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Coronavírus: primeira dose de vacinas pode reduzir transmissão em 49%, diz estudo

29 de abril de 2021 5

A maioria das vacinas desenvolvidas contra o coronavírus são aplicadas em duas doses, visando estimular a melhor resposta defensora do corpo humano possível. Contudo, em recente estudo promovido pela Public Health England, em Londres, foi apontado que uma única dose dos imunizantes da Pfizer e AstraZeneca reduzem a transmissão do vírus em até 49%.

Apesar do resultado positivo que os imunizantes conferem em única dose, os especialistas evidenciam que a aplicação de ambas as doses é fundamental para que se obtenha a proteção de maior eficácia que os compostos podem oferecer. De qualquer forma, a redução precoce da proliferação do patógeno deve contribuir para que o número de casos diminua ao longo do tempo.

‎Não só as vacinas reduzem a gravidade das doenças e previnem centenas de mortes todos os dias, agora vemos que elas também têm um impacto adicional na redução da chance de passar o Covid-19 para outros.‎

Mary Ramsay
Imunologista, chefe de imunização da PHE

Para obter os resultados, foram analisados 365,447 domicílios de até dez pessoas. Destes, foram extraídos mais de 57 mil contatos em 24 mil domicílios com pelo menos um vacinado infectado, onde a maioria detinha a faixa etária abaixo dos 60 anos.

Os especialistas coletaram apenas dados de configurações domiciliares, mas os autores analisam que o mesmo cenário pode se repetir em penitenciárias e outras acomodações compartilhadas. Pallab Ghosh, correspondente científico do BBC News, comenta que os resultados possibilitam a flexibilização das medidas de restrição.

A vacina gênica da Pfizer/BioNTech utiliza uma técnica baseada em sequências de mRNA, que instruem o corpo humano a produzir a proteína do vírus nativamente, atingindo 90% de eficácia. Vale lembrar que a vacina alemã-americana está prestes a ser utilizada no Brasil.

Além da CoronaVac, o principal composto aplicado nos brasileiros, a Oxford/AstraZeneca produz um imunizante que utiliza um adenovírus modificado como vetor, carregando em seu código genético a proteína spike encontrada no coronavírus. Essa técnica atinge 79% de eficácia.

Você pode conferir o relatório diário de casos de coronavírus no Brasil aqui.


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