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Covid-19: vacina da Sinopharm é aprovada para uso emergencial e será aplicada no Brasil

11 de maio de 2021 16

A Organização Mundial de Saúde aprovou, na última sexta-feira (07), o uso emergencial da vacina da Sinopharm, empresa farmacêutica chinesa, contra o coronavírus. O imunizante será integrado ao Covax Facility, consórcio internacional de vacinas administrado pela própria organização.

Desta forma, o Brasil poderá aplicar a vacina da Sinopharm nacionalmente devido à regulamentação de procedimentos aprovada pela Anvisa, que determina a aprovação do uso de qualquer composto incluído no Covax Facility, favorecendo para um processo de adoção de vacinas muito mais célere.

Além do citado, outros quatro compostos integram a aliança — Oxford/AstraZeneca, Pfizer/BioNTech, Janssen e Moderna, sendo que ambos os primeiros já são utilizados no Brasil com aprovação da agência, em sinergia com a CoronaVac, aprovada para uso emergencial.

Com a vacina da Sinopharm, sete fórmulas estarão disponíveis para uso emergencial ou definitivo no Brasil ao todo. A vacina Sputnik V, apesar de ter sido requisitada pelo Ministério da Saúde, deverá permanecer entravada por alguns meses até que as divergências do laboratório russo com a Anvisa sejam atenuadas.

Sobre a vacina

A fórmula da Sinopharm, de nome técnico BBIBP-CorV, compartilha semelhanças com outros compostos utilizados mundialmente. O método do laboratório chinês utiliza o vírus inativado, isto é, incapaz de se replicar através das células humanas, estimulando o corpo a produzir os anticorpos específicos necessários para o combate da ameaça.

Para isso, o coronavírus é cultivado em laboratório e recebe altas doses de uma substância chamada "beta-propiolactona" que adere aos seus genes, de forma que impossibilite as funções reprodutivas do patógeno. As partículas virais incapacitadas são inseridas em uma solução adjuvante para estimular o sistema imunológico.

Assim, as células apresentadoras de antígenos (APC) passam a agir sobre as partículas do vírus "morto", de forma que mantenha fragmentos do patógeno em sua superfície. As células T, por sua vez, detectam esses fragmentos e ativam outras células imunológicas para o combate ao invasor.

Com uso aprovado, o Brasil se beneficiará com as doses de um imunizante de fácil armazenamento e logística, portanto, regiões além das capitais, poderão receber lotes da vacina sem grandes preocupações quanto à qualidade.

Para mais, os frascos da BBIBP-CorV contêm um adesivo que muda de cor quando exposto a temperaturas inadequadas, permitindo que os profissionais avaliem mais facilmente se a dose poderá ser administrada com segurança.

Você pode acompanhar o relatório diário de casos confirmados no Brasil aqui.


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