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Estudo brasileiro pode ajudar a solucionar mistério da origem da vida na Terra

20 de maio de 2020 0

A NASA não mede esforços ao procurar por vida extraterrestre em outros planetas, o mais recente indicativo foi a água encontrada numa lua de Júpiter. Agora um estudo recente do CNPEM - Centro Nacional de Pesquisa em Energia em Materiais, em Campinas, foi capaz de mostrar que a ciência brasileira pode ser de grande ajuda nessa busca incansável do ser humano.

O estudo do CNPEM utilizou um método avançado de produção de imagens que resultou composições 3D de formas de vida de 1,9 bilhão de anos atrás. São as mais detalhadas já vistas até o momento. O Centro Nacional de Pesquisa conseguiu essa façanha por meio de uma parceria com pesquisadores da Suíça e da França.

As formas de vida da qual falamos foram baseadas em microfósseis encontrados na Formação Gunflint, no Canadá, e eles têm cerca de 1,88 bilhão de anos de idade. Elas são semelhantes às bactérias que conhecemos e viveram numa época em que somente as desse tipo habitavam por aqui. Os microfósseis estão presentes na área vermelha da imagem abaixo:

Lâmina de rocha com microfósseis

As imagens 3D foram produzidas utilizando uma técnica avançada de raio-X por feixes muito intensos de luz produzidos por aceleradores de partículas chamados síncotrons. Essa técnica de alta resolução permitiu observar esses pequenos seres sem quebrar as rochas, resultando nas imagens que você observa abaixo:


É aqui que o Laboratório Nacional de Luz Síncotron, em Campinas entra. Ele é a única fonte de luz do tipo na América Latina e por isso foi utilizado na pesquisa. Essa nova análise permitiu descobrir que os fósseis antigos não são revestidos de hematita, mas sim de materiais orgânicos, que são invisíveis pelo microscópico óptico.

O CNPEM disse, em comunicado que:

"Isso mostrou que, no nível das células e em contato com a matéria orgânica, os óxidos de ferro seguem um padrão de transformação diferente do resto da formação, o que aprimora nossa compreensão de como essas estruturas foram preservadas e como foram alteradas depois de permanecerem enterradas por bilhões de anos."

Vale dizer que tais microfósseis têm apenas alguns micrômetros de tamanho e são 10 vezes mais finos que um fio de cabelo, o que dificulta muito seu estudo.

Por fim o CNPEM concluiu:

"Usando técnicas como esta, a ciência poderá revelar mais detalhes sobre os primeiros vestígios de vida na Terra ou mesmo em Marte, que nos ajudarão a responder algumas das questões mais intrigantes da ciência: como a vida surgiu na Terra? E estamos sozinhos no universo?"


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