo ele, essa é a exata intenção das empresas, pois conseguem manter os usuários viciados:

Por trás de cada elemento de design nas redes sociais que você usa, existem estudos conduzidos por milhares de engenheiros que trabalham duro para fazer com que tudo aquilo seja o mais viciante possível."


Até mesmo uma ex-funcionária do Facebook, Leah Pearlman, assume que foi seduzida pelas ferramentas da plataforma, uma delas que ajudou a criar: o botão curtir.

Quando eu preciso de validação, eu vou verificar meu Facebook. Quando estou me sentindo sozinha, também. Insegura, idem."

No fim das contas, não é difícil imaginar que Facebook, Twitter, e outros, desejam que seus usuários passem bastante tempo em suas soluções. Na medida que mais navegação significa mais anúncios sendo exibidos e atividades nas plataformas, é um tanto quanto óbvio que as companhias desejarão isso.

Não à toa, Mark Zuckerberg tenta cada vez mais abarcar novos serviços em seus produtos, com o Instagram ganhando nos últimos anos a função de diário chamada Stories, e agora um serviço de TV para concorrer com o YouTube.

As companhias refutam os dados apresentados pela BBC: o Facebook nega que tome esforços no sentido de tornar suas plataformas mais viciantes, mas sim que se preocupa em tornar a rede social e o Instagram em espaços para pessoas se aproximarem. À favor desse discurso temos os testes da companhia no sentido de mostrar ao usuário quanto tempo passa na rede de fotografias, enquanto a função de resumo dos últimos dois dias já está sendo lançada para todos.

Já o Twitter optou por não responder ao pedido de comentário da BBC.

E você, acredita que as companhias se preocupem com o bem estar dos usuários? Conte para a gente nos comentários!


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