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Covid-19: vitamina D não reduz índices de contágio da doença, afirma novo estudo

21 de maio de 2021 37

Atualização (21/05/2021) por FM

Estudos publicados por pesquisadores da Universidade de Turim alegavam que a vitamina D, naturalmente obtida através da exposição segura ao sol, era associada ao combate da infecção pelo coronavírus, contudo, novos estudos refutam essa teoria datada há mais de um ano.

Dados com melhor fundamento foram obtidos através de uma análise envolvendo funcionários do laboratório Quest Diagnostics na Califórnia, EUA. Mais de 18 mil indivíduos foram testados, dos quais 5% estavam infectados pelo vírus. Segundo os especialistas, a parcela soropositiva não apresentava níveis de vitamina D abaixo do recomendado pelos órgãos de saúde.

A vitamina D, quando administrada em doses muito altas, pode ser prejudicial à saúde.

Para obter resultados válidos, o nível ideal de 30 ng/mL de vitamina D no sangue foi ajustado de acordo com a idade, sexo, etnia, índice de massa corporal, pressão arterial, uso de tabaco e localização geográfica dos indivíduos. Em nenhum dos casos foi analisado um nível inferior a 20 ng/mL, considerado um valor de deficiência do nutriente.

"Esses dados não suportam a hipótese de que a vitamina D desempenha um papel na suscetibilidade à infecção pelo SARS-CoV-2", afirmam os especialistas.

É importante ressaltar que, em paralelo com a pesquisa, a radiação ultravioleta se mostra eficaz na esterilização de ambientes, podendo ser um fator que relacionou, de forma errônea, a vitamina D adquirida pelos raios UVB com menor risco de contágio da Covid-19.

De qualquer forma, é fato conhecido que a plenitude do sistema imunológico é crucial para o combate à doença. Pesquisas recentes expuseram casos isolados em que a imunidade enfraquecida dos pacientes infectados pode prejudicar a eficácia das vacinas contra a Covid-19.

Com os estudos anteriores, foi observado um aumento da administração da vitamina D para fortalecer a defesa natural do corpo, contudo, em doses acima do recomendado, o nutriente pode causar sérios problemas de desidratação, confusão mental, vômitos e hipertensão arterial.

Texto original (28/03/2020)

Pesquisadores da Universidade de Turim, na Itália, realizaram um estudo com pacientes infectados pelo novo coronavírus (Covid-19) e chegaram a um resultado importante: a vitamina D pode ser usada como uma forte aliada para ajudar no combate à doença.

Claro que o estudo não considera a vitamina D como a cura para a Covid-19, mas sim como uma ferramenta indicada para reduzir os fatores de risco. Segundo os autores, Giancarlo Isaia e Enzo Medico – formados em Geriatria e Histologia, respectivamente - grande parte dos pacientes hospitalizados tem algo em comum: a deficiência da vitamina D no organismo.

Ter vitamina D suficiente no organismo pode ser necessário para determinar uma maior resistência às infecções de covid-19, (possibilidade) que, apesar de haver menos evidências científicas, pode ser considerada verossímil

Imagem/Reprodução: Ministério da Saúde. Números de casos no Brasil.

Aproveitando a conclusão do primeiro estudo, os pesquisadores também fizeram uma análise secundária. Seguindo as recomendações da Associação Dietética Britânica, eles investigaram a falta de vitamina D em pacientes idosos, que são os principais integrantes do grupo de risco.

Como resultado, os autores do estudo sugerem que médicos adotem medidas de prevenção para garantir um nível adequado de vitamina D na população. Essa medida deve ser adotada em diversos casos:

sobretudo em pacientes já contagiados, seus familiares, agentes de saúde, idosos frágeis, no público de residências assistenciais, em pessoas em regime de isolamento e em todos aqueles que, por vários motivos, não se expõe adequadamente à luz solar

Como a vitamina D pode ser obtida pela simples exposição solar, os pesquisadores recomendam que pessoas do grupo de risco passem algumas horas em ambiente externo. Isso deve ser feito sempre observando os horários onde a incidência solar não irá prejudicar a saúde.

É possível suprir a carência da vitamina passando algumas horas em varandas e terraços, além de ingerir alimentos ricos em vitamina D e tomando preparados farmacêuticos especiais - mas sempre após consulta médica.


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