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Telescópio Spitzer revela importantes detalhes de "dança" entre buracos negros

29 de abril de 2020 0

Ao contrário do que possa se pensar, os buracos negros não são corpos estacionários, e até se movimentam com frequência, em especial os da galáxia OJ 287. Localizados a 3,5 bilhões de anos-luz da Terra, os corpos celestes participam de um raro fenômeno, cujos detalhes foram finalmente desvendados pelos cientistas.

O buraco negro menor, com massa equivalente a 150 milhões de vezes a do sol, orbita o maior, com 18 bilhões de vezes a massa solar, atravessando seu disco de acreção duas vezes a cada doze anos e emitindo flashes mais luminosos que toda a Via Láctea.

A gravidade é tão intensa que a órbita pela qual o corpo menor navega não é circular, mas sim oblonga, num formato similar a um círculo esticado. Isso faz com que o ciclo do evento seja irregular, podendo ter intervalos de 1 a 10 anos.

Em observação recente, os astrônomos puderam confirmar um estudo publicado em 2018 que garantia poder prever com precisão de quatro horas a ocorrência de cada um dos flashes.

Curiosamente, o evento quase não pôde ser visto. No dia em que seria feita a observação, a OJ 287 estava do lado oposto do sol, impossibilitando que qualquer instrumento na Terra ou em sua órbita tivesse alcance.

Por sorte, o telescópio Spitzer, localizado na época a 245 milhões de Km do nosso planeta, encontrava-se no ponto certo para observar a galáxia distante de julho a setembro, quando os corpos celestes se tornariam observáveis da Terra, possibilitando assim que o estudo fosse feito.

O buraco negro no centro da galáxia OJ 287 é um dos maiores já encontrados pelos astrônomos.

Seppo Laine, que supervisionou o estudo, disse ter ficado chocado ao perceber que o Spitzer, aposentando em janeiro deste ano, estava no campo de alcance dos flashes, e afirmou ter sido uma grande sorte diante das circustâncias. Os resultados serão divulgados na publicação científico Astrophysical Journal Letters.

Ainda nesta semana, o Telescópio Hubble comemorou 30 anos de seu lançamento, e a NASA liberou a imagem mais recente feita pelo aparelho. A agência americana também revelou seus planos para encontrar água na lua e em outros astros, que devem envolver um laser potente que analisará a maneira como a luz é refletida na superfície lunar.


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