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Coronavírus: mistura de vacinas AstraZeneca e Pfizer é mais eficaz; grávidas do RJ serão imunizadas assim

29 de junho de 2021 0

A vacinação contra o coronavírus no Brasil tem enfrentado problemas de compra e distribuição de doses, inclusive para grávidas, inclusas no grupo prioritário. Mas um estudo recente da Universidade de Oxford deve mudar essa situação.

A pesquisa, realizada com 850 voluntários com 50 anos ou mais, apontou que a combinação entre vacinas da Pfizer e da AstraZeneca — ambas com registro definitivo para uso no Brasil — produz respostas melhores do que a imunização com as duas doses da AstraZeneca.

Diante disso, a cidade do Rio de Janeiro completará a imunização de grávidas que já tomaram a primeira dose da AstraZeneca/Oxford com uma segunda dose da vacina da Pfizer.

A autorização foi feita pela Secretaria Municipal de Saúde, a partir de recomendação do comitê científico da pasta, conforme divulgado pelo secretário Daniel Soranz em seu perfil no Twitter:

A vacinação de grávidas com duas doses da AstraZeneca foi suspensa em maio por orientação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), devido a possíveis efeitos adversos do imunizante.

Segundo Soranz, porém, a vacinação misturada pode ocorrer, desde que haja avaliação dos riscos e benefícios feita pelo médico que atende a gestante.

O secretário da Saúde do Rio de Janeiro exemplificou que países como Alemanha, Canadá, Dinamarca, França, Finlândia, Suécia e Inglaterra recomendam ou autorizam o uso da Pfizer como 2ª dose para quem se imunizou, na 1ª dose, com a AstraZeneca.

Estudo de Oxford

A análise da Universidade de Oxford comparou o nível de proteção oferecida por duas doses de imunizantes de tecnologias diferentes em relação a duas doses do mesmo medicamento. As aplicações foram feitas no intervalo de quatro semanas.

Quem recebeu a primeira dose da AstraZeneca (que usa o vetor viral) seguida da Pfizer (que usa o RNA mensageiro) produziu mais anticorpos e células T. A inversão de aplicações também mostrou uma melhor resposta do que nos casos de duas doses da AstraZeneca. Já aqueles que receberam as duas doses da Pfizer tiveram a maior resposta imunológica de todos os grupos.

Além disso, os vacinados com duas doses do imunizante da AstraZeneca podem ter uma resposta imunológica mais forte se receberem uma terceira injeção diferente como reforço. A prática está sendo avaliada pelo governo britânico e pode ser iniciada no país a partir de setembro.


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