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Coronavírus: mutações no código genético da COVID-19 ajudam pesquisadores a rastrear doença

27 de março de 2020 0

Dados obtidos pelo site Nextstrain.org, que analisaram quase 1500 genomas do novo coronavírus mostram que a doença sofre mutações a cada 15 dias, à medida que a doença avança pelo mundo. A página foi fundada pelo biólogo computacional Trevor Bedford, que trabalha também no Fred Hutchinson Cancer Research Center, em Seattle.

Contudo, por mais que a mutação pareça ruim, essa característica não indica que o vírus está mais prejudicial. Pelo contrário. Os pesquisadores consideram as mudanças benignas e úteis. O Brasil conta com 3417 casos e 92 mortes.

Essas mudanças sutis ajudam os pesquisadores a descobrir por onde o vírus passou, e auxiliam também a derrubar teorias da conspiração sobre a COVID-19, além de permitir saber exatamente a origem de uma enfermidade.

Foi criada uma página para reunir dados globais sobre o coronavírus e descrever a evolução da pandemia através de mapas e gráficos filogenéticos (as árvores genealógicas da doença). Essa técnica de abordagem genética permite que cientistas consigam visualizar como a doença se espalha ao longo do tempo e como ocorrem as transmissões.

Essa abordagem surgiu para dar alento em meio ao aumento de casos. Com a velocidade das tecnologias para sequenciamento genético, é possível que documentar o cainho de um vírus seja mais rápido do que era há cinco anos, como na época do Ebola, durando de dois dias a uma semana.

O laboratório de Bedford começou o trabalho de rastreamento do coronavírus desde que os primeiros casos começaram a se espalhar pelo país, sobretudo pela capital Washington. Eles analisaram amostras nasais de pouco mais de 20 pacientes, e descobriram que a doença estava encubada há semanas, desde 21 de janeiro.


Na prática, descobriram que as pessoas poderiam espalhar a doença, sem saber, mesmo estando com sintomas leves e não procurassem atendimento. Descobriram ainda, ao analisar enfermidades semelhantes, como Sars, Mers e cepas de animais como morcegos, foi possível perceber que a estrutura é diferente de todos os já estudados até então.

A doença traz características que sugerem encontro entre doença e sistema imunológico vivo, e não cultivado em uma placa de Petri. Há ainda muito a ser feito para que o processo seja adotado de forma global, apesar da eficácia do processo. A Fiocruz anunciou que testará outros tratamentos contra a doença.


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