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Coronavírus: governo do Paraná assina acordo para produção de vacina russa no estado

12 de agosto de 2020 18

Atualização (12/08/2020) - BB

Ontem o governo da Rússia surpreendeu a muitos ao anunciar que a vacina Sputnik V, em testes no país, poderá ser produzida já este ano após os testes de fase três apresentarem resultados promissores no combate ao novo coronavírus. E, conforme dito na ocasião, o imunizante poderá ser produzido no Brasil, caso a Anvisa aprove sua administração no país.

Agora, o governo do Paraná e a Rússia assinaram hoje, 12 de agosto, um memorando de entendimento para realizar os testes, bem como a produção, da Sputnik V no estado. Esse acordo é um primeiro passo para a formalização de um documento jurídico para tratar da colaboração.

O acordo foi assinado pelos representantes legais das duas partes, o governador Ratinho Junior, do PSD, e o embaixador da Rússia no Brasil, Sergey Akopov em uma reunião realizada hoje entre eles e autoridades do Ministério da Saúde.

Essa parceria prevê que a Sputnik V deverá ser testada em todo o território paranaense. Após isso, o governo do estado do Paraná poderá fechar outro acordo com a Rússia para a produção local do composto – que deverá ficar a cargo do Instituto de Tecnologia do Paraná – Tecpar.

Mas é importante mencionar que, tanto para a produção local, quanto para os testes no Paraná, a vacina ainda deve passar por validação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. Caso tudo seja aprovado, a vacina poderá ficar disponível a partir do primeiro semestre de 2021.

Enquanto isso, o governador de São Paulo, João Doria, já afirmou que a vacina não será produzida ou testada no Instituto Butantan que, no momento, realiza os testes da Coronavac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac.

Texto original (11/08/2020)

COVID-19: vacina contra coronavírus é registrada pela Rússia e deve chegar ao Brasil ainda em 2020

No início de julho anunciamos que a Rússia estava em desenvolvimento acelerado da sua vacina e agora temos grandes novidade da vacina que tem causado muita polêmica por conta do seu desenvolvimento, visto que diversas autoridades em todo o mundo estão criticando a postura do governo russo que não tem divulgado informações sobre estudos ou dados científicos dela.

Para refutar estas teorias, Vladimir Putin, presidente da Rússia, anunciou hoje que uma das suas filhas já recebeu duas doses da vacina chamada "Sputnik V" e desenvolveu uma grande quantidade de anticorpos em seu organismo, caracterizando a imunidade ao coronavírus.

Por outro lado cientistas criticam a postura do presidente, dizendo que é muito arriscado utilizar uma imunização antes que os testes sejam finalizados na Fase 3. Mesmo assim, Putin diz que a vacina é eficaz e já passou por todos os testes necessários.


Pode parecer confuso, mas a questão é que, segundo a Organização Mundial de Saúde, a vacina russa ainda estava na primeira de três fases de testes, que foi iniciada em 18 de junho e levam meses para ser concluídas.

A produção em massa da Sputnik V deve começar em setembro e a aplicação em outubro, primeiro em profissionais de saúde e logo depois no restante da população de forma voluntária.

Produção no Brasil

Após o governo russo anunciar o registro da imunização contra o coronavírus o governo brasileiro se manifestou. Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde anunciou que o Brasil vai apoiar toda vacina que tenha eficácia comprovada.

Logo após o anúncio do Ministério da Saúde, Kirill Dmitriev, que é chefe do fundo soberano da Rússia, se pronunciou dizendo que a vacina também deve ser produzida no Brasil com fabricação iniciando em novembro, desde que ela obtenha as aprovações necessárias do governo.

Imagem: World Tribune

Dmitriev ainda diz que já recebeu uma dose da nova vacina e a Rússia já tem pedidos de mais de 20 países que somam um total de 1 bilhão de doses da imunização registrada hoje pelo governo. Ele afirma que a vacina é segura e não apresentou qualquer efeito colateral durante os testes.


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