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Inteligência artificial permitirá relações mais humanas na medicina | TudoCelular Entrevista

31 de janeiro de 2020 0

Bastante popularizada por seu uso em uma série de funções em smartphones, a inteligência artificial exerce papel fundamental em diversos setores, e pode ser decisiva na saúde, despertando a atenção de grandes empresas de tecnologia, seja no manejamento de dados de pacientes ou até mesmo na prevenção de doenças.

Especialistas apostam que a disseminação da inteligência artificial mudará completamente a forma com que a medicina é aplicada, resolvendo uma série de problemas e trabalhando por uma gestão de saúde mais eficiente.

Alguns desses especialistas debateram o assunto no Hackmed , encontro que reúne tecnologia e inovação na saúde e que acontece entre hoje (31) e domingo (2), em São Paulo. O TudoCelular acompanhou o primeiro dia de evento.

O evento tem apoio da Intel e organização da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Foi inspirado no MIT Hacking Medicine, grupo fundado em 2011 pelo professor da faculdade de negócios do MIT, que inspirou o intercambista e estudante da Faculdade de Medicina da USP, Cauê Gasparotto.

A ideia era trazer esse evento para o Brasil com o propósito de debater o futuro da saúde no país, e acontece no momento em que o Brasil discute temas fundamentais em tecnologia, como o 5G, que pode acelerar essas transformações na medicina, já que a saúde está entre as principais aplicações da quinta geração de internet móvel.

Inteligência artificial na saúde

Um dos principais gargalos que a inteligência artificial ajudará a responder é a coleta de dados de usuários. Utilizando Big Data, a ideia é que a IA resolva um problema mundial de inoperabilidade de sistema - ainda mais acentuado no Brasil - o que tornará as consultas mais rápidas. Dados dos palestrantes dão conta de que 16 minutos de uma consulta são gastos com o preenchimento de dados que, aliás, estão entre a maior causa de Burnout - doença psicológica que trata sob o esgotamento emocional de trabalhadores - nos Estados Unidos.

Além disso, a expectativa, com menos tempo gasto com a inserção de dados, é que o contato humano em consultas seja maior, resultando em maior qualidade no atendimento. A diretora geral da Intel, Gisselle Ruiz Lanza, apresentou o caso do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP, que está desenvolvendo projetos de tecnologia para melhoria de processos no hospital, com maior precisão de diagnósticos e tratamentos médicos, e mais segurança para os pacientes.


Estima-se que, até 2025, o uso de tecnologia na saúde vai movimentar globalmente 34 bilhões de dólares. Até 2021, 20% das empresas da área de saúde vão ter 15 a 50% de ganho de produtividade através do uso da inteligência artificial. A Intel vê o 5G como um catalizador da AI, que trará avanços nas áreas de prevenção de doenças.

No Brasil, por exemplo, os pacientes que já têm o número do RG e do CPF precisam do número do SUS para poderem ser atendidos pelo sistema, e a expectativa do Ministério da Saúde é unificar os cadastros, identificando a população apenas pelo Cadastro de Pessoa Física

O evento

O TudoCelular conversou com exclusividade com Cauê Gasparotto, idealizador e cofundador do Hackmed. Na conversa, o estudante de medicina ressalta a importância do encontro como fórum de debates sobre o futuro da saúde do Brasil e falou sobre temas como 5G, o formato dos hacktowns, que não contam com programação, tal qual outros eventos de tecnologia semelhante.

A entrevista completa está no vídeo fixado no topo da matéria, e você pode conferir alguns destaques a seguir:

Inteligência artificial

São tecnologias que, se bem aplicadas,possibilitam expandir os horixonte da capacidade humana [...]m e eu acredito, e há estudos que comprovam, que a máquina atuando com o homem é muito melhor do que a máquina atuando sozinha. Então a tecnologia, combinada com a capacidade de resolver problemas complexos que nós, humanos, conseguimos desenvolver, auxiliados pela capacidade de máquina, de identificar padrões e trabalhar com grandes capacidades de dados é a chave para a gente poder melhorar a qualidade de vida dos nossos pacientes. A inteligência artificial vem para permitir que as relações humanas se fortaleçam dentro da medicina, tirando a parte burocrática e permitindo que a os médicos sejam mais empáticos com seus próprios pacientes.
Cauê Gasparotto, idealizador e cofundador do Hackmed

Hackatown

A grande diferença é que o Hack não é focado na parte de cod [programação], não precisa ser um programador para participar de um hackatown de saúde [...]. Os hackatowns em saúde são mais voltados a modelagem de negócio, identificação de problemas, técnicas como design thinking, combinar pessoas de áreas e formações diferentes para identificar problemas e construir soluções não-convencionais na área da saúde, algo que possa ser escalável e melhorar a vida dos pacientes.
Cauê Gasparotto, idealizador e cofundador do Hackmed


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