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Coronavírus: Brasil não utilizará vacina russa até que resultados de testes sejam entregues à OMS

11 de agosto de 2020 4

Hoje a Rússia anunciou que registrou a sua primeira vacina do mundo contra o coronavírus, a medida foi comemorada por muitos, entretanto especialistas não estão demonstrando tanta expectativa com a Sputnik 5, visto que a própria Organização Mundial de Saúde não vai recomendar o uso dela, pois o seu desenvolvimento parece não ter seguido as 3 Fases de testes obrigatórias.

O anúncio foi feito hoje pelo diretor-assistente da OPAS - Organização Pan-Americana de Saúde, durante uma entrevista coletiva. Segundo o jornal Folha de São Paulo, Jarbas Barbosa disse que a vacina registrada hoje não será recomendada pela OMS até que a Rússia apresente os resultados dos testes das 3 Fases pelas quais a vacina deve passar que atestam que ela é segura, realmente induz imunidade e é eficaz contra o coronavírus.


Por enquanto a Rússia apenas apresentou os resultados da primeira fase de testes da vacina registrada hoje à OMS. A Fase 1 foi iniciada em 18 de junho, o que é muito pouco tempo para que as demais sejam realizadas com segurança, visto que elas geralmente duram meses e é preciso assegurar que a vacina não vá ter nenhum efeito colateral agressivo ou simplesmente não funcionar adequadamente.

Aprovação no Brasil

No Brasil o Paraná já anunciou que vai assinar um acordo com a Rússia para ter acesso a vacina, que deve chegar à população no segundo semestre de 2021, entretanto o diretor-assistente da OPAS diz que o acordo somente terá efeito quando a Rússia apresentar os resultados dos testes, validando que ela é segura, imunizante e eficaz contra o coronavírus.


Vale lembrar que o Brasil já é sede de testes para a vacina de Oxford criada em parceria com a AstraZeneca, que já no estágio final de ensaios clínicos, assim como a da chinesa Sinovac, que também está sendo testada em território nacional.

Um acordo já foi assinado com a Fiocruz para produzir 100 milhões de doses da vacina da AstraZeneca no Brasil, que devem ser entregues até janeiro de 2021 para imunização da população.


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