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Entenda os tipos de testes para Covid-19 e qual é o mais indicado a você | Detetive TudoCelular

28 de abril de 2020 0

Em meio à pandemia do novo coronavírus, os países do mundo têm se movido para adquirir testes e aplicar na população. Mas não existe apenas um tipo de experimento para saber se a pessoa contraiu a doença ou não.

No Brasil, por exemplo, muito se fala em dois tipos de teste: o RT-PCR e o chamado “teste rápido”, o qual foi liberado pela Anvisa para realização em farmácias. Contudo, outros métodos podem descobrir a Covid-19 no organismo humano.

Para você entender como cada testagem é feita e qual é a sua indicação, a coluna Detetive TudoCelular detalhou as principais opções usadas no mundo neste momento, além de outras alternativas adicionais pouco faladas ou ainda em desenvolvimento. Confira a seguir:

RT-PCR

O teste RT-PCR (reverse-transcriptase polymerase chain reaction) é o principal tipo utilizado para a detecção do novo coronavírus. Ele é feito por meio do swab, uma espécie de “cotonete” que é colocado nas vias nasais e na garganta do paciente, para coletar o material destinado à análise.

Na prática, este método identifica o RNA do vírus na amostra e o transforma em DNA, que é amplificado na sequência. Caso haja o SARS-CoV-2, o equipamento recebe um sinal quando capta a sua presença, o qual é traduzido como um “positivo” para a doença.

Indicação de uso

Esse tipo de testagem costuma ser utilizado a partir do terceiro dia do começo dos sintomas até o décimo, quando o paciente está com a doença. Isso significa que ele serve durante o período ativo da Covid-19 no organismo do indivíduo.

O RT-PCR é realizado para que o médico possa aplicar o tratamento mais adequado nos casos confirmados de coronavírus – seja por internação hospitalar ou isolamento social. Caso você já tenha se curado, o resultado será “negativo”.

Sorologia

A sorologia é aplicada para colocar à prova a resposta imunológica do corpo do paciente ao vírus. Desta maneira, os laboratórios colhem amostras de sangue, soro ou plasma e detectam os anticorpos IgA, IgM e IgG nas pessoas expostas ao SARS-CoV-2.

Os indicadores que dão o resultado sinalizam se o indivíduo chegou a ter algum contato com o coronavírus em algum momento durante a pandemia, mesmo sem sofrer com os sintomas.

Indicação de uso

Esta técnica tem recomendação de uso apenas 10 dias após o início dos sintomas – ou da exposição ao patógeno –, a fim de ter maior sensibilidade. Como o organismo precisa de um tempo para produzir os anticorpos – chamado de “janela imunológica” –, não é possível detectar o vírus em um período curto do contágio.

Outra aplicação seria para identificar, no futuro, quem já chegou a ser infectado pelo SARS-CoV-2, mas não ficou sabendo enquanto estava com os sintomas. Em outras palavras, é o indicado para descobrir se era Covid-19 depois da recuperação total.

Teste rápido (IgG/IgM)

Os testes rápidos seguem o mesmo princípio da sorologia: por meio de identificação da resposta do sistema imunológico. No entanto, este teste há uma característica específica: ele detecta por imunocromatografia, ou seja, por uma cor gerada a partir da reação entre o antígeno (vírus) e o anticorpo.

Você conhece o famoso “teste de farmácia” para gravidez? Este caso é bem semelhante na maneira de exibir o resultado. Por meio de uma gota de sangue coletada da ponta do dedo, o dispositivo – que possui uma lâmina de nitrocelulose – reage às defesas do organismo e descobre se há ali as proteções contra o SARS-CoV-2.

Indicação de uso

Estes dispositivos serão os disponibilizados nas drogarias para as pessoas comprarem e saberem se já tiveram a Covid-19. Eles também são indicados após 10 dias de sintomas e podem ser usados mesmo depois da cura. A vantagem dele é que demanda apenas algo em torno de 20 minutos para dar o resultado – porém com possibilidade mais fácil de “falsos negativos”.

A sua utilização servirá principalmente para determinar se uma pessoa já poderá voltar a trabalhar, quando as medidas de distanciamento social forem afrouxadas. As empresas poderão usar nos seus funcionários, para saber quem está protegido ou não da pandemia, ou as próprias pessoas terão como fazê-lo por mera curiosidade.

Métodos alternativos

Existem outros métodos alternativos pouco conhecidos ou que ainda engatinham em suas aplicações. Um deles é a coleta de amostra de saliva para detectar o vírus em suas fases iniciais, aprovada no órgão responsável dos EUA. Ele serviria como uma forma “menos invasiva” em relação ao RT-PCR, já que dispensaria ter de colocar o swab no nariz ou até a garganta do paciente.

Há mais testes aprovados na linha de detecção de anticorpos – como a sorologia e o teste rápido. Entre eles, está o ELISA, o qual se baseia em uma reação de enzimas para identificar o contato com o coronavírus.

Já o CLIA consiste no imunoensaio quimioluminescente, o qual cria uma reação química entre antígeno e anticorpo que pode ser visualizada. Por último, a imunofluorescência torna esse procedimento visível por um corante, que gera uma tonalidade conforme o resultado.

E aí, você conseguiu tirar todas as suas dúvidas sobre os testes para o novo coronavírus? Conhece outro método de testagem? Relate para a gente no espaço abaixo!


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