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China, Rússia e Irã usam hackers para interferir nas eleições dos EUA, revela Microsoft

11 de setembro de 2020 13

A Microsoft confirmou nesta semana que hackers russos continuam tentando atrapalhar as eleições nos Estados Unidos. De acordo com a gigante de Redmond, os cibercriminosos nunca pararam de tentar interferir no país. Na verdade, o que se sabe agora é que eles estão mais espertos e sabem cobrir seus rastros.

Durante as eleições de 2016, um grupo originário da Rússia vazou centenas de documentos sigilosos do partido democrata e da candidata Hillary Clinton. Desta vez, o ataque está sendo direcionado aos dois candidatos: Trump e Biden.

Até o momento, a Microsoft e a inteligência dos EUA não encontraram indícios de ataques cibernéticos bem-sucedidos na estrutura eleitoral. Contudo, chineses e iranianos também estão fazendo companhia aos russos neste ano.


O secretário interino do Departamento de Segurança Interna, Chad Wolf, disse que as informações reveladas pela Microsoft colaboram com os relatórios de inteligência do próprio governo estadunidense:

Proteger nossas eleições é um esforço de equipe com o governo federal e o setor privado se unindo para impedir atores malignos estrangeiros. Hackers da China, Irã e Rússia estão tentando minar nossa democracia e influenciar as eleições.

Além dos principais candidatos, os ciberataques também estão sendo direcionados a mais de 200 organizações localizadas nos EUA, incluindo consultores e pessoas ligadas aos partidos democrata e republicano. A maioria dos ataques russos usam a técnica de força bruta - tentam descobrir a senha de uma conta usando milhares de sugestões por segundo.

Além de táticas avançadas, os hackers agora sabem cobrir seus rastros, usando mais de 1.000 endereços IP diferentes e adicionando 20 novos a cada dia. A Microsoft afirma que os chineses já conseguiram comprometer contas de 150 pessoas entre março e setembro.

A tática chinesa difere da dos russos. Isso porque eles preferem usar bugs conhecidos em sites para capturar dados de indivíduos. Já os iranianos buscaram acessar contas ligadas aos republicanos. O ponto mais curioso é que cada país defende um interesse: russos querem minar a campanha de Biden e chineses trabalham contra Trump.


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