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Coronavírus: crianças e jovens devem receber vacina antes do grupo de risco, diz estudo

08 de setembro de 2020 0

Enquanto a Anvisa e o Butantan tentam acelerar a produção e a liberação da vacina da Sinovac contra o coronavírus no Brasil, estudos são realizados em todo o mundo para determinar a melhor forma de imunizar os diversos grupos da população na melhor ordem possível.

Hoje um comitê das Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina sugeriu uma forma de aplicação entre os diversos grupos existentes com base em estudos posteriores dos professores da Universidade Johns Hopkins e da Universidade do Sul da Califórnia.

Segundo eles, a melhor ordem de imunização possível seria: primeiro os profissionais de saúde, idosos e pessoas jovens que convivam com eles e crianças em geral.

O estudo causou surpresa principalmente ao incluir crianças nessa lista, visto que muito se fala a respeito de imunizar primeiro os mais vulneráveis, tais como portadores de doenças crônicas, idosos e profissionais de saúde apenas.


Segundo o grupo de pesquisadores a conclusão vem de que 10% dos infectados levam a 80% dos casos transmitidos; desses, 40% são assintomáticos, dentre eles a maioria são jovens e crianças, sendo os principais vetores de transmissão silenciosa do coronavírus.

"Argumentamos que essa pandemia requer um modelo diferente para fazer escolhas de vacinação. Após cuidar de trabalhadores essenciais, as vacinas devem ser dadas aos maiores transmissores do vírus – principalmente os jovens – e só então aos mais vulneráveis."

Os pesquisadores ainda apoiam a sua pesquisa dizendo que as infecções por COVID-19 estão crescendo cada vez mais na faixa etária entre 15 e 25 anos e que, como geralmente estes casos são assintomáticos, esses indivíduos tem mais facilidade em transmitir a doença ao aparentarem estar saudáveis.


Dados da American Academy of Pediatrics ainda informam que mais de 338 mil crianças foram diagnosticadas com a doença até 30 de junho, onde pelo menos 84.500 testaram positivo nas 2 últimas semanas do mês.

A medida de imunizar primeiro esses transmissores em potencial já se mostrou bastante eficaz em outros surtos de doenças como o de H1N1 em 2009 e a pandemia de influenza de 1957-1958.

Dessa forma, o critério para imunizar ainda envolverá primeiro os profissionais de saúde, pois eles têm contato direto com infectados e, logo em seguida, os principais transmissores: jovens e crianças em idade escolar. Dessa forma será possível levar mais segurança aos grupos de risco, evitando o contágio dessas pessoas.

No Brasil, já são mais de 126 mil mortes e 4,1 milhões de infectados pela COVID-19 segundo fontes oficiais.

Você concorda com a ideia desse estudo? Conte nos comentários.


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