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Coronavírus: vacina russa pode ter produção em massa no Brasil ainda em 2020

20 de outubro de 2020 2

A corrida pelas vacinas contra o coronavírus está cada vez mais acirrada. Uma das mais adiantadas no processo é a Sputnik V, desenvolvida pela Rússia que já teve resultados positivos ratificados pela The Lancet. A novidade é que a imunização desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Moscou deve ter registro apresentado na Anvisa até o fim de 2020.

A declaração foi dada pelo diretor do Fundo Russo de Investimento Direto, Kirill Dmitriev, hoje, onde ele ainda afirma que a produção em massa da vacina deve ocorrer no Brasil, onde o Paraná é um dos estados com negociação mais avançada com a Rússia, com um acordo assinado em agosto para a produção da imunização.

Nas palavras do diretor:

Nós confirmamos que poderemos fornecer grandes volumes (da Sputnik V) em dezembro deste ano. Vamos produzi-la no Brasil, Índia, Coreia do Sul, China e em mais um país."

Vale dizer que Dmitriev ainda afirmou que a Rússia pretende firmar acordos comerciais com mais países da América Latina como Peru, México, Argentina e Uruguai para a produção da vacina em grande escala.


No Brasil, a Bahia já comprou 50 milhões de doses da Sputnik-V, que serão entregues prontas, com produção local realizada pela União Química numa parceria com o governo russo posteriormente. Entretanto, o Ministério da Saúde ainda não tem definições de campanha para distribuição da imunização à população.

Dmitriev afirma que a expectativa é a distribuição e produção da vacina seja iniciada ainda em dezembro, mas diferente das vacinas de Oxford e da SinoVac, a Sputnik-V ainda não tem certificação na Anvisa, uma das exigências para distribuição dela no Brasil.


Por outro lado o diretor diz que confia plenamente na vacina, que já foi administrada a ele e seus pais, que têm mais de 60 anos:

"Pessoalmente, minha experiência com a vacina foi boa. Não tive efeitos sérios, tive um pouco de fadiga, mas nada que fosse muito forte. Meus pais não tiveram reações sérias."

Caso a eficácia da vacina seja provada, esses procedimentos podem ser acelerados para facilitar o acesso da população à ela.

O Fundo Russo de Investimento Direto tem grandes expectativas com a vacina, produzindo mais de 1,2 bilhão de doses em 2021, das quais 230 milhões seriam destinados à América Latina.

Atualmente a Sputnik-V está na terceira e última fase de testes, que define se ela é eficaz ou não e ainda se é segura para ser administrada na população.

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