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Coronavírus: cientistas desenvolvem testes rápidos de contaminação para iPhone

18 de maio de 2020 0

O engenheiro e professor iraniano-americano Massood Tabib-Azar está desenvolvendo com sua equipe um projeto de testes rápidos para detecção do novo coronavírus para serem realizados por iPhones.

Inicialmente desenvolvido para detecção do Zika Vírus, com início dos estudos há aproximadamente 12 meses, a equipe tenta reprogramar o dispositivo para que ele detecte a COVID-19, ao invés do projeto inicial, devido ao surto mundial da doença respiratória. Com isso espera-se que seja mais fácil e mais acessível a detecção do vírus.

“Começamos os testes há uns dozes meses. A ideia principal era permitir às pessoas que tivessem seus próprios testes para detecção do Zika vírus em qualquer lugar que viajassem. Nosso plano é reprogramá-los para detecção da COVID-19,” explicou o professor.

O teste funciona com um dispositivo conectado à entrada de energia dos celulares Apple, que servirão como fonte de energia ao aparelho e para fornecer os resultados do teste. Para realização do teste, o sensor se conecta via bluetooth através de um dispositivo inicial, que fará a análise. Para realização do teste o sensor precisa de uma amostra de saliva do paciente.

Outra vantagem do teste é a possibilidade de se refazer os testes ou fazê-lo com outras pessoas. Após cada análise, as amostras de saliva no sensor podem ser destruídas com uma corrente elétrica, tornando o dispositivo apto para um novo exame.

Além da vantagem de se ter testes caseiros e da reutilização, esse método é considerado menos invasivo pela equipe de estudos. Atualmente, os testes de detecção da doença exigem uma “raspagem” das cavidades nasais com um bastonete, o que pode ser um pouco desconfortável. Com os testes para iPhone esse desconforto poderá ser evitado.

O protótipo desenvolvido mede uma polegada (2,54 centímetros). De acordo com os pesquisadores, cada teste terá um custo de aproximadamente U$55 (R$316,92, em conversão direta). A previsão é de que em julho o dispositivo comece a ser testado em clínicas e que planejam que já esteja à venda a partir de agosto.

Lembramos que em outro projeto realizado, um cientista israelense desenvolveu um apito para detecção da doença.


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