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Covid-19: 16 mil brasileiros receberam doses de vacinas diferentes, aponta Saúde

23 de abril de 2021 3

Um levantamento do Datasus, sistema de pesquisas e dados do Ministério da Saúde, revelou que mais de 16 mil pessoas das pessoas imunizadas contra o coronavírus no Brasil receberam a segunda dose de uma vacina diferente da primeira. As trocas ocorreram em todos os estados do país (com exceção do Acre e Rio Grande do Norte) e considerou dados retroativos ao dia 17 de janeiro, mês inicial do programa de vacinação.

De acordo com o levantamento, 14.791 pessoas foram inoculadas pela CoronaVac na dose inicial e, em seguida, receberam uma dose da vacina da Oxford/AstraZeneca; 1.735 casos contrários foram registrados, com a vacina chinesa sendo aplicada após a vacina britânica. A maioria das ocorrências foi registrada na UBS Espírito Santo, localizada em Santo André, contando com 2.739 casos.

A CoronaVac e a vacina da Oxford/AstraZeneca são os únicos imunizantes disponíveis no Brasil.

Os dados analisados mostram também que 70% das trocas ocorreram em profissionais de saúde, um dos grupos prioritários da vacinação. O jornal Folha de São Paulo, que teve acesso aos registros, aponta que essa análise se fez possível graças à forma em que o Datasus armazena as informações em um banco de dados preenchido pelos próprios profissionais nos postos de vacinação.

Apesar de existirem algumas falhas comuns durante a vacinação, a hipótese em questão nunca fora levantada para servir como base de estudos, porém, admite-se que a eficácia das vacinas pode estar seriamente comprometida com o erro. "Quem tomou uma dose de um fabricante e outra dose de outro, não tomou nenhuma dose completa da vacina", aponta Cristina Bonorino, professora da Universidade Federal da Saúde de Porto Alegre.

Em nota, o Ministério da Saúde não manifestou um procedimento seguinte para solucionar os casos que, de forma unânime para especialistas, configuram em indivíduos sem qualquer proteção contra a doença, e responsabiliza os municípios pelo devido acompanhamento para os indivíduos inoculados.

A pasta esclarece que cabe aos estados e municípios o acompanhamento e monitoramento de possíveis eventos adversos a essas pessoas por, no mínimo, 30 dias.

Um dos embasamentos para se acreditar que as pessoas inoculadas por diferentes vacinas não foram devidamente imunizadas é o fato de que a CoronaVac possui uma formulação totalmente alheia à da universidade — o imunizante do laboratório chinês é produzido através do vírus inativado, enquanto o britânico utiliza a proteína spike de um adenovírus geneticamente modificado. Não existem relatos oficiais de efeitos adversos em função do intercâmbio de vacinas até o momento.

Você pode acompanhar o relatório diário dos casos de Covid-19 no Brasil aqui.


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