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Deepfake: cientistas demonstram assustadora tecnologia que permite alterar falas em vídeos

10 de junho de 2019 4

Com o crescimento absurdo das Fake News e campanhas de desinformação, um novo perigo acaba de se juntar à lista crescente de problemas – ou, dependendo de como for usado, o recurso pode ser extremamente útil em muitos casos.

Trata-se do Deepfake, um software que utiliza aprendizado de máquina para editar palavras ditas em um vídeo, seja excluindo-as ou transformando-as em outras, tudo de uma forma assustadoramente natural.

Pesquisadores da Universidade de Stanford, em conjunto com cientistas do Instituto Max Planck de Informática, da Universidade de Princeton e também da Adobe Research mostraram como é possível editar o que é dito em vídeo e criar cópias alteradas do conteúdo:

Para chegar ao resultado perfeito, a mídia precisa passar por vários processos, como descrito no vídeo acima.

O material original é analisado, fonemas são isolados e, logo então, combinados com expressões faciais aliadas aos sons produzidos – ao final de tudo, um modelo 3D da parte da boca, queixo e dentes é produzido.

Com todos os dados combinados, é possível editar a transcrição de texto do vídeo, produzindo um material completamente novo e, o pior de tudo, que dificilmente pode ser identificado como uma alteração.

Nos testes realizados em laboratório, por exemplo, 60% dos participantes de um grupo de 138 pessoas foram capazes de detectar algum tipo de alteração – o problema é que eles já haviam sido avisados que o teste se tratava de um estudo sobre edição de vídeo, o que pode ter “contaminado” parte do resultado.

Combinação de fonemas e expressões faciais dá origem a modelo 3D da parte inferior do rosto do sujeito

Apesar do material modificado ser, de fato, assustadoramente real, para que ele seja produzido, no entanto, existem algumas limitações.

Tais Algoritmos só conseguem funcionar em vídeos onde o foco seja absolutamente no rosto, e além disso, precisam de 40 minutos de dados para produzir um resultado satisfatório.

O discurso editado também não pode ser muito diferente do original, afinal de contas, estamos falando de uma fala sintética que usa fonemas previamente mencionados para ser construída.

A boa notícia é que, pelo menos, por enquanto, não e possível ainda alterar o tom da voz tampouco o humor do sujeito no vídeo – mas precisamos levar em consideração que a tecnologia ainda está começando a ser explorada.

Não podemos descartar o potencial destrutivo da Deepfake e as consequências perigosas que ela poderia trazer se fosse explorada de forma mal-intencionada.

Para aliviar um pouco as tensões, pesquisadores pedem que vídeos com esse tipo de edição sejam claramente identificados, seja através de um logo ou pelo próprio contexto porém, sabemos que quem age com más intenções dificilmente respeitará tais requisições.

No final das contas, a Deepfake também pode ser explorada de forma útil e criativa, auxiliando na edição de vídeo sem que, por exemplo, partes necessitem ser re-filmadas, o que pouparia muitos recursos em diversas ocasiões.


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