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Hidroxicloroquina pode aumentar risco de câncer e afetar células de mamíferos, indica estudo

04 de agosto de 2021 36

A hidroxicloroquina é um medicamento que passou a ser amplamente conhecido pelas pessoas durante a pandemia de coronavírus. A droga é originalmente destinada aos pacientes com sistema imunológico afetado por quadros pré-existentes, mas foi indicado por diversas pessoas para o tratamento precoce da Covid-19.

Atualmente, diversos estudos comprovam que a hidroxicloroquina não reduz a mortalidade ou gravidade de infecções pelo vírus. Em adição, um novo artigo publicado na revista científica DNA Repair afirma que esse medicamento pode causar mutações em células de mamíferos, potencializando o risco de desenvolvimento de câncer.

A hidroxicloroquina foi refutada pelos especialistas da saúde e órgão internacionais, incluindo a OMS.

Dr. Ahmad Besaratinia, líder do estudo, afirma que ainda há muito o que compreender sobre a atuação dessa substância, que já é oficialmente contraindicada para o tratamento da Covid-19. Sua pesquisa foi capaz de levantar dados alarmantes sobre o fármaco, que incluem mutações genéticas em seres humanos como efeitos colaterais.

O alvoroço sobre a hidroxicloroquina chamou a atenção do nosso grupo e percebemos que, embora a droga tenha sido amplamente utilizada para o tratamento de doenças — que vão da malária à artrite reumatoide — seus mecanismos exatos de ação estão apenas começando a ser compreendidos.

Dr. Ahmad Besaratinia

O estudo sugere os efeitos colaterais que podem impactar a população de pacientes administrados com hidroxicloroquina — mutações foram observadas no DNA humano, fator que leva ao desenvolvimento de doenças crônicas severas, como o câncer.

Besaratinia explica que a pesquisa foi conduzida usando uma cultura derivada de células de camundongos embrionários. Foram administradas doses terapêuticas — isto é, recomendadas aos pacientes — que bastaram para concluir a indução de mutações no código genético das cobaias.

O especialista ressalta que sua metodologia é baseada em cultivo de células, o que significa que os organismos vivos podem não responder tão expressivamente aos prejuízos causados pela hidroxicloroquina. As descobertas, de qualquer modo, ainda são preocupantes.

Apesar dos resultados da pesquisa, o líder do estudo reafirma que o medicamento não deixa de ser uma alternativa de tratamento em casos de extrema necessidade, mas os pacientes que receberam doses em testes clínicos ou em tratamento precoce devem ser alertados dos riscos.


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