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Coronavírus: cientistas relacionam 4 síndromes a pacientes assintomáticos da COVID-19

15 de outubro de 2020 3

Enquanto o tipo de sanguíneo pode influenciar a intensidade dos sintomas do coronavírus no organismo, algumas pessoas podem nem sequer manifestar qualquer tipo de reação à doença, sendo esses chamados de assintomáticos. Agora cientistas já mostram que esses infectados podem desenvolver consequências mais sérias da doenças em forma de síndromes.

Cientistas do Instituto Nacional de Pesquisa do Reino Unido estudaram esses pacientes que não apresentaram sintomas graves logo de início, mas sofreram com formas mais graves do que eles chamaram de síndromes durante meses, visto que um paciente normal se recupera em, no máximo, 3 semanas após apresentar as primeiras manifestações.

Dentre as síndromes do coronavírus mais persistente, cientistas já diagnosticaram os seguintes sinais:

  • Danos permanentes do órgão aos pulmões e coração;
  • Síndrome de pós-terapia intensiva;
  • Síndrome da fadiga pós-viral;
  • Sintomas COVID-19 contínuos.

Entretanto os danos causados pelo coronavírus não se limitam a esses órgãos. 14 pacientes que participam de um grupo relacionado ao estudo no Facebook relataram redução da capacidade respiratória, cérebro, intestinos, fígado, pele e até mesmo coração e o sistema cardiovascular.


A chamada "Covid prolongada" ainda tem uma manifestação misteriosa para os cientistas. Enquanto ela está sendo estudada em pacientes assintomáticos devido a importância do isolamento deles, muitos infectados que apresentaram sintomas graves desde o início também se mostram portadores das síndromes do coronavírus.

Uma das autoras do estudo, Elaine Maxwell, alerta que essa mudança de estado em pacientes com quadro mais leve da doença no início que logo depois pode evoluir de forma mais agressiva exige atenção. Pensando nisso, o Reino Unido já até planeja a abertura de centros especializados de atendimento para estes pacientes.

Enquanto isso a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford segue com testes no Brasil, enquanto países de todo o mundo temem que uma segunda onda da doença possa surgir, começando pela Europa.

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