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Operação Copyright: Polícia Federal fecha grande site pirata de músicas, filmes e séries

16 de janeiro de 2019 84

Quem acompanha filmes e séries ou escuta músicas de forma ilegal na internet acaba de perder mais um aliado. Uma ação da Polícia Federal intitulada "Operação Copyright", que foi realizada em 5 estados diferentes de forma simultânea, pôs fim para as atividades do site speed-share.org. Vale lembrar que, apesar de ter uma representatividade grande, esse site não fazia parte da nossa lista entre os mais populares de compartilhamento de conteúdo pirata.

A pirataria é uma das grandes pedras no sapato das produtoras de vídeos, filmes e séries ao redor do mundo há diversos anos. Tudo se propagou ainda mais com a popularização da internet, pois a maioria dos usuários preferem caçar opções gratuitas, mesmo que de forma ilegal, ao invés de investirem algumas dezenas de reais no produto original, ou em serviços de streaming.

Mesmo sabendo que essas alternativas podem ser agradáveis para o público em geral, existem diversas empresas que se sustentam da venda de mídias físicas ou digitais. Além disso, a geração de emprego nesse mercado é o que mantém os consumidores recebendo conteúdos novos.

A operação realizada nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Goiás teve como intuito cumprir com os mandados de busca e apreensão baseados na denúncia feita pela Associação Protetora dos Direitos Intelectuais e Fonográficos (Apdif), que contabilizou um prejuízo maior que 38 milhões de reais nos últimos nove anos por conta das atividades ilegais do Speed Share.

Em São Paulo foram identificados os dois criadores do site, que contava com 9 milhões de acessos por ano e 70 mil usuários ativos, dos 140 mil cadastrados no banco de dados. Segundo o delegado da Polícia Federal Márcio Magno Carvalho Xavier, o SS estava hospedado em um servidor dos EUA, onde era possível ter acesso a propagandas que geravam monetização fixa nele. 

"Nós também solicitamos que esses sites saiam do ar e estamos contando com a cooperação das autoridades americanas", concluiu Xavier.

Além do lucro fixo, era preciso que os usuários pagassem uma taxa para acessar algumas regalias, mas não era uma necessidade, já que os links para download dos títulos eram disponibilizados gratuitamente. Essa renda extra ainda maior, e que não era declarada para a Receita Federal, servia para investir na estrutura geral de trabalho do site, mostrando todo o profissionalismo por trás da atividade ilegal.

"Para fazer os downloads, a pessoas precisa ser convidadas para o site e comprar pacotes que permitem que baixem os conteúdos. Além do prejuízo para as produtoras e gravadoras, também há valores inerentes aos tributos sonegados", destaca o delegado.

"Para fazer os downloads, a pessoas precisa ser convidadas para o site e comprar pacotes que permitem que baixem os conteúdos. Além do prejuízo para as produtoras e gravadoras, também há valores inerentes aos tributos sonegados", destaca o delegado.

Apesar da investigação ter sido realizada durante 1 ano e diversas provas do crime terem sido apreendidas, como computadores, celulares, HDs e DVDs, nenhum dos envolvidos foi preso e o nome dos acusados não foi divulgado para a imprensa. É importante destacar que o crime de violação de direitos autorais, normalmente, leva a pena entre 2 e 4 anos de prisão em regime fechado. Mas o delegado garante que ainda há informações a serem apuradas para que qualquer ação mais extrema seja tomada.

 "Com a continuidade das investigações, vamos ainda saber se havia associação ou organização criminosa, o que aumentam as penas", conta Xavier

Em 2016 a operação Barba Negra já tinha conseguido fechar mais de 30 sites de conteúdo pirata, prendendo diversos donos desses endereços ilegais, bem como aplicando multa milionárias em alguns deles. Um dos principais endereços a ser encerrado no início dessa ação foi o Mega Filmes HD, que contava com mais de 150 mil conteúdos cadastrados para atender os 60 milhões de visualizações de seus usuários por mês e dava um lucro anual maior que 800 mil reais para o casal de donos.

Se levarmos em conta que esses sites só existem porque há uma insatisfação do público em relação aos valores cobrados pelos conteúdos originais em relação à falsa gratuidade prometida pelo site fechado na operação mais recente, é preciso ocorra uma estratégia melhor para fidelizar essas pessoas em serviços de streamings dentro da lei e ainda proporcionar a qualidade de conteúdo desejada. 


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