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Coronavírus: variantes são renomeadas com letras do alfabeto grego para evitar discriminação

01 de junho de 2021 7

Para facilitar a comunicação e transmissão de informações às pessoas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou, na última segunda-feira (31), que todas as variantes de preocupação e de interesse do coronavírus sejam rebatizadas com o nome das letras do alfabeto grego.

A organização aponta que esses nomes científicos podem ser difíceis de pronunciar ou recordar, levando à publicação de informações erradas. É esperado também que a nova nomenclatura evite a discriminação dos países onde as cepas foram identificadas primariamente.

Entre centenas de variantes conhecidas do SARS-CoV-2, algumas são consideradas de maior risco.

O surgimento das variantes caracteriza o aumento de casos e mortes em diversos países, representando o risco de uma terceira onda de casos mais letais no Brasil. Atualmente, três variantes que surgiram no território brasileiro são conhecidas — P.1, em Manaus; P.2, no Rio de Janeiro; e a mais recente N.9, que já foi identificada em pelo menos dez estados.

Os nomes científicos ainda serão utilizados em certas ocasiões, visto que fornecem dados importantes para a comunicação entre os especialistas, mas a OMS passará a utilizar as letras do alfabeto grego para a comunicação com o público. "Nenhum país deveria ser estigmatizado por detectar e reportar variantes", comentou Maria Van Kerkhove, epidemiologista da organização.

No último mês, a Índia solicitou que as redes sociais restrinjam o termo "variante indiana" em seus conteúdos moderados. Com as novas identificações da OMS, as subvariantes do patógeno identificado no país serão tratadas como Delta (B.1617.2) e Kappa (B.1.617.1).

As quatro primeiras variantes listadas pela OMS — Alpha, Beta, Gamma e Delta — são consideradas variantes de preocupação (VOC), isto é, apresentaram uma alteração prejudicial na transmissibilidade da Covid-19. As seis identificações seguintes são consideradas variantes de interesse (VOI), cujos riscos ainda são desconhecidos.

Entre as variantes do Brasil, apenas a Gamma (P.1) é considerada preocupante. A cepa foi identificada em novembro de 2020 e representou um grande aumento no número de casos de coronavírus no país, além de ser diagnosticada na maioria dos pacientes em um estudo promovido em São Paulo.

Em nota, a OMS incentiva que as pessoas públicas adotem os novos termos para que haja maior transparência e igualdade na transmissão de informações à população.


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