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Coronavírus: laboratório CanSino pede autorização para uso emergencial de vacina de dose única no Brasil

19 de maio de 2021 11

O pedido de autorização para uso emergencial de um novo imunizante contra o coronavírus foi recebido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na última terça-feira (18). A vacina Ad5-nCoV, também chamada de Convidicea, é fabricada pelo laboratório chinês CanSino Biologics, sendo representada pela empresa Belcher Farmacêutica no Brasil.

De acordo com o laboratório, a vacina apresentou eficácia de 90,07% em dose única para os casos mais graves da Covid-19. A documentação recebida pelo órgão regulador já está em verificação para confirmar se todas as informações para a avaliação foram devidamente apresentadas pela empresa.

Convidicea é eficaz contra a maioria das variantes do coronavírus devido à tecnologia adotada.

No mês de março, a Anvisa realizou duas reuniões com os representantes do laboratório chinês para prestar esclarecimentos a respeito das exigências de segurança Em posse dos documentos, a Anvisa deve apresentar uma resposta oficial em sete dias úteis ao laboratório.

Antes do comunicado oficial da agência, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, havia divulgado a informação em sua conta oficial do Twitter, reforçando que o país asiático está comprometido em "ampliar a parceria de vacinas" com o Brasil.

Sobre a vacina

Desenvolvida sob uma tecnologia já familiar às pessoas que acompanham o processo de fabricação dos compostos contra a doença, a vacina Convidicea utiliza um adenovírus geneticamente modificado que apresenta características similares ao SARS-Cov-2, causador da Covid-19.

O vetor viral, através da mutação artificial, adquire a mesma proteína de pico do coronavírus, responsável pelo seu potencial infeccioso. Essa mesma técnica é utilizada pela vacina da Oxford/AstraZeneca distribuída pela Fiocruz no Brasil.

Resultados observados nos testes da Fase 3, encerrada em fevereiro deste ano, mostraram que o composto Ad5-nCoV tem eficácia de 90,07% na prevenção de quadros graves da doença passados 28 dias da inoculação, além de 66% de eficácia na prevenção de sintomas moderados.

Os testes matricularam mais de 4 mil participantes em diferentes regiões, incluindo Argentina, México e Paquistão. Dados referentes a esses estudos serão avaliados pela Anvisa através dos documentos apresentados pela Belcher Farmacêutica.

A Ad5-nCoV pode ser armazenada em refrigeradores comuns, exigindo poucas condições específicas de logística, portanto, poderia ser aplicada em grande escala no país e colaboraria para a redução de casos e mortes em decorrência das complicações da Covid-19.

Caso aprovada, o composto integrará aos atuais imunizantes adotados no Brasil — a CoronaVac, fabricada pelo Instituto Butantan; a vacina da Pfizer, importada e distribuída nas capitais; e a mencionada vacina da Oxford, além do composto da Johnson & Johnson, previsto para chegar ao país em julho.


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