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Covid-19: Ministério da Saúde anuncia início de vacinação contra coronavírus no Brasil na próxima semana

14 de janeiro de 2021 8

Atualização - 14/01/2021 - por EB

No fim de 2020 noticiamos que a vacinação contra a COVID-19 poderia ser iniciada em 20 de janeiro e hoje, após uma reunião com o Ministério da Saúde, prefeitos afirmaram que Eduardo Pazuello confirmou o início da vacinação contra o coronavírus em 20 de janeiro, na próxima semana.

Vale lembrar, no entanto, que o início da campanha depende ainda da aprovação das vacinas pela Anvisa, que deve emitir sua decisão sobre o uso emergencial delas no domingo (17).

De acordo com o G1, os prefeitos que relataram o anúncio de Pazuello foram os de Salvador, Curitiba, Cuiabá, Maringá, Ribeirão Preto, Aracaju e Araucária, no Paraná. Rafael Greca, de Curitiba, afirmou:

Em Curitiba, vamos vacinar primeiro os grupos prioritários. Os 70 mil profissionais de saúde, e todos os idosos de Curitiba, que são perto de 300 mil pessoas. Será em 20 de janeiro.

Gean Loureiro, prefeito de Florianópolis, disse no Twitter:

O encontro virtual envolveu mais de 130 prefeitos de diversas regiões do Brasil, mas infelizmente o Ministro da Saúde não quis confirmar a data quando procurado pelos veículos de imprensa.

Entretanto, alguns fatores indicam que o início da vacinação pode atrasar. É o que diz Jonas Donizete, presidente da Frente Nacional dos Prefeitos. Segundo ele, o voo que trará as doses da vacina vinda da Índia pode demorar um pouco mais para chegar ao Brasil, dessa forma, a data de início da campanha pode sofrer alteração.

Nas palavras de Donizete:

Embora tenha sido mencionado a data do dia 20, às 10h da manhã, essa data está pendente deste dois fatores: da logística de voo e da aprovação da Anvisa.

De qualquer forma, Donizete afirma que 5 milhões de pessoas devem ser vacinadas nesta primeira etapa. 2 milhões com a primeira dose da vacina da Astrazeneca produzida pela Fiocruz e mais 3 milhões com duas doses da Coronavac, produzida no instituto Butantan.


O presidente da Frente Nacional dos Prefeitos detalhou o plano:

São 2 milhões da Astrazeneca e dois milhões de brasileiros vacinados. A Coronavac, tem mais produzidas, mas o pedido de autorização emergencial foi para 6 milhões de doses. Na Coronavac, as prefeituras receberão as doses, mas se receber mil doses, vai aplicar 500 e guardar as outras 500 porque depois de 21 dias vai ter que aplicar a segunda dose.

De acordo com os membros participantes da reunião, em janeiro o governo espera ter 8 milhões de doses, alcançando 30 milhões em fevereiro e 80 milhões de doses de vacina em março de 2021, que serão aplicadas primeiramente nos grupos preferenciais, como idosos, profissionais de saúde da linha de frente e da educação, que devem receber o imunizante até abril.

Por fim, Donizete afirmou que a maioria dos municípios com os quais ele já teve contato já estão preparados para a campanha, dispondo de equipamentos para a aplicação das vacinas, incluindo agulhas, seringas e material de higiene.

Vale dizer ainda que o Ministério da Saúde já divulgou quais documentos serão necessários para receber a vacina, então fique ligado para manter todos eles em dia, afinal a imunização tem se mostrado cada vez mais imprescindível para a retomada da economia no país e uma queda no número de vítimas da COVID-19.

Enquanto o mundo já começou a vacinar contra a Covid-19, o Brasil enfrenta os últimos trâmites burocráticos para aprovar um imunizante para sua população. Esse tipo de decisão está no colo da Anvisa, mas São Paulo acredita que já em 25 de janeiro conseguirá iniciar a campanha de vacinação no estado, para grupos prioritários.

A boa notícia é que o Ministério da Saúde trabalha com a previsão otimista do início da imunização nacional entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. A informação foi divulgada na primeira parte do Plano de Operacionalização da Vacina.

Esse cenário trata da melhor hipótese possível segundo o ministério, ou seja, as datas poderão não ser exatamente essas. Atualmente, CoronaVac, Sputinik V, a solução de Oxford/Astrazeneca e outras são as principais candidatas por aqui, até porque algumas podem ser produzidas nacionalmente através de acordos de transferência de tecnologia com o Instituto Butantã e a Fundação Fiocruz.


Nos últimos dias, porém, fracassou um pregão promovido pelo governo que pretendia obter as seringas e agulhas necessárias para a vacinação. Apenas 3% do pretendido foi obtido.

Vale lembrar, em virtude de movimentos anti-vacina, alguns países estão estudando formas de identificar cidadãos que se recusaram a participar das campanhas de imunização. Los Angeles, nos Estados Unidos, terá verificação via celular, pelo Apple Wallet.

Uma boa notícia que chegou no começo dessa semana envolve a solução desenvolvida por Oxford, que se mostra 100% eficaz para evitar o quadro grave da Covid-19.

E você, está ansioso pelo início da campanha de vacinação contra o novo coronavírus? Conte para a gente nos comentários!


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