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#VazaJato: Telegram nega falha no serviço e sugere possível falta de cuidado dos envolvidos

11 de junho de 2019 11

Na última semana veio a público a notícia de que o celular do Ministro da Justiça Sérgio Moro havia sido invadido por hackers. O invasor teria obtido acesso a mensagens do Telegram por seis horas, mas nada havia sido divulgado publicamente.

Apenas no último domingo (09) o assunto voltou a ser debatido, quando o The Intercept - tocado por Glenn Greenwald do caso Snowden - divulgou uma série de mensagens do agora ex-juiz com o jurista e também membro da Lava Jato Deltan Dallagnol, em conversas revelando os conturbados bastidores da operação.

Não se sabe se esses dois casos possuem relação, mas Moro e Dallagnol se dizem vítima de ataques hackers. O Telegram, por outro lado, assegura que a culpa não é sua.

Questionado por um jornalista, o perfil oficial da companhia afirmou que não existem evidências de um ataque malicioso aos seus servidores, sugerindo que as informações podem ter sido obtidas através de um malware no celular de alguma das partes, ou então via engenharia social mais simples pela falta de autenticação em dois fatores.

Vale lembrar que a encriptação do Telegram funciona com a garantia do "embaralhamento" das informações a partir do momento que saem de um aparelho e chegam em um outro cujo remetente tenha escolhido para recebê-las. Apenas os dispositivos dessa conversa possuem as chaves necessárias para a organização correta dos dados.

Outra possibilidade que vem sendo debatida, mas essa não pelo Telegram, é a possibilidade do(s) invasor(es) terem usado SIM Swap. Nesse caso, uma quantidade de informações sobre o dono de uma linha telefônica é levantada, como RG, CPF, endereços, e então um farsante entra em contato com a operadora simulando ser o dono do número e pede uma troca de chip. Com o resgate do número em outro SIM, as possibilidades de ataque são ampliadas, já que muitas verificações de segurança para acesso de serviços usam o telefone como confirmação.

Glenn Greenwald em seu Twitter já colocou que apenas uma parte do conteúdo obtido foi publicado, e que serão levadas ao ar "informações de relevância pública" sem interferência em assuntos pessoais e íntimos, mostrando que independentemente do método usado pela fonte que repassou as informações ao veículo, a quantidade de dados foi massiva.

E você, o que está achando dessa história? Conte para a gente nos comentários!


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