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Coronavírus: Nelson Teich deixa Ministério da Saúde com menos de um mês no cargo após divergências

15 de maio de 2020 43

Não durou um mês a passagem de Nelson Teich como ministro da Saúde. Em nota, a pasta informou o pedido de demissão. Teich, que é médico oncologista, tomou posse em 17 de abril, e sua saída é a segunda mudança na pasta desde o início da pandemia de coronavírus. O Brasil contabiliza mais de 19.993 mortes e 202.918 casos da doença, em números atualizados ontem (14).

Assim como seu antecessor, Luiz Henrique Mandetta, Teich mostrou divergências públicas com o presidente Jair Bolsonaro em relação às medidas para o combate ao coronavírus.

Essas discordâncias formaram uma escalada ao longo da última semana. O primeiro tema foi o uso da cloroquina no tratamento da COVID-19. O presidente quer alterar o protocolo do SUS, permitindo a aplicação do remédio desde o início do tratamento, postura contrária à do agora ex-ministro.

Além disso, Teich soube do decreto presidencial que amplia as atividades essenciais durante a coletiva de imprensa, e demonstrou claramente não ter sido informado sobre o assunto. Houve discordância, ainda, sobre detalhes do plano com diretrizes para saída do isolamento. De um lado, Bolsonaro defende uma saída imediata e ampla, restringindo apenas o grupo de risco.


Essas divergências levaram ao cancelamento da entrevista coletiva diária do Ministério da Saúde na última quarta-feira, com Teich sendo chamado para uma reunião no Palácio do Planalto. De acordo com a coluna Radar, da revista Veja, Jair Bolsonaro já teria convidado o general Eduardo Pazuello, secretário executivo e número dois da pasta, para o cargo. E já teria ouvido a aceitação do militar.

Outra alternativa seria Osmar Terra, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, já cotado para assumir a pasta no lugar de Mandetta, que se notabiliza pelo alto índice de publicação de fake news, de acordo com levantamento da agência Radar aos Fatos. Terra é crítico do isolamento social como forma de tratamento para a doença e é também favorável ao uso irrestrito da cloroquina. O presidente disse repetidas vezes que deseja ter em seu quadro de ministérios pessoas alinhadas com seu discurso, fato que também pesou na demissão de Sergio Moro.

Porém, um outro caminho pode se consolidar nas próximas horas. Nise Yamaguchi, médica defensora da hidrocicloroquina no combate ao coronavírus, está no Palácio do Planalto e deve se reunir com o presidente, de acordo com informações da repórter Nathália Paz, da BandNews FM.

Reações

A saída de Nelson Teich já é, no momento desta publicação, o assunto mais comentado no Twitter, e as reações partem do antecessor da pasta, Luiz Henrique Mandetta:


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Comentários

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