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Adeus, rádio AM! Decreto que prevê prazo para migração ao FM é assinado

26 de janeiro de 2018 61

Enquanto o sinal de rádio FM tem sido desligado pelo mundo desde janeiro do ano passado, no Brasil ele ainda é bastante popular. Já o que está perdendo espaço é o AM, cujas emissoras têm procurado dials na “frequência modulada” para alocar seus espaços e facilitar o acesso aos ouvintes.

A migração já está ocorrendo há algum tempo e agora ela deve evoluir em uma velocidade maior. Nesta quinta-feira, o presidente da República em exercício, Rodrigo Maia, assinou o decreto que abrirá o prazo de 180 dias para as rádios que ainda operam na faixa AM solicitarem a migração para a FM. A medida atendeu a um pleito da ABERT.

A expectativa é que o decreto presidencial já seja publicado no Diário Oficial da União nos próximos dias. Quando isso acontecer, começará o prazo legal. As rádios AM que atuam em cobertura local, regional ou nacional, com interesse na migração, deverão solicitar a mudança ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Atualmente, das 1.781 estações em “amplitude modulada”, 1.332 já pediram a adaptação da outorga. Delas, 619 chegaram a assinar o aditivo contratual. O decreto fará com que até 449 emissoras AM consigam dar entrada na alteração. Da mesma forma que foi feito na primeira fase, a ABERT ficará à disposição para orientar as emissoras com interesse na migração a respeito de todas as etapas do processo.


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Comentários

Adeus, rádio AM! Decreto que prevê prazo para migração ao FM é assinado
  • Confrontando-se as emissões de FM na Região amazônica como a OT, se deve ter em mente que a irradiação em frequência modulada é uma emissão regional e mesmo as emissoras de classe especial, ou seja, aquelas que operam com potencias mais elevadas, não conseguem um alcance maior do que 200 Km, a não ser em condições excepcionais, as quais são denominadas pelos especialistas como %u201Cabortos da propagação%u201D;Especificamente na Amazônia, ao contrário da impressão que se tem das regiões cobertas pela hileia, não existe uma planificação do solo,mas apesar uma ilusão de ótica permitida pela vegetação;Em verdade existem grandes oscilações de cotas, e além disso, as próprias árvores, absorvem parte do sinal da faixa de FM, efeito esse que somado a %u201Crugosidade%u201D do terreno implicam numa maior abrsorção e atenuação dos sinais irradiados;Os rios na maioria das vezes são ótimos ductos de propagação, mas nem todos seguem de forma reta e suas curvas, muitas vezes, são providas de vegetação e alteração altimétricas;Fora isso, nessa maior incidência de acidentes geográficos interferentes, tem que ser considerada a topografia do norte dos estados do Amazonas, Pará, Roraima e oeste do Acre e Amapá;Assim, como nas irradiações em OM/AM, as emissões em OT/AM em 60/62 metros, superam a FM, isso porque, ao invés dos 200 km, essa consegue alcançar em média, 800 km, com uma potência de 1 Kw, lembrando que, se, futuramente, adotada uma plataforma digital no sistema DIGITAL RADIO MONDIALE %u2013 RDM, sua transmissão poderá ser recebida com uma qualidade de áudio similar à de um Compact Disc %u2013 CD, ou seja, até superior a uma irradiação de FM analógica.Assim, a solução técnica e socialmente adequada para esse Apartheid, que a população da hinterlândia, tanto para a informação, o entretenimento, e a utilidade pública de forma genérica, e para a manutenção de uma identidade linguística mínima, isso porque, para muitas comunidades do interior, o rádio, é o jornal, é o relógio, ás vezes, a igreja, a diversão e o amigo presente que o avisa, quanto a vacinação que vai ocorrer na sede do Município, que diz quando e onde a justiça itinerante estará atendendo, que alguém que viajou para a capital, chegou bem, ou que uma encomenda está seguindo em um barco de linha, convocando para comparecer a votação das eleições, etc;A utilização de emissoras na faixa de ONDA TROPICAL %u2013 OT - AM, para voltar a ser possível e prático, seria necessário que esse serviço fosse oficialmente considerado como de UTILIDADE PÚBLICA para a amazônia legal, sendo esse prestado, igualmente da mesma forma não onerosa, como foi regulamentado para o RTR, sendo cobrada igualmente uma taxa anual do Fistel, simbólica, no mesmo valor de R$ 250,00;Da mesma forma, seria necessária uma redução no parâmetros técnicos exigidos para a instalação de emissoras, sendo autorizadas potências de transmissão inferiores (entre 0,25 e 3,0 Kw), as quais atendem, perfeitamente, a cobertura para essas regiões fora da sede dos Municipios em questão;Isso, não impediria que uma emissora, fosse devidamente licenciada para para a Capital do Estado e assim, atendesse as comunidades interioranas;Essa escolha seria feita mediante a habilitação dessas emissoras, sendo condição SINE QUA NON para que prestar esse serviço estar na obrigatoriedade de se manter na sua grade de programação pelo menos 70 % (setenta por cento) do seu conteúdo destinado destinado a atender a população do interior, com prestação de serviços, utilidade pública e informação, sendo a grade restante da programação, destinada ao entretenimento, entre outros critérios que se entender como necessários para que fosse autorizadas a prestar esse serviço;Portanto, de nada adianta se pensar na adoção de novas tecnologias se não existe uma acoplabilidade dessas com a realidade tecnológica existente em uma região. Beto Tavarovsky.Radialista- Administrador Sênior.Rádio Já %u2013 Emissora Panamazônica.

      • Como exemplo, o Município de São Gabriel da Cachoeira, localizado na região do Alto Rio Negro, no extremo noroeste do estado do Amazonas tem uma área de 109.185,00 km², é o terceiro município mais extenso do país, atrás apenas de Altamira-PA e Barcelos-AM, e seu limite territorial faz fronteira com dois países sul-americanos, a Venezuela e Colômbia sendo que esse vasto território, maior do que o de muitos países europeus, como Portugal, Hungria ou Áustria, estabelece uma referência sólida quanto o tamanho da área teórica para uma necessária cobertura do RTR;Dessa forma, o Poder Executivo ao outorgar, de forma não onerosa, autorização para RTR na Amazônia Legal, não solucionará o problema, pois esse serviço, em suma, só privilegiará as cidades sedes dos municípios e cercanias da hinterlândia amazônica, pois essa retransmissão, será feita na faixa de FM, o que limitará seu alcance, salvo melhor avaliação, em condições excepcionais, no máximo algumas dezenas de quilometros de raio, em principio;Nesse ponto, as emissões em Onda Tropical-OT, são insubstituíveis para esses rincões mais distantes, onde somente se chega de barco, posto que os rios, são, nessas localidades, as suas estradas naturais e pela inexistência de estradas e aeródromos;São lugares onde não chegou o programa luz para todos, onde o caboclo depende de um gerador, painel solar ou de pilhas para fazer seu receptor de rádio dar a ele, acesso às noticias do Brasil e do mundo, mesmo com a evolução dada a partir do evento do sinal via satélite, da internet, da telefonia celular, do rádio digital e do retrorreferenciado projeto do serviço de retransmissão de rádio - RTR;Dessa forma, entende-se que o RTR, não atende, tanto aos fins sociais ou técnicos que ele se destinaria, isso porque somente irá atender a população justaposta às cidades cobertas por esse serviço;Seja qual for o motivo ou justificativa, o fato é que, ao contrário do serviço de RTR, a utilização de uma radiodifusora em OT poderá se constituir em um importante trunfo para a ampliação da cobertura da radiodifusão em região de tamanha importância estratégica, podendo, ainda, desde que, melhorados os projetos existentes, estender a sua cobertura para alguns Estados do nordeste e centro-oeste e ainda estabelecer a presença de emissoras no idioma pátrio nos interiores dos Estados Amazônicos do Pará, Acre, Tocantins, Rondônia, Roraima e Amapá, onde não existem, por enquanto, retransmissoras da sua programação;Essa necessidade dessa cobertura de emissoras de Radiodifusão na região e em especial nas fronteiras amazônicas, se fundamenta, entre outros motivos, no fato de se constatar cidadãos brasileiros, nesses rincões, no lugar do português, se expressarem, mais frequentemente em espanhol/castelhano, posto que é mais fácil serem captadas emissoras de nossos %u201Chermanos%u201D vizinhos do que as nacionais;Essa situação se agravou, principalmente, após a decisão dos governos pós 1985, em desativar, ou, limitar o funcionamento da boa iniciativa oriunda da criação da Radio Nacional da Amazônia, a qual, garantia ao brasileiro, desses longínquos rincões, em nossa hinterlândia Amazônica, o acesso a notícia e a informação em tempo real, além de preservar o laço cultural da unicidade lingüística;Especificamente ao fato, é triste se ver, uma magnífica ferramenta que se constitui uma emissora de rádio em onda tropical - OT, em 60/62 metros, sendo, literalmente, abandonada ou, mal empregada, desconhecendo-se quais os motivos de seus administradores, principalmente, após as migrações das estações AM para FM;Ademais, as irradiações em onda tropical na faixa de 60/62 metros possuem um alcance diurno muito superior ao das Ondas Médias, em cerca de 12 vezes, ou seja, se uma emissora de OM, com 1 Kw tem um alcance diurno de 30 Km, uma em OT nessa faixa terá uma cobertura mínima da 800 Km, lembrando que a noite essa propagação é ampliada ainda mais podendo ultrapassar mais de 2.000 Km;Existem notícias de que, antigas e extintas emissoras de Manaus em OT, foram ouvidas no sul e sudeste do Brasil em muito boas ou excelentes condições de recepção; ....continua.....

          • O APARTHEID AMAZÔNICO:



            Não existiu nenhuma crítica negativa ao
            projeto do serviço de retransmissão de rádio para a Região Amazônica, no
            entanto, se as presentes informações tivessem sido processadas e devidamente
            analisadas antes de sua aprovação, poderia, com toda a certeza, ser, esse projeto,
            muito mais eficaz e abrangente, no que se refere a região amazônica;Apenas para informação, o Serviço Especial de Retransmissão de Rádio
            - RTR, Previsto na Lei n.%u02DA13.649/2018, par a qual, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação
            e Comunicações - MCTIC fez publicar
            no dia 10.01.2010, portaria que o regulamentava
            na Amazônia Legal, abrangendo os Estados
            do Acre, Pará, Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Roraima, Rondônia, Tocantins e
            Maranhão, autorizando as emissoras interessadas a transmitir sua programação em
            qualquer município do mesmo Estado;Apenas para contextualizar toda a situação em
            tela, é de bom alvitre lembrar que o Governo Federal, então, cedendo às
            pressões feitas pelos grandes empresários de radiodifusão brasileiros, em razão
            da indefinição quanto a qual sistema de transmissão digital seria o adotado
            aqui no Brasil para a faixa de Ondas Médias- OM / Amplitude Modulada - AM,
            optou em autorizar a migração das emissoras em OM/AM para a faixa de FM, como uma
            solução definitiva para as crescentes interferências decorrentes, entre outras
            causas, da utilização da internet via cabo, a qual, utiliza-se de subportadoras
            em frequências muito próximas a faixa da OM/AM, o que se somou a uma demanda
            por uma melhor qualidade do áudio transmitido;No entanto, ocorreu que, de modo diferente ao
            que se sucedeu em outros países que adotaram essa solução, como os EUA, onde
            não existirem regiões com características tão peculiares como a Amazônia
            brasileira, se criou, em verdade, um novo problema;A solução, adotada pela então autoridade
            técnica de radiodifusão brasileira, longe de solucionar, completamente, os
            problemas relativos a cobertura e qualidade do sinal, estabeleceu, na verdade,
            um Apartheid
            para os habitantes das hinterlândias do norte do País, isso porque, as
            transmissões em FM, jamais conseguiriam uma performance similar as emissões em Ondas
            Médias/AM e das Ondas Tropicais-OT, conforme se denomina a faixa de frequências
            do espectro eletromagnético entre 1,5 e 5,5 Mhz; Essa
            faixa, originalmente denominada de ondas intermediárias, por estar posicionada
            entre as antigas faixas de Ondas Longas e Curtas, era, nos primórdios da
            radiodifusão na região norte, a mais adequada às condições topográficas,
            meteorológicas, técnicas e sociais, isso porque possuía uma privilégiada cobertura,
            muito superior à da OM e das emissões em FM, sendo que, historicamente, até o
            início da década de 50, não existiam, na Amazônia, estações de radiodifusão em OM/AM,
            sendo após esse período, devido à pressão do mercado e a nova possibilidade advinda
            da chamada portabilidade dos receptores de OM/AM, com a novel tecnologia do
            trânsitor, portabilidade, que então, não se aplicava em ondas curtas e
            tropicais;No entanto, o cidadão que vive em comunidades
            afastadas da sede dos municípios do interior da amazônia , estão excluídos da
            abrangência desse serviço, isso porque, as distâncias entre uma
            localidade/distrito/comunidade para uma cidade interiorana, como exemplo, no Estado
            do Amazonas, não se medem por quilometros, mas por horas ou dias rio acima ou rio
            abaixo, ou seja, esse grupo de cidadãos continuará privado do acesso à
            programação da emissoras de radiodifusão retransmitidas pela chamada sede do
            Município; ......continua....

              • O Rádio Vive.O escritor Edgar Allan Poe, numa de suas obras, conseguiu reproduzir a desesperada tentativa de um homem, que havia sido dado como morto, gritar para todos que ainda estava vivo. Tudo após uma experiência a que foi submetido por cirurgiões que, clandestinamente, o desenterraram depois de oito dias de um sepultamento prematuro.Pela nova dimensão dada com o advento da %u201Cgrande rede%u201D aos meios de comunicação, nesse mundo novo das mídias sociais e, principalmente, em que a digitalização passou a ser a palavra da moda, existiram muitos comentários e divagações daqueles que, prematuramente, fizeram o enterro do rádio tradicional.Mas após os acontecimentos ocorridos, há alguns anos, nos Estados Unidos, é conveniente retornar a esse assunto onde, novamente, comprovou-se que, ao contrário dos mal informados ou desconhecedores de sua importância, o rádio não vai acabar, pois dele, cada vez mais, a sociedade vai precisar, principalmente, nas horas incertas.Em calamidades públicas, como as que ocorreram na costa leste norte-americana, o rádio é o método mais rápido, prático e barato de comunicação de massa e muito mais que isso, o único que continua a funcionar, e isso se comprovou, pois ante todo o caos que se abateu sobre cidades de primeiro mundo como New York e New Jersey, todos os meios de comunicações considerados de ultima geração, não mantiveram um funcionamento continuo e confiável.Os telefones fixos e móveis, na sua maioria, ficaram mudos. O acesso a internet quando existente era lento, ou, inconstante. A TV, tanto aberta, como a por assinatura, não operava com cem por cento de sua capacidade. Mesmo as comunicações via satélite, em princípio, insensíveis ao que acontecia aqui embaixo, dependiam do funcionamento de seus terminais terrestres.Mesmo assim, se todos esses meios de comunicação estivessem operacionais, a maioria de seus usuários não teriam como dispor de seus equipamentos individuais em razão da precariedade de energia elétrica necessária para prover o seu funcionamento ou uma recarga das suas baterias, por isso muitas pessoas contariam com a boa vontade de terceiros que possuíam geradores de energia particulares.O Exemplo estadunidense, como nação de primeiro mundo e uma das detentoras das últimas palavras em tecnologia, foi bem significativo, se considerado que nos momentos de crise, muito além que um simples plano B, a atuação do rádio foi primordial para o atendimento das necessidades da população norte-americana provocadas pelo violento fenômeno natural.Foi o rádio que orientou os cidadãos, os bombeiros, Guarda Nacional, as equipes de socorro e a defesa civil locais, pois as suas redes de comunicações, normalmente exploradas, estavam inoperantes. Por outro lado, os radiodifusores locais, estrategicamente, optaram em deixar de lado seus moderníssimos equipamentos de transmissão digital e utilizarem seus antigos transmissores analógicos, tanto para economizarem energia elétrica como propiciarem aos seus ouvintes, essa mesma possibilidade, além de ampliar a difusão dessas informações essenciais à prestação de serviços e a utilidade pública.A velha radiofonia também teve o seu papel; radioamadores, operadores da faixa do cidadão, estações dos serviços públicos das forças armadas, guarda nacional e até mesmo, comunicadores portáteis do tipo Walkie-talkie, compuseram redes de comunicação de emergência por onde tramitavam as informações necessárias a coordenação de esforços de muitas equipes envolvidas nesse episódio, transformando em ações essa vontade de ajudar o próximo.Existiu uma grande lição que o furacão %u201CSANDY%u201D deu para todos os adeptos do sepultamento prematuro do rádio? Entre todas as necessidades básicas do ser humano, a informação é uma das principais, e nesse caso, o rádio se constituiu em uma fonte fundamental para suprir essa demanda. Ele foi e está sendo o companheiro das pessoas em todos os momentos. Na rua, no carro, em casa, na hora de repouso, e inevitavelmente nas horas de calamidades e emergências urgências como essa, em que ter acesso à informação faz toda a diferença, pois sendo uma mídia instantânea, seu conteúdo de urgência, foi propagado para população exatamente da mesma forma quando não se pensava na televisão ou na internet.Na Arte de Allan Poe, aquele considerado morto ao ressuscitar, pronunciou algo ininteligível e desesperado para aqueles que foram testemunhas oculares da sua história. O rádio, de modo igual, nesse episódio, também gritou alto para que todo mundo ouvisse e entendesse que, ele ainda está vivo e que não o sepultem, novamente, de modo prematuro.Beto Tavarovsky.RadialistaAdministrador Sênior da Rádio Já - Emissora Panamazônica.Manaus - AM.

                  • Tá na hora de criar o rádio por striaming. Substituir as faixas AM e SW por faixas Local/Estadual/ Nacional e Mundial , e disponiblizar uma numeração para cada emissora que transmita na internet.
                    O Rádio deveria ter conexão wifi e dados.
                    Mas nós amantes do rádio, gostamos é do AM, OC e FM, não deixando de fora o striaming.
                    Mas quanto à migração, quando se trata de horário, à noite o AM reina, ninguém ganha da Faixa. Mas trazendo para de Dia, o FM, na maioria dos casos, vai chegar onde o AM chega. Claro que vai depender de cada emissora e seus investimentos.
                    Aqui perto, à mais de 200 kms de distância, uma emissora que não conseguia chegar no AM, está chegando de forma exporádica. Significando que onde ela chegava durante o dia no AM, ela tá chegando no FM. Até as emissoras classe C no AM, vão ganhar com essa migração, em cobertura.
                    Aqui, por exemplo, uma emissora AM que operava com 1Kw no AM, vai operar com potência nominal de 3Kw, e e erp máximo de 9.7 kw no fm. Vai aumentar a cobertura, não vai? Então, só vai ser ruim para nós hobistas que adorava ficar navegando nas ondas médias à noite.

                      • Com a qualidade das programações das rádios FMs eu vejo o fim do rádio Brasileiro, a maioria funciona com péssimos locutores nem compensa perder tempo e gastar energia para ouvi-las, como avanço da internet e a péssima qualidade das programações, o que sustentas essas rádios eu acredito que são o poder público, porque quando acabar essa mamata ai já viu.

                          • EVALDO 2019 - O COMENTÁRIO ALEX, É A PURA REALIDADE A EMISSORA QUE MIGRAR PARA FM, VAI MORRER, PORQUE QUANTO MAIS AUMENTAMOS A FREQUÊNCIA PIOR RECEPÇÃO. EU AINDA NÃO ENTENDI PORQUE NÃO SATÉLITE NA ANTENAS SKY-OI-CLARO, NESTA TEMOS POUCAS EMISSORAS. PROLOGANDO EU LIGUEI PARA RÁDIO TUPI RIO -RJ, SE ELA MUDARIA PARA SATÉLITE. NEM RESPOSTA DERAM.

                              • Seria tão bom se todas as programações de am migrassem pra FM onde qualquer celular pode sintonizar pois am só se ouve com.internet

                                  • Perdão, mas estações que transmitem em AM são recebidas por qualquer aparelho de rádio. Não se paga nada para ouvir e tem toda a magia das ondas de rádio. Para se ouvir pela Internet eu não conheço grátis e para ouvir em FM, o alcance é muitíssimo menor e restrito!

                                    • O streaming substitui com vantagens o FM. Nos carros cada vez mais se ouve Spotify ou Deezer, e caa vez menos FM. As radios que migraram para o FM ou as que já tinham canal em FM e apenas desligaram o AM assinaram a condenação à morte. Quem ficou em AM ainda terá uma chance de sobreviver, pois streaming e FM não chega no interior do Brasil como chega o AM.

                                      • Tem país que não tem nem fm mais ... a inovação agora é streaming. por aplicativo que deixa a qualidade de fm no bolso. enquanto a fm reproduz o formato de mp3 por streaming é possível ouvir no formato aacplus que é de qualidade de som muito superior, sem qualquer chiado. Sem falar por aplicativos de multi-rádios podemos ouvir diversas rádios, de qualquer lugar do planeta, não precisamos ficar presos em fm da região. viva a tecnologia.

                                        • Migração para do AM para o FM, a quem interessa?







                                          Análise



                                          A faixa de AM está compreendida entre 540 kHz e 1610 kHz, na faixa de Ondas Medias, e possui características de propagação muito interessantes, permitindo que uma emissora consiga transmitir seu sinal através de regiões com topografia acidentada, pois a emissão tende a acompanhar o perfil do terreno. No período noturno um sinal em OM é refletido pela ionosfera, permitindo que uma emissora possa ter alcance de centenas de quilômetros de raio.
                                          A faixa de FM está compreendida entre 88 MHz e 108 MHz, na faixa de VHF. Sua principal característica é a direcionalidade, que pode ser bom, ou pode mesmo prejudicar, pois essa faixa de frequência se propaga de forma análoga à luz, sempre em linha reta, sendo bloqueada ou refletida por obstáculos naturais e artificiais, como montanhas, edifícios, grandes construções, etc. Seu comportamento não varia significantemente de dia ou de noite.
                                          Com o uso do padrão de rádio digital, Digital Radio Mondiale (DRM) é possível a digitalização de todas as bandas do rádio, tornando totalmente desnecessária essa migração.
                                          No contexto do Decreto 8.139, uma emissora OM que opte por não migrar para o FM, poderia passar a transmitir em digital utilizando o padrão DRM, transmitindo no modo simulcast (simultâneo) AM/DRM, que mantém o AM analógico inalterado, preservando o parque de antenas e a maioria dos equipamentos. O sinal DRM no modo simulcast é posicionado em um único canal adjacente ao sinal AM.
                                          Muitas emissoras em AM que usam transmissores como Nautel ou BT, por exemplo, já estão prontas para o DRM. Na Índia as emissoras em Ondas Médias já estão transmitindo em simulcast AM/DRM, e receptores compatíveis com DRM já estão sendo feitos nacionalmente. Atualmente são mais de oitocentos milhões de habitantes na Índia cobertos com sinal de emissoras transmitindo na faixa de AM (Ondas médias) em DRM.
                                          Uma estação de rádio em Ondas Médias (AM) transmitindo em DRM tem seu áudio com qualidade superior ao de uma emissora FM analógica. Além disso, o rádio digital permite a multiprogramação, áudio 5.1, recursos como envio de textos e imagens, conteúdos multimídia, alerta de emergência (EWF) e outros serviços, como aplicações interativas para o GINGA, que é a plataforma de interatividade presente na TV Digital, e também já definida para ser utilizada com o DRM.
                                          Enquanto alguns países já estão desligando o FM analógico, o Brasil está indo na contramão da evolução tecnológica, propondo a migração de um sistema analógico em Ondas Médias (AM), para um sistema igualmente analógico em VHF (FM) e com mais um agravante: o espectro da FM em VHF nos grandes centros está lotado. Por que não evoluir o sistema de AM, do analógico para digital, a um custo muito menor, preservando uma grande parte dos equipamentos hoje existentes e transmitindo um áudio de excelente qualidade, e ainda com um consumo de energia muito menor?

                                          • Pq querem acabar com o AM?

                                              • ii

                                                  • Demora da porra pra desligar essa radio am chatas

                                                    • tinha que acabar tudo, radio nem presta mais como antes, só tem rádio de crentes. E aprenda a escrever sua ortografia é péssima

                                                        • Essas radio am tem q acaba mesmo tem q ficar fm por a radio am nem frequência do celula so pela internet as e muitos radios nao pega a am entao fica bom de mais todas am ficando fm todos vao ouvirem as fm

                                                            • Pois então, só quem trabalha no meio para saber das dificuldades e onde aperta o calo. Trabalho a 18 anos em Rádio AM, e sou também radioamador. Fatores relevantes: Valor de comercial subestimado para AM, desde a iniciativa privada quanto governo pagam menos por um comercial em emissora AM. Alto custo de manutenção. Manter uma emissora AM no ar custa mais que uma FM, exige terreno maior, transmissores mais potentes que por sua vez consomem mais energia elétrica. Receptores de baixa qualidade ou novos equipamentos que nem sequer incluem um receptor AM. Aumento do ruído no espectro de frequência devido a urbanização, ampliação de redes elétricas, subestações, linhas de transmissão etc. Falta de regulação, inspeção e fiscalização de equipamentos elétricos e eletrônicos fabricados aqui e importados. Liga-se um reator de lâmpada fluorescente, uma ducha com aqueles "dimmers" por exemplo, e a Rádio AM desaparece ou fica muito ruidosa no receptor. Toda essa sujeira eletromagnética "mata" o sinal de AM. Enfim, foi tentado também digitalizar o AM. Foi testado sistema europeu DRM, o IBOC Americano e os testes foram ruins, em alguns casos o sinal não "andou" a 3 Km da torre. A migração é opcional, emissoras que optarem por continuar em AM assim poderão ficar, inclusive, com liberação de canais, poderão solicitar aumento de potência/cobertura. Mas como disse, só se bancado por alguma instituição ou empresa que patrocine a operação, porque é inviável economicamente.

                                                              • Os entusiastas de rádio AM como eu, deveriam se unir e protestar contra essa burrice do governo e da ganância das rádios, que ignora os usuários das áreas rurais e demais localidades distantes dos grandes centros. Apesar das interferências que prejudicam a recepção do AM, o sinal é muito mais forte e constante. E quem gosta de rádio, não vai ter mais aquele entusiasmo de buscar a melhor sintonia e "caçar" emissoras mais distantes à noite. Quem lembra da verdadeira Rádio Globo dos anos 80, e da Rádio Relógio AM, sabe do que estou falando. O Brasil esta ficando muito chato, estão acabando com hábitos tradicionais. Acabaram com o formato tradicional da Globo AM que virou uma rádio praticamente musical; com isso migrei para a Rádio Tupi.
                                                                Nada contra a modernidade, mas deveria ter pelo menos uma consulta popular à respeito do desligamento do sinal da AM, assim como fizeram com o sinal analógico.

                                                                  • a vantagem do Am e que vai mais longe do que o FM suas ondas atravessao barreiras sobe e desce e atravessao águas, diferente do FM que e em linha reta e as barreiras o barrão ,saudades da rádio Globo rádio manchete moro em Minas gerais pego as maioria das rádios AM do rio no meu mororadio sendo que elas no FM não chegamos aqui , so espero que a rádio Tupi não desligue o AM, pois e a melhor rádio do rio hoje em dia

                                                                      • Boa cara!

                                                                          • Doma maria se as radio am fica fm o sinal vai ficar melhor vcs vao ter mais ouvintes. Olha eu comprei um radio novo e nem pegava radio am so pegava fm kk

                                                                            • Infelizmente a internet acabou com as ondas curtas e médias, agora a Rádio Globo uma potência n o rádio AM na anunciou que vai encerrar suas transmissões em (ondas médias) AM , já encerraram em ondas curtas há anos, triste fim por causa de um governo corrupto e ineficaz.

                                                                                • Falácia dos "papas do rádio" no Brasil. TV digital é o áudio e vídeo convertidos em bits e transmitidos pelo "ar". Agora essa turma vem falar que rádio digital é rádio pela internet? Tem que ser muito picareta para enganar os radio-difusores com essa estória. Radio digital, é o áudio convertido em bits, e transmitido pelo ar. Estão dando um tiro no pé. Enquanto outros países estão digitalizando o rádio "pelo ar" aqui nós temos que engolir essa palhaçada de de que rádio digital é rádio pela internet. Porque não fizeram "TV digital" também pela internet ?O Brasil precisa acordar e adotar o rádio digital, o DRM, que é o único sistema que se adapta ao nosso pais. DAB não dá pois trabalha na faixa dos canais 7 ao 13 da TV. O HD-rádio, até que tentou mas não funciona em Ondas Curtas nem em baixa potencia. (sem comentar o caminho tortuoso que seria sua adoção). Extinguir o AM é privar uma parcela da população de informação, pois o FM dificilmente "vira a esquina". Saia de perto dos grandes centros e veja o que acontece com o FM.

                                                                                    • É umaPra voce ver o quanto eles são picaretas, um dia desses eu vi uma rádio AM da Aparecida lançando uma propaganda dizendo que radio MA era que nem TV preta-e-branca que passou por cores e agora é digital, sendo que a rádio FM existe desde os anos 30! Estão desinformando o povo agora dizendo que radio FM é modernidade e tecnologia! kkkkk
                                                                                      Daqui alguns anos eles deixarão de produzir celular com FM, agora quero ver a falácia deles

                                                                                      • A migração do AM pro FM foi um ato de burrice por parte do governo Dilma.
                                                                                        As AM's deveriam migrar sua transmissão para o DRM que teria a mesma qualidade do som de FM utilizando o dial AM e as FM's poderiam migrar pro FM HD que aumenta o número de canais numa mesma sintonia, ex (91.3 FM 1,2,3,4). Mas infelizmente no Brasil não temos políticas públicas que se preocupam com a qualidade e sim com a quantidade aliada ao interesse de grupos que não estão preocupados com o Brasil.

                                                                                        • Aqui em paulinia-sp pego a LBV aM do Rio de Janeiro,depois da transferencia para o Fm ,acabou.

                                                                                            • Nunca que uma emissora de FM irá conseguir chegar em outros estados e até outros países como AM e sem contar o FM nas grandes cidades que ja anda congestionado de emissoras irá piorar ainda mais. Uma grande perda e retrocesso para quem gosta de ouvir emissoras de outros estados. Essa decreto poderia ser opcional.

                                                                                              • Melhor se tivesse radio via satélite igual nos states aí iria pegar em todos os locais e não esse lixo de FM

                                                                                                • E as ondas curtas em AM? Vão deixar de existir?

                                                                                                    • Isso é um absurdo o AM sempre chegou a distâncias onde o FM não chega e no spectro de freq do FM não comporta todas estações de AM assim acabando com várias estações de informação política, ospb etc

                                                                                                        • Não vi sentido nisso, FM assim como AM estão com seus dias contados e não é uma migração para uma coisa super nova, mas mesmo assim o Brasil ainda tem muito morador da zona rural que ouve AM, colocar FM vai ser irrelevante e ainda sim pode não chegar em certos locais.

                                                                                                            • A situação do Rádio AM no Brasil jalá estava complicado, pois os rádio só vem com FM, e com esse decreto é o fim para o AM. É uma pena, eu amo o rádio, sou radialista a 10 anos e estou no 8° semestre de jornalismo por conta do rádio.

                                                                                                                • Mais uma aberração do governo brasileiro! O FM não tem longo alcance! A população vai perder muito com essa famigerada migração! Estão destruindo o rádio no Brasil!

                                                                                                                    • Isso e uma idiotice das maiores, e ainda acham q isso e progresso.

                                                                                                                        • Apesar da qualidade de áudio extremamante inferior em relação às fms, acho o rádio AM uma boa opção porque o alcance do sinal e incrível; quem ja morou no interior sabe do que estou falando: basta uma antena bem instalada juntamente com um bom sistema de aterramento que se tem recepçao nacional e, como no interior não existe rádio local em FM ( só uns lixos de rádios comunitarias ) a população vai ficar prejudicada.

                                                                                                                            • O rádio AM marcou a minha infância no interior, tínhamos que esperar a noite chegar pra ouvir rádios na minha região não tinha sequer uma FM. Pega vamos rádios do RJ e SP, globo tupi nacional do RJ.mais chegou a hora de mudar!

                                                                                                                                • Já era pra acabar faz tempo...das AM em funcionamento na minha cidade, só duas ou três tem bom som, o resto tem um som horrível, distorcido e chiado...

                                                                                                                                    • O que tem haver ? Se o som da radio AM de sua cidade e ruim e porque os donos das emissoras não fazem manutenção nos transmissores e antenas ! A migração para o FM vai ser o fim do rádio no Brasil!

                                                                                                                                      • Gosto da AM e infelizmente vai acabar, com seu som original e único, ouvir notícias e futebol, não tem igual.

                                                                                                                                          • deveria é acabar com radio AM só tem igrejas podres fazendo programa nisso, espalhando suas idiotices por ai.

                                                                                                                                              • Acabou os tiozinhos de rádio ouvindo futebol. Triste

                                                                                                                                                  Tech

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