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Buraco negro lançando jatos de plasma é observado por astrônomos a uma distância absurda

31 de março de 2020 0

Astrônomos japoneses conseguiram fotografar um buraco negro super massivo, distante 11 bilhões de anos-luz da terra, emitindo jatos de plasma. Considerando que cada ano-luz representa a distância aproximada que a luz percorre em um ano, essas imagens nos mostram o que acontecia naquele local há 11 bilhões de anos. Uma vez que o universo tem sua idade calculada por especialistas em aproximadamente 13 bilhões de anos, as novas observações podem trazer mais detalhes de como era nosso universo no início de sua vida.

O buraco negro está localizado no centro da galáxia nomeada MG J0414+0534, que tem algumas peculiaridades: tanto os jatos emitidos pelo corpo celeste quanto as nuvens de poeira que ele empurra são pequenos demais para o tipo no qual é classificada. Acredita-se que isso indica que esses jatos estão em um estágio inicial, e a comparação dos dados obtidos com outras observações de corpos celestes em estágios mais avançados podem nos trazer um entendimento maior não apenas dessas características, como também do universo como um todo.

As cópias geradas pela lente gravitacional. Imagem: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO), K. T. Inoue at al.

A observação do evento foi possível graças à combinação do telescópio ALMA, localizado no Chile, com outro evento chamado de "lente gravitacional", ocasionado por uma galáxia no meio do caminho entre nós e o buraco negro. A lente gravitacional é uma distorção da luz devido a uma ação gravitacional muito forte. No caso, quatro cópias do buraco negro foram feitas por meio dessa distorção.

A observação do buraco negro só foi possível graças a um evento astronômico conhecido por "lente gravitacional". Imagem: ALMA/ESO/NAOJ/NRAO/ K. T. Inoue et al.

Combinando as quatro cópias, e processando a imagem para que interferências fossem retiradas, foi possível então obter a imagem final. Trata-se de um grande feito, e muita tecnologia está por trás disso. Segundo um dos astrônomos, Kouichiro Nakanishi, "combinando este telescópio cósmico e as observações de alta resolução do Alma, obtivemos uma visão excepcionalmente nítida, que é 9.000 vezes melhor que a visão humana".


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